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Novidades

2017/08/11
Publicações Económicas

Todas as Publicações Coface

2017/14/03
Publicações Económicas

A depreciação do yuan, medidas de fluxo de capital e nova política monetária: Quais são as implicações para as empresas chinesas?

É muito provável que o Yuan continue com sua depreciação em um ritmo um pouco mais lento, de 3% á 5% até o final de 2017.
Fatores como as altas nas taxas de juros, uma política monetária mais prudente e as medidas de fluxo de capital implementadas pelas autoridades chinesas, poderiam afetar as empresas cujos insumos são importados e dificultar a tão esperada “alavancagem” das empresas no país.

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2017/13/03
Publicações Económicas

Insolvência das empresas na França

Em Janeiro de 2017 houve uma redução nas insolvências na França, iniciada em Maio de 2014 e atingindo 58.031 empresas. É o menor patamar desde Setembro de 2012 (um redução de -2.8% comparando com o mesmo período de 2016);

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2017/09/02
Publicações Económicas

Pesquisa de Pagamentos das empresas no Brasil

A Coface realiza estudos de pagamento para diversas economias, incluindo China, Marrocos e Alemanha. Esta pesquisa marca a primeira edição desse estudo no Brasil, cujo objetivo é entender melhor os hábitos de pagamento corporativos no país e a saúde de sua economia.

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2017/25/01
Publicações Económicas

Panorama - Uma retomada econômica frente às incertezas.

CONFERÊNCIA DE RISCO PAÍS 2017

- 2017: Um ano de riscos políticos e bancários para os países emergentes.
- Riscos políticos globais em nível recorde em 2017.
- Risco de Crédito: Altos índices de endividamento das empresas são a armadilha para o setor bancários nos países emergentes.
- Upgrades na Europa e na África Subsaariana

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2017/10/01
Publicações Económicas

Panorama - Polônia pesquisa sobre pagamentos: atrasos afetam as empresas no país.

A primeira pesquisa sobre histórico de pagamentos na Polônia foi realizada durante um período de desaceleração temporária na economia. Este fato deve-se principalmente pela mudança no orçamento da União Europeia e pela relutância das empresas em investir em renda fixa durante 2016.

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2016/20/12
Publicações Económicas

Panorama - Tempos difíceis para África do Sul?

A performance de crescimento na África do Sul está em declínio desde a crise financeira global. A taxa de crescimento continua a diminuir desde que atingiu seu pico em 2011 (motivada pela baixa nos preços de commodities e problemas no fornecimento de energia). Embora as secas tenham afetado fortemente a agricultura em 2015, as atividades dos setores de serviços (como financeiras e varejo) foram dinâmicas.

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2016/19/12
Publicações Económicas

Panorama - Turquia: fim da era das tulipas?

A economia da Turquia passou por diversos choques durante 2015 e 2016. O aumento das incertezas políticas, as tensões regionais, o aumento disparado do dólar, o rebaixamento na nota de crédito e questões de segurança interna, resultaram em menores receitas com turismo, menor demanda por consumo, redução do interesse de investimentos nacional e estrangeiro e depreciação da moeda local.

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2016/13/12
Publicações Económicas

Panorama - Uberização da economia francesa: uma nova arma criativa de destruição?

Por que a economia colaborativa é tão cativante na França?
Primeiramente, porque isso é sinônimo de inovação e juventude. Mas também porque setores que estão experimentando crescimentos de dois dígitos atualmente estão escassos.

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2016/13/12
Publicações Económicas

Panorama - Insolvências das empresas na França: uma nova queda em 2017?

Os números de insolvência na França continuam caindo nos últimos 12 meses (até final de Out/2016 – 1.0%). Essa boa notícia deverá ser confirmada após o final do ano: Coface antecipa uma queda de 3.8% em 2016.

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2016/30/11
Publicações Económicas

Panorama – Economia da Alemanha em 2017: estável, mas com alguns riscos.

As expectativas da Coface de sólido crescimento são como uma pequena surpresa. Neste ano o produto interno doméstico deve crescer 1.8% (ajustado sazonalmente e corrigido por dias úteis). O crescimento para o próximo será 1.7% ligeiramente menor. Desde 2015, a economia Alemã tem crescido além do potencial de 1 – 1.5% definido pelo banco central Alemão e por diversos institutos de pesquisa.

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2016/10/11
Publicações Económicas

Economia Mexicana: Perspectivas incertas para o país.

Economia Mexicana: Perspectivas incertas para o país.

A expectativa de crescimento do PIB é de 1.6% em 2016 e 1.5% em 2017
Débitos públicos aumentaram para 42.3% em 2015 de 38.3% em 2013. E é esperado atingir 45% até o final desse ano.
O governo apresentou uma redução de budget de 240 bilhões de pesos Mexicano (aproximadamente 12.9 bilhões de Dólares e 1.2% do PIB).
Perspectiva de deterioração macroeconômica está impactando a microeconomia.
Eleições presidenciais nos Estados Unidos continuam a gerar incertezas.

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2016/02/11
Publicações Económicas

A primeira flecha do Abenomics: Por que não está funcionando?

Panorama sobre a economia Japonesa.

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2016/27/10
Publicações Económicas

Panorama - Aumento dos riscos políticos em países desenvolvidos: incertezas ameaçam as principais economias Europeias.

• A Coface criou um indicador de risco para os países da Europa Ocidental;
• Ao longo do último ano, os riscos políticos têm aumentado na Europa, crescendo em média 13 pontos na Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido;
• Um possível risco político, na mesma escala que o referendo do Reino Unido, afetaria o crescimento da Europa em aproximadamente - 0.5 ponto;
• O impacto das incertezas políticas nas economias europeias será ainda maior, se Donald Trump vencer as eleições americanas.

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2016/26/10
Publicações Económicas

Barômetro - Novos rebaixamentos desencadeados pelo Brexit e a queda das receitas de petróleo.

• Crescimento global: Estabilidade em países desenvolvidos e pequenas melhoras entre economias emergentes.
• Apesar do “histórico” acordo de Argel, o preço do petróleo continua sendo um problema.
• Rebaixamento de 4 países impactados pela queda dos preços das commodities.
• Aumento do risco político e risco bancário na Europa.
• Incertezas pós Brexit: Reino Unido rebaixado para A3.

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2016/30/09
Publicações Económicas

Panorama - América Latina: Por que as exportações não deslancham?

• As exportações da América Latina foram impulsionadas no passado pelo grande apetite da China por matéria-prima e a subida nos seus preços internacionais.
• Exportações de manufaturas registaram um fraco desempenho global ao longo das últimas duas décadas.
• Altos custos trabalhistas, infraestrutura precária e acordos comerciais limitados foram fatores prejudiciais no desempenho dos seis países analisados: Argentina, Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru.
• Uma recuperação expressiva nas exportações de manufatura nos próximos anos é improvável.

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2016/20/09
Publicações Económicas

Panorama - Relatório de Insolvência na Polônia: Queda nas insolvências em meio ao fraco crescimento econômico.

• A economia da Polônia está desacelerando este ano, embora a taxa de crescimento em 2016 continue estável em 2016 (3.2%) comparando com 2015 (3.6%).
• Os negócios estão sendo beneficiados pelas condições macroeconômicas favoráveis.
• Insolvências e processos de reestruturação caíram 14%. A Coface prevê melhoras, com um número de processos diminuindo em 2016 e 2017.

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2016/15/09
Publicações Económicas

Panorama - Setor Agro Alimentício nos países do norte da África, um setor estratégico á mercê da natureza.

• Diversos fatoreis favoráveis estão turbinando o setor, incluindo o aumento da população, o aumento na demanda por comida processada, uma maior renda per-capta e melhoras na capacidade de produção.
• Infraestrutura, clima e estratégias governamentais são os maiores influenciadores.

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2016/13/09
Publicações Económicas

Pesquisa sobre histórico de Pagamento das empresas na Alemanha

O primeiro estudo sobre histórico de pagamentos na Alemanha realizado com mais de 850 participantes, demonstra que apesar da sólida economia do país, aproximadamente 84% das empresas são afetadas com os atrasos nos pagamentos. No entanto, a situação positiva das empresas no país é refletida na ligeira redução do montante faturado em relação ao ano passado. Os atrasos nos pagamentos, para as empresas pesquisadas, permanecem dentro de um prazo gerenciável. Potenciais riscos de liquidez são decorrentes de dívidas vencidas á muito tempo, sendo, portanto, relativamente baixos.

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2016/12/09
Publicações Económicas

A indústria farmacêutica nos Estados Unidos

A indústria farmacêutica nos Estados Unidos enfrenta dois cenários para seus negócios: O “Otimista” e o “Pessimista”.

• A Lei de Proteção e Cuidado ao Paciente (ACA) ajuda a balancear a relação entre seguradoras e segurados, mas não aborda o problema dos preços.
• Eleições presidenciais nos EUA: Medidas para diminuir o preço dos remédios prescritos.
• É esperado um aumento de +9,3% nos preços de remédios prescritos ainda em 2016.
• O setor farmacêutico nos Estados Unidos foi classificado como “baixo risco”
• Uma queda nos preços é esperada no longo prazo, com consequências negativas para as empresas farmacêuticas.

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2016/31/08
Publicações Económicas

Coface publica as 500 maiores empresas no Europa Central e Leste Europeu.

• Economia em expansão: +4.2% de aumento no faturamento.
• Polônia ganha novamente, Republica Tcheca alcança segundo lugar, seguida da Hungria.
• 12 dos 13 setores reportaram aumento no faturamento – apenas óleo & gás permanecem em dificuldades.

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2016/18/08
Publicações Económicas

Panorama - China, uma economia de duas velocidades: existem setores que estão ganhando e setores que estão perdendo.

O crescimento da economia chinesa em 2015 foi de 6.9%, é o ritmo de expansão mais lento dos últimos 25 anos. O crescimento deverá continuar lento em 2016 e 2017 e provavelmente não atingirá a meta de crescimento médio definida pelo governo de 6.5% (estabelecido no plano de 5 anos de 2016 á 2020). As reformas estruturais em andamento na China mudaram o foco para serviços e consumo, acentuando o contraste dentro do país. A divisão entre os setores ganhadores e perdedores estão ligadas ao crescimento á médio e longo prazo, as políticas publicas e as demandas estruturais.

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2016/18/07
Publicações Económicas

Barômetro Setorial - Revisão das avaliações de risco setoriais em 6 regiões globais.

Revisão das avaliações de risco setoriais em 6 regiões globais mostra que os riscos setoriais continuam aumentando em mercados emergentes.
• Disparidade em mercados emergentes: 5 dos 6 rebaixamentos concentrados nestes mercados.
• Na Europa, o dinamismo do consumo das famílias esta impulsionando muitos setores.
• A saúde dos setores do Reino Unido esta se deteriorando e depende das decisões pós Brexit.

Problemas políticos surgiram no momento em que a economia Europeia estava começando a se recuperar.
O aumento no consumo das famílias refletiu o aumento da confiança nas famílias nas empresas da Europa Ocidental. Essa dinâmica positiva levou os setores automotivos e de TI e Eletrônicos a serem reclassificados como baixo risco (no Oeste Europeu assim como na Europa Central e Leste Europeu).

Já a América Latina continua associada aos maiores riscos, os setores de energia, aço e construção civil estão classificados na categoria de máximo risco (risco muito elevado). O ponto positivo, é que o Brasil assim como outros países da América Latina se beneficia de vantagens competitivas na produção de papel, alavancada pela depreciação do Real frente ao Dólar em 2015 (-47%). Durante os 5 primeiros meses de 2016, as exportações Brasileiras aumentaram 10%, reduzindo o risco do setor de papeis e madeiras (reclassificado como risco médio).

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2016/13/07
Publicações Económicas

Panorama - Falência das empresas na Europa Central e Leste Europeu.

Falências das empresas na Europa Central e Leste Europeu: Menos falências devido ás condições econômicas favoráveis.
Países da Europa Central e do Leste Europeu aproveitaram as condições econômicas favoráveis no ultimo ano. Isso levou a uma melhora na situação das empresas da região. O número de falência diminuiu ao longo de 2015 em 9 dos 13 países, enquanto a média ponderada de falências pelo PIB regional foi de -14%, demonstrando um quadro variado na região, com deterioração de 2 dígitos registrado na Ucrânia e na Lituânia, enquanto na Roménia e Hungria melhoras significativas foram apresentadas.
A Coface prevê que as empresas continuarão em condições favoráveis já que a expectativa é que as falências diminuam em -5,3% em 2016.

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2016/07/07
Publicações Económicas

Panorama – Emirados Árabes Unidos: Uma nova era com crescimento mais lento.

A economia dos Emirados Árabes Unidos é a mais diversificada dentre a região do Golfo Pérsico. Essa diversidade se tornou especialmente importante desde meados de 2014 com a forte queda no preço do petróleo. Apenas 30% do PIB e aproximadamente 20% das exportações vieram das receitas de hidrocarboneto em 2015. Esta diversidade econômica tem feito com que o país seja menos vulnerável ao choque no preço do petróleo.
Entretanto, esta situação não torna o país totalmente imune às quedas no preço da energia e petróleo. O governo implantou medidas fiscais que poderão reduzir o ritmo de crescimento do consumo privado.

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2016/30/06
Publicações Económicas

Panorama: Falências empresariais no norte europeu: Tendências positivas para Holanda, Suécia e Alemanha.

Falência nas empresas do Norte Europeu: Tendências positivas para Holanda, Suécia e Alemanha.

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2016/29/06
Publicações Económicas

Panorama – África Subsaariana, apesar da crise, existe oportunidade de crescimento para os próximos 10 anos.

África Subsaariana, apesar da crise, existe oportunidade de crescimento para os próximos 10 anos.

Fortemente impactada pela desaceleração Chinesa e a queda no preço das commodities a África Subsaariana apresentou seus menores níveis de crescimento desde 2008. Porém, 15 países, incluindo muitos dos impactados pela crise, apresentam potenciais significantes de crescimento em termos de gasto das famílias.
Dois setores oferecem oportunidades de médio-prazo: Varejo e Informações e Comunicações de Telecom.
A econômica global esta passando por turbulências. A desaceleração da economia Chinesa e a queda no preço das Commodities impactou diretamente a economia nos países da África Subsaariana. O crescimento de 3.4% apresentado em 2015 e o previsto para 2016 de 2.6% (de acordo com as previsões da Coface) são os menores desde a crise de 2008.

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2016/21/05
Publicações Económicas

Panorama - Ásia: pesquisa de pagamento das empresas.

A Coface realiza uma pesquisa anual para verificar as tendências de pagamento corporativos e experiências em 8 economias selecionadas na região da Ásia-Pacífico.
Em 2015, as práticas de concessão de crédito mantiveram-se grande parte em linha com aqueles observados em anos anteriores, embora houvesse alguns sinais de controle de crédito mais prudentes. No entanto, os riscos de pagamento em atraso parecem ter aumentado, somando-se as pressões financeiras sobre as empresas asiáticas.

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2016/14/05
Publicações Económicas

Panorama - Economia francesa: será que a recuperação finalmente está a caminho?

Essa é a questão que em pauta, depois de um início de ano marcado por uma série de indicadores positivos para a economia francesa. Mas depois de várias falsas partidas e tantas esperanças frustradas desde 2009, cautela continua a ser a ordem do dia.
No entanto, há razões para otimismo: crescimento acelerado no primeiro trimestre e, mais importante, não é apenas dependente de consumo familiar. O investimento das empresas parece estar finalmente decolando e contribuirá positivamente para o crescimento este ano, pela primeira vez desde 2012.

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2016/07/05
Publicações Económicas

Panorama - Hungria: O consumo privado aumenta mas os desafios permanecem para as empresas.

A Hungria vem apresentando um bom desempenho, considerando o difícil contexto das economias globais. O país continua a se beneficiar de uma economia moderadamente crescente e vai mostrar um crescimento de 2,2% este ano.

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2016/01/05
Publicações Económicas

Panorama - O que esperar da situação do Brasil?

O Brasil está no meio de uma tempestade. A crise política é duradoura e a profunda recessão econômica levou ao colapso dos índices de confiança dos investidores. O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff já foi executado e nenhuma recuperação econômica significativa é esperada antes de 2017.

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2016/24/03
Publicações Económicas

Panorama: Empresas nos países emergentes: podemos acreditar novamente no Milagre da Phoenix?

O Crescimento entre 2010 e 2015 caiu pela metade, acentuando drasticamente a dívida, o aumento da exposição ao risco cambial, a crescente escassez e custo do crédito aumentaram, quebrando as receitas de exportação: os nervos de empresas em muitos países emergentes foram severamente testados em 2015. (...)

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2016/20/03
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro do risco país – 1º trimestre de 2016

Crescimento lento, ausência de pressões inflacionárias, as políticas monetárias cada vez mais expansionistas e aumento da volatilidade nos mercados financeiros: estes são quatro elementos que caracterizam a economia global no início de 2016. Esse fenômeno parece recente para todos os países com uma exceção: o Japão, que ficou paralisado nessa situação por cerca de 20 anos.

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2016/10/03
Publicações Económicas

Panorama: Irã de volta à comunidade global.

Depois de cinco anos de sanções, o Irã finalmente reingressa à comunidade global. O retorno do Irã deve ter um efeito sobre o crescimento internacional por meio do canal de óleo, mas acima de tudo, trará grandes mudanças para o próprio Irã. Sanções internacionais têm impactado a economia iraniana. Dois anos consecutivos de recessão e inflação galopante testaram o modelo de resistência do Irã no seu limite.

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2016/01/03
Publicações Económicas

Panorama: Comportamento de pagamentos no ambiente de negócios na China.

Desde 2003, a Coface tem conduzido pesquisas anuais sobre o comportamento de pagamentos no ambiente de negócios na China. Em 2015, o termo médio de crédito oferecido por empresas sediadas na China diminuiu novamente, refletindo uma abordagem mais prudente para a concessão de linhas de crédito para os clientes. A experiência geral de pagamento na China deteriorou-se e manteve-se muito desafiadora em 2015. Isto pode ser verificado, por meio de 80% dos entrevistados que relatam experiências em atraso, 58,1% com um aumento em valores em atraso em relação ao ano passado e 17,9% com aumento da quantidade de atrasos longos (mais de 180 dias) superior a 5% do seu volume de negócios anual. Isto está em linha com o aumento de empréstimos bancários inadimplentes, um número crescente de falências de empresas e a deterioração dos negócios e da confiança dos investidores. Além disso, a dívida privada ainda está crescendo mais rápido do que o PIB, com dívidas detidas pelo setor privado não financeiro em 201% em junho de 2015.

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2016/29/02
Publicações Económicas

Panorama: Alemanha e seu novo modelo de crescimento econômico.

A economia alemã mudou seu modelo de crescimento nos últimos anos. Enquanto a demanda interna (especialmente o consumo privado) estava lenta e fraca na maior parte da década de 2000, ela é atualmente o piloto mais importante para o crescimento. Em contraste, as exportações, que foram tão importantes para o crescimento da economia alemã no passado, tiveram um desempenho neutro em termos de crescimento, em 2015.

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2016/26/02
Publicações Económicas

Falência das empresas na França: caminhando para o terceiro ano de redução.

Na França, o número de falência nas empresas caiu pelo segundo ano consecutivo em 2015, para 60.800 (-2,1%), acima do seu nível pré-crise de 50.300 insolvências em 2007. Por conta do estoque das empresas ter aumentado significativamente, a taxa de inadimplência (o rátio de inadimplência x estoque de empresas) voltou a seus níveis de 2008 e 1 empresa em cada 77 foi afetada.
Durante o mesmo ano, cerca de 21.000 postos de trabalho foram salvos, enquanto o volume de negócios médio de uma empresa insolvente foi 575,000, comparado com 614.000 no ano anterior. No entanto, o cenário está longe de ser o ideal, conforme as falências continuam a aumentar em 2 dos 11 setores monitorados pela Coface (serviços pessoais: + 4,2% e têxteis: + 4,3%). Além disso, não há nenhum sinal de melhora em 3 das 13 novas regiões, particularmente na Ile-de-France (+ 5,7%), região que responde por 21% de todas as falências da França. Isto é devido à sobre representação das empresas do setor da construção, onde a taxa de falência continua a ser a mais alta (em 2,1% versus 2,0% em 2006).
O último ponto negativo é que a taxa de redução nas falências vista na França em 2015 é menor do que nos países vizinhos. Apesar destes pontos negativos, a Coface prevê um terceiro ano consecutivo de diminuição nas falências de empresas em 2016.

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2016/22/02
Publicações Económicas

Panorama: A participação da China na América Latina é muito mais que uma questão de negócios.

Durante o Fórum Celac-China, ocorrido no início do ultimo ano, a China anunciou sua intenção de aumentar investimentos na América Latina. É uma ótima notícia para América Latina, que experienciou uma recessão em 2015. De acordo com as estimativas da Coface, o PIB caiu 0,6% em 2015 e é esperada uma pequena melhoria em 2016 (-0,2%). A desaceleração do PIB na América Latina acontece desde 2011 e ganhou maior intensidade com a queda no preço dos commodities, que teve início no meio de 2014.

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2016/09/02
Publicações Institucionais

Coface Activity Report 2015

• Crescimento do volume de negócios: 3,4% no escopo atual e taxa de câmbio (+ 1,2% em escopo e taxas de câmbio constantes).
• Índice de sinistralidade líquida de resseguro estabilizado ao longo dos últimos seis meses; índice combinado de custos de 83,1 %.
• O lucro líquido (parte do grupo) : € 126M para 2015, € 28M no 4T.
• Rentabilidade líquida estável por ação de € 0,80, taxa de distribuição de 60 % do lucro líquido.
• Xavier Durand assume como CEO a partir 9 de fevereiro.

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2016/01/01
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro risco país – principais desafios para 2016

Após as famílias americanas em 2007-2008 e os estados da Zona Euro em 2011-2012, países emergentes tem agora sua vez no centro da tempestade, em parte devida ao débito excessivo. Como isso aconteceu? O forte expansionismo de politicas monetárias após a crise dos Lehman Brothers e a queda no preço das commodities desde o meio de 2014 são parte da resposta.
Nesse ambiente de aumento de riscos para empresas, a Coface está rebaixando alguns ratings de países emergentes ou revendo suas perspectivas para negativas, na América Latina (Brasil pela segunda vez em menos de um ano), África, Oriente Médio e Ásia.

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2015/20/12
Publicações Económicas

Panorama: Lira em baixa e débito em alta – uma má combinação para os negócios na Turquia.

Durante 2015, a economia na Turquia enfrentou diversos desafios. Na cena política, o país passou por duas eleições durante o ano, totalizando quatro eleições nos últimos dois anos. A combinação entre grande incerteza política, problemas de segurança e preocupações com a economia global causou uma depreciação acentuada na lira, a qual atingiu seu maior nível inferior ao dólar em setembro.

Com a aguda dependência turca de fluxos de capital e entrada e importações, suas empresas estão sendo afetadas negativamente por oscilações bruscas e forte depreciação da lira.

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2015/15/12
Publicações Económicas

Panorama: O setor varejista na Polônia – despesas das famílias estão apoiando a economia, mas os desafios persistem.

Apesar da turbulenta economia global atual e da desaceleração dos maiores mercados emergentes, Europa Central e Ocidental estão performando bem. Entre esse grupo de países, a economia da Polônia continua apresentando sólidos índices. Nossa projeção de crescimento para o país - de 3,5% para 2015 e 3,4% para 2016 - mostra forte contribuição da demanda doméstica, sendo o consumo privado a principal força para o crescimento. Os trimestres anteriores já demonstraram boa dinâmica nas vendas varejistas. Isso se deve às melhorias no mercado de trabalho, com queda de desemprego e aumento de salários. Tais fatores, combinados ao alto nível de confiança do consumidor nos últimos sete anos, tornam a perspectiva positiva para o setor varejista.

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2015/10/12
Publicações Económicas

Panorama: Frente à globalização do mercado do vinho a Europa diminui, mas não para.

O consumo de vinho na Europa vem caindo nos últimos anos, assim como na França, que constitui um terço do que era há 50 anos. Por outro lado, o consumo de vinho cresceu no resto do mundo, impulsionado pelo consumo doméstico de duas das principais economias mundiais: EUA e China. Além disso, o ultimo se tornará o principal consumidor de vinho do mundo antes de 2030 (na frente dos EUA e da França) e irá direcionar o crescimento global nos próximos 15 anos.
Entretanto, a produção cresceu pela primeira vez em cinco anos em certas regiões. Esse é o caso para algumas partes da Europa, notavelmente na Espanha e em menor grau, na Itália. Encontramos a mesma tendência na África do Sul, Austrália, nos EUA e até mesmo no Chile, países onde os famosos “vinhos do novo mundo” estão emergindo.

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2015/05/12
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro setorial de risco mundial – dezembro de 2015.

Em um contexto de baixo crescimento mundial, as dinâmicas setoriais estão confusas. Entre os 14 setores monitorados nas três principais regiões do mundo (Europa Ocidental, América do Norte e Ásia emergente), três foram rebaixados durante o terceiro trimestre de 2015: metalúrgica na Europa, varejo na América do Norte e têxtil na Ásia emergente.
Confira nossa publicação econômica Barômetro Setorial e nosso exclusivo infográfico sobre as regiões.

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2015/01/12
Publicações Económicas

Panorama: Polônia – crescimento econômico sólido resulta na redução significativa de empresas em insolvência.

A situação econômica atual pode ser sintetizada como uma recuperação gradual para economias desenvolvidas e tempos turbulentos para países emergentes. Entretanto, as economias emergentes na Europa Central e Ocidental são exceções. A Polônia, em especial, apresenta um desempenho superior. A insolvência diminuiu 5,1% em 2014. Essa tendência é contínua e houve uma redução das falências de 3,3% durante o primeiro semestre de 2015, com um crescimento econômico de 3,4% no mesmo período.

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2015/03/11
Publicações Económicas

Panorama: Egito – recuperação lenta, desafios estruturais.

Com o novo Canal de Suez, a confiança parece ter retornado ao Egito, o que marca o início de uma nova era para o país. Efetivamente, a economia egípcia está tentando voltar aos eixos após os efeitos de seis governos diferentes desde 2011. Autoridades anunciaram recentemente que a taxa de crescimento real foi de 4,1% em 2014/2015, comparada a 2,2% em 2013/2014. A Coface estima que o crescimento aumente para 4,4% para 2015/2016. O empenho do governo nas reformas estruturais visa a aumentar a taxa de crescimento potencial do Egito para aproximadamente 6% no próximo período, em um contexto de aumento da confiança dos investidores, investimentos mais altos e melhor produtividade. O desempenho econômico melhorado e a estabilidade politica renovaram a atratividade do Egito para investidores.

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2015/02/11
Publicações Económicas

Panorama: Brasil – sem saída rápida para a crise.

O Brasil cresceu durante a última década, resultado do ‘boom’ no preço das commodities e o forte consumo familiar. O país suportou a crise de 2008-2009, graças a injeções de liquidez de bancos públicos. Houve melhoras nas condições de crédito, estas em perfeita sinergia com a ascensão da classe média do país. Entretanto, esse momento não foi acompanhado pelo lado da oferta. A indústria se tornou cada vez mais vulnerável em relação a importações, devido à combinação entre a fraca infraestrutura no Brasil e o alto custo de produção. Essas fraquezas estão particularmente associadas à mão de obra do país e a salários elevados, bem acima da produtividade durante o período.
O ano de 2015 iniciou com o segundo mandato de Dilma Roussef. Ela ganhou as eleições, mas enfrentou uma dura batalha: controlar a inflação e a deterioração do mercado nas contas públicas. No entanto, o governo falhou em melhorar os fundamentos macroeconômicos.

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2015/01/11
Publicações Económicas

Panorama: França – terceiro trimestre de 2015

Tênue, mas confirmado. São esses os termos que melhor descrevem o crescimento atual da França – como ilustram os números para o terceiro trimestre, publicados em novembro. O consumo familiar aumentou modestamente, apesar do índice de desemprego sempre crescente, devido ao ganho de poder de compra como resultado da inflação quase zero. O investimento empresarial também aumentou, mas com um ritmo menor que a maioria dos vizinhos da França e com menos velocidade do que foi observado historicamente na região durante fases de recuperação da economia. Suportes externos, como redução do preço do óleo e medidas governamentais, também estão ajudando as empresas a reestabelecerem suas margens.

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2015/07/10
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro de risco país: 3º trimestre de 2015

Pelo quarto ano consecutivo, o crescimento global não conseguiu atingir 3%. Entretanto, no inicio deste ano tal meta não parecia inatingível. Devido às politicas monetárias expansionistas combinadas com a queda no preço do petróleo e as politicas fiscais menos restritivas, era esperado um crescimento acelerado efetivo, mas esse não foi o caso. Então, de quem é a culpa?

Nesse contexto, a Coface está rebaixando a classificação de diversos países em mercados emergentes, particularmente na América Latina. Confira na íntegra nosso estudo econômico.

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2015/06/10
Publicações Económicas

Panorama: O continente asiático é desafiado pela desaceleração da economia chinesa.

A economia chinesa esteve em destaque por vários meses, devido: à desvalorização do yuan, à queda dos preços das propriedades, ao receio de desaceleração excessiva da economia, entre outros fatores. Nesse cenário, outros países asiáticos aparentam ser as primeiras vítimas em potencial da economia chinesa. Enquanto eles se beneficiaram de sua proximidade geográfica e especialização setorial para negociar massivamente e crescer nas pegadas da China desde 2000, a integração desses países agora aparenta ser um fator de risco, uma vez que a China contribuiu com quase 32% do crescimento global e 72% do crescimento na Ásia emergente desde 2000.

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2015/02/10
Publicações Económicas

Panorama: Luz sobre a energia fotovoltaica na Europa.

A energia fotovoltaica europeia se desenvolveu rapidamente a partir de 2010, graças a subsídios nacionais e europeus, que favoreceram sua instalação no panorama energético. Entretanto, o aumento da capacidade de produção fez os preços caírem rapidamente, em um contexto de conjuntura europeia deteriorada. O fim dos subsídios a partir de 2011 também contribuiu com as perdas financeiras das empresas do setor.

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2015/01/10
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro setorial de risco mundial – outubro de 2015

Nesse estudo, analisaremos cinco setores principais: automotivo, energia, metal, tecnologias da informação e das comunicações (TIC) e papel-madeira nas regiões América do Norte, Europa Ocidental e Ásia emergente.
O setor automotivo está na direção certa na América do Norte. A Europa Ocidental está seguindo o mesmo caminho, mas o escândalo da Volkswagen trouxe consequências que ainda não estão claras. Para a Ásia emergente, é necessário enfrentar os desafios gerados pela desaceleração da economia chinesa. A Coface considera que as possíveis consequências disso aumentarão o risco ligado a esse setor (que se tornou moderado) na Ásia emergente.

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2015/09/09
Publicações Económicas

Panorama: América Latina

O crescimento na América Latina vem desacelerando desde 2011. Essa situação dramática está sendo exacerbada por fatores cíclicos presentes desde o segundo bimestre de 2014.

Nesse estudo, focaremos nas economias da Argentina, Colômbia e Equador. A Argentina realizará eleições presidenciais em outubro e se espera que encontre um ponto de equilíbrio em 2015. A Colômbia apresentou um forte desempenho em 2014, mas perdeu sua dinâmica devido à baixa no preço do petróleo. Já a economia do Equador também permanece altamente afetada pelo baixo nível dos preços do petróleo.

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2015/12/08
Publicações Económicas

Panorama: Setor Automotivo – Europa Central

O setor automotivo da Europa Central está altamente dependente de investimentos estrangeiros, mas há dinâmicas positivas na demanda doméstica.

A região da Europa Central se tornou um destino atrativo de investimentos para fabricantes globais de carros. Em 2014, 3,6 milhões de veículos foram produzidos no Leste Europeu, o equivalente a 21% do total de produção. Nos países da Europa Central cobertos pelas análises da Coface, existem 33 fábricas de automóveis, das quais a grande maioria foi criada pelo fluxo de investimento estrangeiro direto (IED). As análises mostram que, apesar da recente alta na dinâmica de venda de carros gerada pelos clientes locais, as fábricas da região continuam altamente dependentes desse tipo de investimento.

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2015/17/07
Publicações Institucionais

Coface Activity Report – 2014

Apoiado por aproximadamente 70 anos de experiência, o Grupo Coface é líder mundial em seguro de crédito. Reconhecido especialista na análise e gerenciamento de riscos macro e microeconômicos, o grupo proporciona soluções globais completas, flexíveis e expansíveis para proteger todas as empresas – independentemente de seu tamanho, nacionalidade ou setor de atividade – contra o risco de insolvência de seus devedores, no mercado doméstico ou exterior.

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2015/30/06
Publicações Económicas

Panorama: África Subsaariana e perspectiva mundial de risco país.

Neste Panorama, inicialmente estabelecemos um estudo examinando a situação econômica e a perspectiva para a África Subsaariana. Após um longo período de escuridão, o clima econômico se tornou mais favorável, apesar da falência do Lehmann Brothers em 2008 e da crise da dívida soberana na zona do euro.

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2015/29/06
Publicações Económicas

Panorama Índia: Feliz aniversário, Sr. Primeiro Ministro!

Em maio de 2014, após cinco semanas de eleições legislativas, Narendra Modi – Partido Bharatiya Janata – se tornou Primeiro Ministro. Eleito sem a necessidade de aliados, esse é o primeiro governo sem coligações nos últimos 25 anos.

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2015/16/06
Publicações Económicas

O fim das cotas de leite na Europa.

Desde a introdução das cotas de leite em 1984, até seu fim efetivo em 2015, a produção de leite passou por diversas reformas. Regulamentando o mercado por mais de 30 anos, as cotas de leite desapareceram em 1 de abril de 2015.

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2015/15/06
Publicações Económicas

Panorama: Insolvência – Europa Central e Europa Ocidental

2014 trouxe melhores condições para a atividade econômica das empresas na região da Europa Central e da Europa Ocidental, graças à recuperação da demanda doméstica (especialmente pelo consumo das famílias na maioria das economias da região), assim como à perspectiva melhorada da Zona do Euro.

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2015/14/06
Publicações Económicas

Turquia – desafios em meio a mudanças mundiais.

Após uma década de reformas bem implementadas e altos índices de crescimento, a economia turca apresenta dificuldades para manter a mesma performance de crescimento.

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2015/13/06
Publicações Económicas

Marrocos – o desafio de se tornar uma economia emergente.

A economia marroquina se manteve resistente durante a última crise mundial e esteve apta a resistir à Primavera Árabe. Em um ambiente internacional de crescente instabilidade, o Marrocos se manteve estável.

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2015/12/06
Publicações Económicas

O que vemos na região Ásia-Pacífico.

A Coface desenvolve uma pesquisa anual que examina as práticas e tendências de pagamento corporativo na região Ásia-Pacífico. Em 2014, essa pesquisa abrangeu a economia de oito países – Austrália, China, Hong Kong, Índia, Japão, Singapura, Taiwan e, pela primeira vez, Tailândia. O estudo revelou alguns indicadores chave que mostraram sinais de leve declínio.

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2015/11/06
Publicações Económicas

Panorama: Overview – República Checa.

A República Checa está novamente em ascensão. Após cair em recessão em 2012 e 2013 devido a uma afiada consolidação fiscal e à crise da dívida soberana na Zona do Euro, a economia checa apresenta um momento de recuperação, alcançando uma sólida taxa de crescimento de 2,0% em 2014 e que deve chegar a 2,5% em 2015, de acordo com as projeções da Coface.

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2015/10/06
Publicações Económicas

Panorama: Perspectiva de risco mundial.

Iniciamos este panorama desenvolvendo um estudo que examina como as economias avançadas então enfrentando o desafio do baixo crescimento econômico desde o colapso do Lehman Brothers, ocorrido há sete anos.

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2015/09/06
Publicações Económicas

Panorama: Barômetro de risco setorial mundial.

As mudanças em nossa avaliação de setores refletem o desenvolvimento da economia mundial desde o fim de 2014, marcado pela valorização do dólar em contraste com outras moedas, o colapso no preço do petróleo e a recuperação gradativa na Zona do Euro.

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2015/17/03
Publicações Económicas

Panorama: Insolvência - as tendências de insolvência no Brasil.

O cenário econômico brasileiro permanece sensível. A atividade econômica não deve ter crescido em 2014 e a Coface espera uma contração de 0.5% em 2015. A indústria recuou 3,2% em 2014 e provavelmente reportará mais um desempenho negativo nesse ano.

Qual a explicação para o atual momento vivido pelo país e como esse cenário impacta a capacidade de pagamento das empresas? Nesta edição do Panorama, abordaremo a conjuntura econômica atual, as tendências de insolvência no Brasil e os setores mais sensíveis.

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2015/04/03
Publicações Económicas

Panorama: Latin America – o impacto na América Latina da redução no preço internacional do petróleo.

A América Latina é grande produtora de commodities e a recente queda do preço do petróleo reflete sobre os países da região de distintas formas. Quais países poderiam se beneficiar dos menores preços internacionais – e quais seriam negativamente impactados?

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2015/26/02
Publicações Económicas

Panorama: LATAM – crescimento acelerado dos países do Pacífico.

Três décadas atrás, a América Latina era associada a termos negativos como ditadura, crise da dívida e alta inflação. Todavia, ao passar dos anos, a região passou a ser associada ao crescimento econômico, à nova classe média, à redução da pobreza e ao controle da inflação.

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