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2016/11/05
Risco País e Estudos Económicos

Limite de cobertura para seguro de crédito recua.

Ainda assim, as seguradoras desembolsaram R$ 48,9 milhões para pagar fornecedores segurados contra o calote de seus compradores, uma alta de 37% em relação a igual período de 2015, que já havia sido ruim.
Levantamento feito pela corretora Marsh Brasil com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostra que o índice de sinistralidade - razão entre o prêmio ganho e o que a seguradora paga quando acionada - foi de 70%. Significa que, de cada R$ 1,00 recebido, a seguradora pagou R$ 0,70 ao segurado. Ao fim de 2015, esse índice beirava 140%.

 

"A razão para a melhora da sinistralidade não foi a reversão do quadro econômico, mas a redução da exposição ao risco das seguradoras", afirma Guilherme Perondi, vice-presidente da corretora Lockton Brazil, que estima recuo entre 30% e 50% nesse sentido.

 

Marcele Lemos, presidente da multinacional francesa de seguro de crédito Coface, confirma: hoje a cobertura de e risco que oferece aos seus segurados em operações comerciais no Brasil está em torno de R$ 22 bilhões. O volume é 35% menor do que era em 2015, quando começou o monitoramento intenso, revisão do portfólio de risco aliado à forte atuação da área de recuperação de crédito. "Vendo que a situação do país continuaria sufocando o fluxo de caixa das empresas, fizemos a revisão”.

 

Confira a matéria completa no link abaixo.

 

Por: Simone Cavalcanti

Fonte: Valor Econômico - http://www.valor.com.br/financas/4556825/limite-de-cobertura-para-seguro-de-credito-recua

 

 

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