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Programa Focus

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O cliente como centro dos negócios da Coface no mundo inteiro.

Na segunda apuração das três previstas para 2011, a operação brasileira da Coface permanece em primeiro lugar do ranking global do Programa Focus.

No Focus, programa mundial de qualidade na prestação de serviços da Coface, os clientes em todos os países onde a seguradora atua avaliam seu grau de satisfação. Os resultados permitem a melhoria constante na qualidade dos serviços.

A pontuação do Programa Focus leva em conta três critérios:

•    Monitoramento de dashboards (índices técnicos) – 30 pontos
•    Plano de ação para melhorias nos pontos deficientes – 40 pontos
•    Plano de comunicação (interno e externo) – 30 pontos

Um bom resultado no ranking reflete a excelência no trabalho de todas as áreas da empresa, direta ou indiretamente envolvidas na prestação de serviço ao cliente e corretores. O cumprimento das metas traçadas no Plano de Ação anual é essencial neste processo. Para 2011, o plano de ação se baseia em quatro atividades:

•    Índice de aceitação dos limites de crédito
•    Explicações dadas ao cliente sobre os limites de crédito
•    Tratamento no processo de sinistros
•    Profissionalismo da área de sinistros

O 1º. lugar do Brasil no ranking mundial nesta apuração parcial demonstra o grande comprometimento de todas as áreas em atingir a excelência nos serviços prestados. A cada ano, desde o início do Programa Focus, em 2007, o Brasil vem melhorando seus índices de performance. Isto é resultado do plano de ação que a subsidiária vem implementando anualmente, trabalhando nos índices avaliados como deficientes pelos clientes e corretores. Esses índices são destacados e discutidos internamente com as áreas envolvidas para encontrar soluções aos problemas apresentados, através de ações pontuais e que geram resultados.

A Coface tem feito uma grande campanha de comunicação interna para conscientizar os funcionários da importância em prestar um atendimento de qualidade aos clientes e corretores. A forma como a operação brasileira comunica com as equipes foi um dos fatores que levou o Brasil ao 1º. Lugar no ranking mundial.

Posted By Jeane So – Marketing

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Nova Ferramenta de Análise Econômica

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Análises econômicas são essenciais para auxiliar o direcionamento de qualquer negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte.

Há mais de 60 anos, a Coface vem disponibilizando formas para que seus clientes possam ter acesso a esses estudos. Como a “veia” do seu negócio é justamente dar proteção a riscos de crédito nas transações comerciais, é bastante lógico que é de seu total interesse disponibilizar o máximo de informações econômicas para que as empresas possam direcionar seus negócios.

Com a realização do Country Risk 2010 em Paris, a Coface lançou oficialmente uma nova ferramenta, mais completa e dinâmica, para avaliações de risco de crédito.

Os estudos estão divididos em 3 categorias para facilitar a consulta:

1. Risco-país

Analisa evoluções de risco-país (reavaliação a cada trimestre) e realiza previsões que são preparadas pelo departamento de Pesquisa Econômica e Risco País da Coface.

O objetivo desse estudo é de avaliar a média de risco de crédito das empresas em um determinado país. O rating é baseado em dados econômicos, financeiros e políticos.

Por exemplo, se uma empresa pretende abrir novos mercados externos, a mesma poderá consultar quais países possuem os mais altos ratings. Para ir mais fundo, é possível acessar dados como indicadores macro-econômicos, pontos fortes e fracos e avaliação de risco por país.

2. Setorial

Analisa a evolução dos índices de risco de crédito por setor (revisão a cada dois anos).

Esse estudo se baseia em dados macroeconômicos e realiza previsões de histórico de pagamento em um determinado setor.

Vamos pensar em uma empresa que quer comercializar seus produtos, seja interna ou externamente, para um determinado setor. Esse estudo mostrará os índices e fará uma análise de risco de crédito por setor de atividade no continente.

3. Análise do Ambiente de Negócios

Avalia a evolução do ambiente de negócios.

Esse estudo se baseia na qualidade da governança corporativa em um determinado país e a transparência financeira num panorama comercial.

Todos esses estudos estão disponíveis para consulta em nosso site.

A navegação é muito fácil e dinâmica, além de possibilitar realizar simulações em qualquer uma das categorias de análise. Isto poderá beneficiar e orientar uma empresa antes de realizar negócios em um determinado país ou setor.

Lembro que além dessa ferramenta, a Coface edita anualmente o livro “Country Risk”, que é vendido na Amazon, conforme citei em um post anterior.

 

Posted by Jeane So – Marketing

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Coface Country Risk 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, Country Risk 2010, em Paris.

Este evento renomado aborda temas como análise de risco-país e setores, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.

Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.

Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como Jean-Claude Trichet (Presidente do Banco Central Europeu), Nouriel Roubini (Professor de Economia da Universidade de Nova York), Kenneth Rogoff (Professor de Economia da Harvard) e Javier Santiso (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.

Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.

As principais questões a serem abordadas na conferência de 2010 são:

  •  - A recuperação da economia é de alto risco?
  •  - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?

 

Pascal Lamy (Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como Dean Baker (Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do BNP Paribas) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.

Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela Amazon, possui os seguintes dados: 

  •  - Análise de risco e rating pela Coface
  •  - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.
  •  - Indicadores econômicos por país.
  •  - Histórico e tendências de pagamento.

É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “Country Risk and Sector Rating”.

Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:

http://www.risque-pays.coface.fr/en/

 

 

Posted By Jeane So – Marketing

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Coface no Universo Web 2.0

domingo, 6 de dezembro de 2009

Quando fui convocada para implementar o projeto de inserir a Coface na web 2.0, confesso que no início fiquei um pouco reticente.

Imediatamente, na minha mente, vinham ferramentas da mídia social, como o Orkut, Facebook, Twitter, Myspace, YouTube, etc., que faz todo o sentido para empresas no segmento do B2C estarem presentes, afinal além de se comunicarem com a massa, a maioria precisa interagir com a nova geração da era digital.

Mas quando se trata de organizações voltadas para o mercado B2B, como é o caso da Coface, para mim, havia pouca lógica nisso. E, vejo que muitos colegas meus de profissão passaram ou estão passando pelos mesmos questionamentos que fiz.

Ao pesquisar mais sobre o assunto, vi que estava bem enganada. É inegável o poder que as mídias sociais possuem nas camadas mais jovens da população, porém não podemos esquecer que se tratam de veículos que geram interatividade entre uma empresa e seus vários públicos. Então, porque não utilizá-las para gerar conteúdo e abrir discussões que venham enriquecer o nosso relacionamento com os clientes e corretores de seguros? Até o Twitter lançou um guia especial de como utilizar esta mídia no âmbito dos negócios.

midias-sociais-magic

Crédito da imagem: Blog Chapa Branca

 

Além disso, a web 2.0 nos permitiria disponibilizar canais alternativos para que o nosso público pudesse interagir com a Coface de forma transparente e colaborar no estabelecimento de melhorias em nossos serviços e produtos.

Passada a etapa da aceitação do conceito, chegou o momento do planejamento e da execução, talvez uma das mais difíceis no processo.

Não queríamos estar em todas as mídias, pois queríamos evitar o simples modismo. Precisávamos selecionar os canais que fossem mais adequados e que permitissem a maior troca possível de informações e colaboração entre nossos clientes, corretores de seguros, parceiros de negócios e colaboradores.

Após várias discussões e reuniões internas, finalmente selecionamos as ferramentas que julgamos serem mais adequadas para o tipo de comunicação com nosso público.

O resultado de todo este projeto desafiador está sendo lançado hoje e publicado em nosso site.

Os próximos capítulos de como esta ação será recebida por nossos clientes, corretores de seguros, parceiros de negócios e colaboradores será escrita por eles próprios. Afinal, a Coface entrou no universo da web 2.0 justamente para disponibilizar opções de canais em que eles poderão opinar, criticar e fazer sugestões.

Isto é um verdadeiro relacionamento colaborativo!

 

Posted by Jeane So – Marketing

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