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Como driblar o Segurês?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Termos técnicos, jargões, siglas…como fazer para que todos entendam sobre Seguros?

O “segurês” é um dialeto que já começa confundindo.  Em qualquer situação, prêmio é alguma coisa que se ganha, enquanto que para o cliente é aquilo que ele paga. Este é só o começo da confusão.

No mercado de seguros o linguajar técnico ainda é muito presente, bastam alguns minutos com seguradoras ou corretoras que logo começa uma conversa cifrada que é muito difícil que alguém, que não esteja familizado, entenda.

São siglas, palavras estranhas e expressões que apesar de parecerem óbvias para quem trabalha com seguros, são pior que grego para o público em geral. Exemplos temos aos montes: IPD, IPA, LAP, sinistro, DCL, decessos, malus,VR, LMI, enfim, o tempo passa, novas gerações entram no mercado e todo o palavreado segue como está.

É justamente por isso que é tão difícil abandonar o “segurês”. Seguro não se aprende na escola, na grande maioria dos casos as pessoas aprenderam “amassando barro”, trabalhando e buscando a experiência de outros profissionais, que já absoreveram este “idioma próprio”, e que naturalmente tende a passar para os mais novos este estilo de comunicação.

Há que se considerar que o “segurês” efetivamente facilita bastante a vida das seguradoras e corretoras, pois através de algumas poucas siglas e palavras conseguimos definir tudo que queremos dizer e saber sobre uma cotação ou apólice.

O problema está na dificuldade que isso pode gerar do outro lado do balcão, com nossos clientes segurados. Tente explicar em poucas palavras a diferença entre primeiro risco absoluto e primeiro risco relativo, por exemplo. Parece fácil, não?

Este tipo de entrave não acontece só com seguros. Tente acompanhar uma roda de amigos médicos ou engenheiros, é quase impossível!

De qualquer forma, deve partir de cada um de nós um esforço para facilitar a comunicação com nossos clientes, de forma a tornar todo nosso relacionamento comercial o mais claro possível, através de linguagem simples e de uso cotidiano. É assim que a Coface age, todos os profissionais são preparados para traduzir para o cliente segurado toda e qualquer dúvida que possa surgir. Para nós é importante que cada ponto de uma negociação esteja claro para todas as partes.

Posted by Ricardo Anbar – Diretor Comercial

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Nova Ferramenta de Análise Econômica

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Análises econômicas são essenciais para auxiliar o direcionamento de qualquer negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte.

Há mais de 60 anos, a Coface vem disponibilizando formas para que seus clientes possam ter acesso a esses estudos. Como a “veia” do seu negócio é justamente dar proteção a riscos de crédito nas transações comerciais, é bastante lógico que é de seu total interesse disponibilizar o máximo de informações econômicas para que as empresas possam direcionar seus negócios.

Com a realização do Country Risk 2010 em Paris, a Coface lançou oficialmente uma nova ferramenta, mais completa e dinâmica, para avaliações de risco de crédito.

Os estudos estão divididos em 3 categorias para facilitar a consulta:

1. Risco-país

Analisa evoluções de risco-país (reavaliação a cada trimestre) e realiza previsões que são preparadas pelo departamento de Pesquisa Econômica e Risco País da Coface.

O objetivo desse estudo é de avaliar a média de risco de crédito das empresas em um determinado país. O rating é baseado em dados econômicos, financeiros e políticos.

Por exemplo, se uma empresa pretende abrir novos mercados externos, a mesma poderá consultar quais países possuem os mais altos ratings. Para ir mais fundo, é possível acessar dados como indicadores macro-econômicos, pontos fortes e fracos e avaliação de risco por país.

2. Setorial

Analisa a evolução dos índices de risco de crédito por setor (revisão a cada dois anos).

Esse estudo se baseia em dados macroeconômicos e realiza previsões de histórico de pagamento em um determinado setor.

Vamos pensar em uma empresa que quer comercializar seus produtos, seja interna ou externamente, para um determinado setor. Esse estudo mostrará os índices e fará uma análise de risco de crédito por setor de atividade no continente.

3. Análise do Ambiente de Negócios

Avalia a evolução do ambiente de negócios.

Esse estudo se baseia na qualidade da governança corporativa em um determinado país e a transparência financeira num panorama comercial.

Todos esses estudos estão disponíveis para consulta em nosso site.

A navegação é muito fácil e dinâmica, além de possibilitar realizar simulações em qualquer uma das categorias de análise. Isto poderá beneficiar e orientar uma empresa antes de realizar negócios em um determinado país ou setor.

Lembro que além dessa ferramenta, a Coface edita anualmente o livro “Country Risk”, que é vendido na Amazon, conforme citei em um post anterior.

 

Posted by Jeane So – Marketing

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Uma nova visão de Atendimento ao Cliente

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Seguro de Crédito ainda é relativamente novo no Brasil, apesar de ser altamente difundido na Europa e nos Estados Unidos.

Para a maioria dos clientes, a associação de valor no seguro em geral e a prestação dos serviços oferecidos somente é tangível no momento da indenização do sinistro. Isto acaba gerando uma baixa percepção quanto à qualidade do produto e aos serviços disponibilizados pela Seguradora.

No caso do seguro de crédito especificamente, o contato com o cliente é constante, pois as necessidades e solicitações de limites de crédito ocorrem ao longo da vigência da apólice. 

É por este motivo que a nossa abordagem de prestação de serviço ao cliente tem que ser diferenciada se comparada com outras categorias de seguros.

Lançamos recentemente a nossa área de Atendimento ao Cliente que tem por objetivo ser mais do que apenas um canal de contato com o cliente, mas também de ser um canal de relacionamento com ele durante toda a vida da apólice e de prestar apoio ao seu corretor de seguros.

Isto significa que nossa área de Atendimento ao Cliente não tira apenas dúvidas sobre o seguro, mas também aconselha o cliente na condução de seus negócios. Realiza o acompanhamento de suas demandas de crédito relacionadas aos contratos da sua carteira de clientes e solicitações referentes ao produto.

A Área de Atendimento ao Cliente está disponível nos seguintes canais de relacionamento:

 

 Posted by Guilherme Bastos – Atendimento ao Cliente

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Estados Unidos: Expectativa de recuperação para 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à Zona do Euro.

As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.

Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. 

Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países? Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.

Conta de Capital: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.

Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na Balança Comercial de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.

 

Posted by Patrícia Krause – Economia

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