Arquivo de dezembro de 2009

Coface no Universo Web 2.0

domingo, 6 de dezembro de 2009

Quando fui convocada para implementar o projeto de inserir a Coface na web 2.0, confesso que no início fiquei um pouco reticente.

Imediatamente, na minha mente, vinham ferramentas da mídia social, como o Orkut, Facebook, Twitter, Myspace, YouTube, etc., que faz todo o sentido para empresas no segmento do B2C estarem presentes, afinal além de se comunicarem com a massa, a maioria precisa interagir com a nova geração da era digital.

Mas quando se trata de organizações voltadas para o mercado B2B, como é o caso da Coface, para mim, havia pouca lógica nisso. E, vejo que muitos colegas meus de profissão passaram ou estão passando pelos mesmos questionamentos que fiz.

Ao pesquisar mais sobre o assunto, vi que estava bem enganada. É inegável o poder que as mídias sociais possuem nas camadas mais jovens da população, porém não podemos esquecer que se tratam de veículos que geram interatividade entre uma empresa e seus vários públicos. Então, porque não utilizá-las para gerar conteúdo e abrir discussões que venham enriquecer o nosso relacionamento com os clientes e corretores de seguros? Até o Twitter lançou um guia especial de como utilizar esta mídia no âmbito dos negócios.

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Crédito da imagem: Blog Chapa Branca

 

Além disso, a web 2.0 nos permitiria disponibilizar canais alternativos para que o nosso público pudesse interagir com a Coface de forma transparente e colaborar no estabelecimento de melhorias em nossos serviços e produtos.

Passada a etapa da aceitação do conceito, chegou o momento do planejamento e da execução, talvez uma das mais difíceis no processo.

Não queríamos estar em todas as mídias, pois queríamos evitar o simples modismo. Precisávamos selecionar os canais que fossem mais adequados e que permitissem a maior troca possível de informações e colaboração entre nossos clientes, corretores de seguros, parceiros de negócios e colaboradores.

Após várias discussões e reuniões internas, finalmente selecionamos as ferramentas que julgamos serem mais adequadas para o tipo de comunicação com nosso público.

O resultado de todo este projeto desafiador está sendo lançado hoje e publicado em nosso site.

Os próximos capítulos de como esta ação será recebida por nossos clientes, corretores de seguros, parceiros de negócios e colaboradores será escrita por eles próprios. Afinal, a Coface entrou no universo da web 2.0 justamente para disponibilizar opções de canais em que eles poderão opinar, criticar e fazer sugestões.

Isto é um verdadeiro relacionamento colaborativo!

 

Posted by Jeane So – Marketing

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O que é, e para que serve o Compliance?

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nos dias de hoje, em meio à crise financeira que abalou os mercados mundiais, aumenta cada vez mais a necessidade de conhecer melhor os serviços e produtos que você e sua empresa adquirem, se estes possuem elevados padrões de qualidade e o grau de riscos que podem lhe oferecer ou mesmo minimizar.

Preocupação com a qualidade é ordem do dia! E é para isto que existe a área de Compliance nas empresas.

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A palavra Compliance vem do verbo em inglês “to comply”, que significa “cumprir”, “satisfazer”, “executar”.

Quando uma empresa está em Compliance, significa que ela está em conformidade, ou seja, cumprindo as leis e regulamentos internos e externos. Para que isso ocorra, todos os colaboradores dentro da Instituição devem se envolver, sempre executando suas tarefas dentro dos mais altos padrões de qualidade e ética.

No Brasil, as empresas participantes dos mercados de seguros, previdência privada aberta, capitalização e resseguro devem cumprir, além de leis federais, estaduais, municipais e decretos, os normativos de autoridades regulatórias como a SUSEP- Superintendência de Seguros Privados, assim como o regulamento interno da empresa. Já os Bancos seguem as normas do Banco Central do Brasil.

A missão da área de Compliance em uma Instituição está voltada a assegurar a existência de políticas e normas, pontos de controle nos processos para mitigar riscos, relatórios que visem melhorias nos controles internos e práticas saudáveis para a gestão de riscos operacionais.

Tudo isso para garantir credibilidade frente a clientes, fornecedores, acionistas e colaboradores, de forma transparente, assegurar que a estrutura organizacional e os procedimentos internos estão em conformidade com os regulamentos externos e internos, além de permitir que a companhia mantenha suas finanças saudáveis, minimizando riscos de perdas.

 

Posted By Michele Ruiz – Compliance

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