Set-Dez 2008: um quadrimestre de imensos desafios na Coface

1 de setembro de 2008

Caros,

Hoje, dia 1 de setembro, os colegas da área Comercial da SBCE finalmente se juntaram (fisicamente) à equipe da Coface do Brasil. Na próxima 5af, dia 4, estaremos no Rio de Janeiro fechando a tão aguardada aquisição e iniciando vida nova para as duas organizações. O desafio da integração, no entanto, está apenas começando.

Um segundo mega projeto é o lançamento da nossa linha de Trade Receivables Finance (TRF para os “íntimos”). Estamos em avançadas discussões com o nosso controlador na França, Natixis, visando a operação desta linha através do Banco Natixis - Banco Múltiplo, o que trará uma série de benefícios para clientes, acionistas, funcionários e sociedade como um todo.

Hoje focarei no desafio SBCE: como venho dizendo faz tempo, apesar de societariamente esta transação ser uma aquisição de controle acionário, em termos de gestão será uma fusão. Cada companhia tem um expertise diferente e diferenciado, ambas são líderes incontestes em seus respectivos nichos de atuação, o perfil dos profissionais é complementar e por aí segue a lista.

E as culturas, serão similares? Aposto que não! Estou certo que esta provável diversidade cultural será muito útil para nós todos. Identificaremos os pontos fortes de cada instituição e mesclaremos os melhores atributos de cada lado. Naturalmente, os nossos valores, missão e visão - devidamente espalhados por todas as paredes da companhia -, formam o “tronco” da nossa atitude frente aos negócios e parceiros, i.e. isto não é negociável. Já os “galhos” - desta árvore frondosa que será a nova Coface-SBCE - estes sim poderão ser podados, “arquitetados”, utilizando-se as melhores técnicas e práticas de cada um de nós.

E o desafio não será apenas na questão cultural. Nossos colegas da área Comercial, dos dois Times, terão que aprender os produtos uns dos outros. E em muito breve, ambos terão que aprender um novo produto, o de financiamento/aquisição de recebíveis! Mas eu não tenho dúvida que este será “apenas” mais um passo bem sucedido nas carreiras de todos os envolvidos.

Eu estou absolutamente convencido que temos times vencedores. Dúvidas? A Coface vem se reinventando há dois anos, e não pára de crescer (mais rápido do que o mercado). A SBCE, que viveu sob o mal-estar de “estar sendo vendida durante 2 anos”, não perdeu o pique e recuperou market-share!

O nosso negócio - serviços - é feito por gente! E a nossa gente, Coface + SBCE, é de fibra, de primeira qualidade! Somos fadados ao sucesso!

Em breve, quando tiver novidades concretas, discutiremos o negócio TRF e a nossa relação com o Natixis.

Abraços + sucesso, Fernando

Reflexões sobre uma “segunda carreira”

11 de agosto de 2008

Olá,

Este post trata da chamada “segunda carreira”, que corre em paralelo com a nossa atual carreira.

Calma! Não estou sugerindo que devemos mudar de emprego, ou arrumar um segundo emprego!!

O link abaixo trata deste assunto e foi escrito pelo especialista em RH Renato Bernhoeft, tendo sido publicado no Valor Econômico de hoje. Vale para leitura e reflexão.

Do meu lado, comento o seguinte: o mundo está muito “horizontal”, novos conhecimentos e situações desconhecidas nos desafiam a cada minuto. Há um crescente risco de ficarmos “obtusos e obsoletos” por conta de vivermos um dia-a-dia sem brilho, tipo casa-trabalho-casa (PS: intercalado por muito transito…), fazendo apenas “mais do mesmo”, dia após dia. Quer dizer, poder, podemos, mas o custo para nossas carreiras é alto.

Eu sou inquieto por natureza e isto trás um outro tipo de custo: desta feita para a saúde. Quando não sabemos lidar bem com o excesso de tarefas e projetos, que sempre vem acompanhado de mais pressão, a saúde paga a conta.

De qualquer forma, eu optei por iniciar uma segunda carreira, que - coincidentemente - tem a ver com o que sempre fiz e continuo fazendo na Coface: cultura de crédito. Estou trabalhando no lançamento de uma ONG a ser chamada Instituto para o Desenvolvimento da Cultura do Crédito (IDCC). O nome é pomposo, mas a sua missão é simples: levar conhecimento e fornecedores de soluções para pessoas e empresas que tenham dificuldade para lidar com suas dívidas e credores. O meu blog “não-Cofaceano” ( http://blogdocredito.wordpress.com ), para o qual vocês são mais que convidados a frequentar, foi o primeiro passo na direção a esta “segunda carreira”.

Escrever no blog é terapeutico para mim, acreditem. E se este tipo de atividade me ajuda a pensar nos negócios (e.g. tendências, riscos, etc.), também me relaxa e me faz aguentar firme os desafios que a vida corporate impõem.

Bem, talvez eu devesse é pedalar mais para relaxar, mas isto talvez venha a ser uma “terceira carreira”…a ser praticada de madrugada!!

Abraços, boa leitura e, por favor, comentem,

Fernando

http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/eueinvestimento/167/Manter+uma+carreira+paralela+ajuda+a+manter+a+identidade,,,167,5085013.html

Sonhos: pequenos ou grandes, todos são bons quando realizados

8 de agosto de 2008

Olá!

Quanto tempo sem postar! A coisa anda corrida, mas os motivos são nobres!

Profissionalmente falando - e acho que “na pessoa física” também - eu sou um sonhador. Não consigo levantar da cama se eu não tiver um sonho para realizar. E os sonhos me apaixonam. Portanto, em tudo o que eu meto a mão, o coração vem junto. Do contrário, eu não saio da cama…

Ao ver a nossa Intranet, brilhantemente produzida pela dupla Jeane-Hugo e que será alimentada por todos vocês, eu realizei um sonho. Quem já trabalhou em grandes empresas talvez ache que isto não tem nada demais, mas para quem chegou na Coface há 2 anos como eu, isto é uma evolução tremenda. Revolução cultural, eu diria.

Parabéns a cada um de vocês! E um especial para Hugo e Jeane (agora eu inverti os nomes…)!

Outros mega-sonhos estão a caminho. Em breve, a SBCE começará a despachar do nosso escritório. A área Comercial será a primeira a se integrar. As áreas Técnica e Administrativa virão em breve. Novos profissionais da SBCE já estão sendo contratados diretamente pelos nossos departamentos Financeiro e de IT. Estes novos colegas já começarão a trabalhar aqui em São Paulo.

O outro sonho é o lançamento da nossa 4a linha de negócio: o Trade Receivables Finance (TRF), também chamado de Factoring. Este projeto deu uma mega-acelerada nas últimas semanas e está caminhando muito bem. Não posso falar muito mais no momento, mas em breve trarei boas notícias!

É isso. Sonhos, paixão, resultados e crescimento profissional! É assim que eu levo a minha vida profissional. Do contrário, fico na cama.

Abraços e um ótimo fim de semana para todos!

Fernando

(Boas) Notícias de Paris

22 de julho de 2008

Prezados colegas,

A turbulência financeira que vem afligindo instituições financeiras nos EUA e em boa parte da Europa, também impactou nosso controlador, o Banco Natixis.

Porém, a força do grupo é inquestionável, dado que os acionistas controladores do Natixis nele injetaram a bagatela de EUR 3,7 bilhões!! O banco está capitalizado e saudável, mas focado em cortar custos, naturalmente. E essa pressão desce até o nosso nível, o que é igualmente natural. Mas estamos crescendo e não há qualquer corte a ser feito, ou seja, temos é que ser cuidadosos na expansão.

Outra boa notícia que chega do nosso CEO J.Cazes, é que os resultados da Coface estão positivos neste primeiro trimestre - e ele nos agradece pela expressiva contribuição que demos.

Para concluir, eu anexo o último relatório da agência de rating Fitch, que manteve o excelente rating da Coface, apesar da conjuntura de crise que começa a dar sinais lá fora. Voltarei a este tema.

http://topmanagers.coface.dns/TopManagers/ShowBinary/Top%20Manager%20Repository/phoneBook/content/files/Coface_Report_Jul08.pdf

Boa leitura + abraços + sucesso,
Fernando

Coface é destaque na Revista Cliente

21 de julho de 2008

Prezados,

A Coface do Brasil teve um mega destaque na última edição da revista Cliente S.A., na qual fomos capa e tema da matéria principal desta publicação. Além disso, o Daniel Nobre, diretor comercial, que brilhou num recente congresso sobre crédito e cobrança promovido pela mesma revista, também aparece com crédito e foto.

Agora também estamos no site da revista, com o vídeo abaixo.

http://www.tvip.callcenter.inf.br/interna.asp?sp=tv_ondemand.asp&v=213&cat=3&scat=0&s=OnDemand

Curtam o sucesso da nossa companhia, que é feito por cada um dos colaboradores e parceiros de negócio, com o objetivo de encantar e agregar valor para nossos clientes.

Abraços!

A última 6af e a minha visão de gestão

7 de julho de 2008

Colegas e leitores em geral,

Na última 6af tivemos uma animada Festa Julina. A partir da mesma, divido com você alguns pontos que bem ilustram o nosso modelo de gestão:

  1. Gestão Participativa: a idéia da Festa não nasceu na diretoria, mas de vocês mesmos. A diretoria apenas aprovou o conceito e liberou recursos e horário. Esta é sacada: vocês têm que participar e contribuir mais para o desenvolvimento da Companhia. Além de eventos sociais e esportivos, no seio do nosso Coface Club, sejam investigativos e curiosos. Sempre tem algo para se melhorado e eu convido cada um de vocês a sugerir mudanças produtivas para a Coface do Brasil. Importante: para inovar não precisa revolucionar; pequenas coisas têm um efeito tremendo!
  2. Gestão de Recursos Humanos: o que vi na festa foi um grupo feliz, interagindo uns com os outros, independente da área de atuação. O meu lema histórico é: Equipe Produtiva e Feliz. Gente infeliz não é produtiva e não trata bem o cliente, pelo contrário. Só felicidade, sem produtividade, não trata bem o acionista…então, o balanço perfeito é Produtividade e Felicidade. Cada um de nós, gestores, temos obrigação de manter este lema vivo diariamente.
  3. Foco no Negócio: na Festa, divulgamos uma série de conquistas da Coface (e.g. aquisição da SBCE, market-share, etc.). É isso: temos que ser ambiciosos e crescer de forma consistente e sustentável, em linha com os nossos Valores Corporativos.
  4. Agilidade/flexibilidade/adaptação: entre a data que a idéia me foi trazida e o dia do evento em sí, fomos rápidos e inventivos. É assim que temos que lidar com os negócios no dia-a-dia. O mundo dos negócios gira cada vez mais rápido e as exigências que nos são impostas aumentam brutalmente. Nossos clientes sofrem pressão de seus mercados e, com legitimidade, nos repassam tal pressão, exigindo resposta rápida e precisa! Temos também que nos adaptar, adaptar nossos produtos, enxergar os desafios de uma forma mais aberta (”fora da caixa”, do inglês “out of the box”).
  5. Qualidade: não há dúvida que a qualidade do evento foi AAA. As barracas, os comes e bebes, a organização, a ambientação e, principalmente, a caracterização da Kelly e da Danielle, foi tudo excelente. É desta forma que temos que entregar nossos serviços para os clientes! A área Comercial vende, mas quem entrega e contruibui fortemente para a retenção dos clientes, são os colegas das áreas Técnicas. Vamos focar, cada vez mais, na Qualidade da nossa entrega!´
  6. Trabalho em Equipe: a partir da conceitualização e coordenação, passando pela contratação, trabalho operacional (e.g. pregar bandeirinhas), aprovação da grana pelo Financeiro, das fotos e divulgação do Marketing, da gestão dos recadinhos e votação para Noiva e Noivo….ufa…e deve ter mais…o nome do jogo bem sucedido é Trabalho em Equipe. Sem este Valor, ninguém chega a lugar nenhum.

Viram como a partir de uma singela Festa Julina para 40 pessoas podemos projetar todo um modelo de gestão empresarial?

Boa semana para todos! FB

Como anda a sua leitura? Isto é sério…

2 de julho de 2008

Olá,

Pode não parecer, mas como gestor eu (e todos os gestores dignos desta alcunha) presto atenção em cada ação da minha equipe, i.e. vocês, com maior ênfase para os que reportam direto para mim.

Mas o recado aqui é geral - e cada um o analise como convier, ok? Aliás, este post só não vale para a Frédérique, pois ela é entrangeira e se comunica bem demais em nosso idioma.

O fato é que eu noto claramente as deficiências linguísticas nas pessoas, i.e. escrevem mal, falam sem uma lógica correta (sem falar em alguns errinhos de concordância de vez em quando), sendo que o pior é quando tentam “falar difícil”. Ah, e tem também a pontuação das frases, que merece um post à parte.

Eu erro no português, vamos deixar bem claro! É um idioma complicado e eu talvez não tenha sido dos alunos mais aplicados nesta matéria (eu gostava de geografia, razão pela qual devo ser um dos poucos brasileiros que sabe que a capital do Cazaquistão é Astana - antes era Almaty). Cultura inútil é isto…

Bom, voltando ao que interessa (para vocês), escrever errado causa uma péssima impressão!!!!! Joga por terra um monte de competências que o profissional possa ter, acreditem-me.

Quanto a falar de forma pobre (sem riqueza de vocabulário, erros ou lógica tortuosa) é péssimo!!!!!!

Mas por que os ‘pontos de exclamação’? É porque eu já escrevi sobre isto e tenho dúvidas se alguém deu bola para o assunto…

Gente, eu não quero nenhum Machado de Assis na Coface! Vivemos na era do MSN, onde as pessoas se comunicam com um outro código, tipo ‘blz’, ‘pls’, etc. Mas profissionalmente a coisa pega quando erros primários acontecem.

Como mudar isso: leitura atenta. Só isso. Bom, ter um dicionário à mão ajuda na hora de escrever. A leitura - e não precisa ler o Machado de Assis, só para ficar no mesmo escritor - pode ser sobre temas gerais (de Caras a Exame), mas tem que ter alguma frequência.

É isso. E é para o bem de quem precisa.

Abraços, FB

Coisas boas acontecendo na Coface!

1 de julho de 2008

Pois é, eu voltei de férias, mas ando um pouco sumido - fisicamente e do blog também…, mas a causa é nobre:

Nesta 5af iremos assinar o contrato de compra e venda das ações da SBCE. Está tudo confirmado! Os trabalhos de integração das equipes também estão em andamento, com várias aprovações para acontecer em Paris e na CHAL.

Exposição

Mudando de tema, já foi divulgado nos Boletins de Comunicação que nosso colega Daniel Nobre representou a Coface com grande destaque, ao palestrar nos seguintes eventos:

  1. II Congresso de Crédito e Cobrança - Revista Cliente S.A.
  2. Risk and Cash Management Forum - AMCHAM

Por que palestrar, dar entrevista, blogar, etc., é tão valorizado por mim, nesta empresa? Alguns bons motivos:

  1. Sem fantasias, o tamanho do nosso negócio (da Coface e da concorrência) não permite investimento em propaganda/mídia.
  2. O nosso negócio não é simplesmente “vender apólice de crédito”, mas identificar necessidades na gestão de risco de crédito dos nossos clientes e oferecer soluções que as atendam. O nosso negócio é CONHECIMENTO e INTELIGÊNCIA - e isto tem que ser divulgado.
  3. Desde há muito tempo, a “publicidade espontânea”, que é obtida quando somos palestrantes ou entrevistados, é muito mais eficiente do que a publicidade paga.
  4. Estudos mostram que a nova geração (dos 25 anos para baixo), i.e. os nossos futuros clientes (e vários atuais), não só resistem à publicidade paga, mas usam como referência informações coletadas e analisadas a partir da web 2.0, i.e. Blogs…

Estamos no caminho certo, com grande destaque em diversos ambientes de negócio, grande mídia e agora partimos para mídia segmentada e nichos de produto e mercado!

Market-share

Todo o esforço acima citado - dentre tantos outros - não é, necessariamente, para ganhar mercado HOJE. Por que? Os dados liberados pela SUSEP mostram, de novo, que a Coface do Brasil é líder absoluta no mercado de seguro de crédito interno.

  • YTD maio 2008: 61%
  • Acumulado últimos 12 meses: 55%

É isso. É hora de continuar trabalhando duro, pois o ano ainda é longo e a integração com a SBCE será um agradável e importante desafio. Mas também é hora de celebrar: nesta 6af teremos a I Festa Julina da Coface e estou curioso para saber quem será a Noiva, o Padre…

Abraços a todos!

Retorno de férias e observações de viagem

25 de junho de 2008

Prezados colegas,

Retornei de férias, ainda que pouco tenha me afastado dos negócios, por conta desta maravilha (?!) chamada BlackBerry. Não é a toa que o chamam de CrackBerry, pois vicia…

Estive em Dubai, pequena (1,8 milhões de habitantes) cidade-estado dos Emirados Árabes Unidos (EAU), que é o maior canteiro de obras do planeta.´

Dubai é governada pelo Sheik de Dubai, que “reporta” para o Presidente dos EAU, que por acaso é o Sheik de Abu Dhabi, que é outro Emirado como Dubai, só que maior. Algumas observações:

1. O Sheik de Dubai resolver transformar o seu pequeno deserto particular, relativamente forrado de petroleo e gás (commodities de muito valor desde 1973), em um país que se desenvolverá e se manterá rico mesmo depois que o petroleo e o gás acabarem por lá (mais uns 25 anos, segundo algumas estimativas).

2. O Sheik contratou os melhores (e seguramente os mais caros) consultores do mundo para que lhe entregassem um Plano de Ação. Estes disseram que deveriam explorar turismo, entretenimento e serviços financeiros, tudo voltado para o público AAA.

3. Como o dinheiro ainda sobra por lá, ele decidiu seguir o conselho e fazer tudo isso…de uma só vez!

4. Edificaram uma generosa rede de hotéis de luxo, shopping centers para todos os gostos - sendo que o maior tem até pista de ski coberta -, safaris no deserto, os mais modernos projetos residenciais e de escritórios, etc., etc., estão concluindo um circuito de Formula-1, festivais de música e teatro abundam, golf, etc., a lista é longa! Dizem que os guindastes para construção cívil estão em falta no mundo, pois a maioria deles está em Dubai!

5. A população local, ao redor de 180 mil pessoas, recebe toda sorte de apoio do Sheik, e.g. casa, energia, água, escola (de 1o. mundo!), “Bolsa-família”, etc. A maioria não trabalha, e não precisa, pois o governo só exige que mantenham os filhos na escola!. Mas eu disse que eram 1,8 milhão, certo?! O resto é “mão-de-obra importada”, sendo a maioria (40%) da Índia, e muitos da China, Filipinas, Indonésia, etc. Poucos brasileiros. É gente de 140 nacionalidades diferentes.

6. Tudo funciona muito bem! Invejável mesmo! Até o pessoal da segurança do aeroporta é internacional, mas trabalham com a mesma seriedade de um local. Lá não tem indústria, não há “produto”. O negócio do país é serviço, e o negócio serviço só vai pra frente se os funcionários encantarem os clientes. Em Dubai eles respiram este conceito!

Fatos que reforçaram algumas visões que já dividi com vocês:

1. Cliente no centro da estratégia, atenção a detalhes: para este povo, o cliente (i.e. o visitante) só está abaixo do Sheik! Você é ‘assessorado’ o tempo todo; todo mundo é cordial, gentil e preocupado em antecipar as suas necessidades. E sempre sorrindo! Apesar do calor escaldante, que justificaria uma certa preguiça - não lá!

2. Gestão da diversidade: como eles fazem o país funcionar e crescer em tantas frentes, com tanta gente diferentes (140 países!), é um segredo para mim. É a prova cabal que diversidade funciona e agrega valor.

É isso por enquanto.

Abraços, FB

Compra da SBCE e o folclore brasileiro

25 de junho de 2008

Prezados colegas,

Vocês devem se lembrar do Saci Pererê, da Mula sem Cabeça, e de outros seres que o imaginário popular insiste em dizer “que existe”.

Pois bem, a aquisição da SBCE estava quase se enquandrando no grupo acima, mas finalmente temos boas e concretas notícias:

NO PRÓXIMO DIA 3 DE JULHO, 5af, ESTAREMOS NO RIO DE JANEIRO PARA ASSINAR A AQUISIÇÃO DE 48% DAS AÇÕES DA COMPANHIA.

Agora vai! Agradeço o empenho dos colegas que participaram do processo até agora, e convido todos a se engajarem no processo de integração, que em breve se iniciará.

Abraços, FB