Arquivo de janeiro de 2010

Coface Country Risk 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, Country Risk 2010, em Paris.

Este evento renomado aborda temas como análise de risco-país e setores, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.

Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.

Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como Jean-Claude Trichet (Presidente do Banco Central Europeu), Nouriel Roubini (Professor de Economia da Universidade de Nova York), Kenneth Rogoff (Professor de Economia da Harvard) e Javier Santiso (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.

Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.

As principais questões a serem abordadas na conferência de 2010 são:

  •  - A recuperação da economia é de alto risco?
  •  - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?

 

Pascal Lamy (Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como Dean Baker (Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do BNP Paribas) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.

Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela Amazon, possui os seguintes dados: 

  •  - Análise de risco e rating pela Coface
  •  - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.
  •  - Indicadores econômicos por país.
  •  - Histórico e tendências de pagamento.

É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “Country Risk and Sector Rating”.

Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:

http://www.risque-pays.coface.fr/en/

 

 

Posted By Jeane So – Marketing

Enviar este post em PDF para PDF Creator

Uma nova visão de Atendimento ao Cliente

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Seguro de Crédito ainda é relativamente novo no Brasil, apesar de ser altamente difundido na Europa e nos Estados Unidos.

Para a maioria dos clientes, a associação de valor no seguro em geral e a prestação dos serviços oferecidos somente é tangível no momento da indenização do sinistro. Isto acaba gerando uma baixa percepção quanto à qualidade do produto e aos serviços disponibilizados pela Seguradora.

No caso do seguro de crédito especificamente, o contato com o cliente é constante, pois as necessidades e solicitações de limites de crédito ocorrem ao longo da vigência da apólice. 

É por este motivo que a nossa abordagem de prestação de serviço ao cliente tem que ser diferenciada se comparada com outras categorias de seguros.

Lançamos recentemente a nossa área de Atendimento ao Cliente que tem por objetivo ser mais do que apenas um canal de contato com o cliente, mas também de ser um canal de relacionamento com ele durante toda a vida da apólice e de prestar apoio ao seu corretor de seguros.

Isto significa que nossa área de Atendimento ao Cliente não tira apenas dúvidas sobre o seguro, mas também aconselha o cliente na condução de seus negócios. Realiza o acompanhamento de suas demandas de crédito relacionadas aos contratos da sua carteira de clientes e solicitações referentes ao produto.

A Área de Atendimento ao Cliente está disponível nos seguintes canais de relacionamento:

 

 Posted by Guilherme Bastos – Atendimento ao Cliente

Enviar este post em PDF para PDF Creator

Estados Unidos: Expectativa de recuperação para 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à Zona do Euro.

As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.

Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. 

Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países? Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.

Conta de Capital: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.

Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na Balança Comercial de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.

 

Posted by Patrícia Krause – Economia

Enviar este post em PDF para PDF Creator