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		<title>Conjuntura Econômica vs. Perspectivas para 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus do Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Conjuntura Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas para 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[O cenário atual da economia brasileira pode ser considerado bastante positivo. Segundo dados divulgados no mês passado pelo IBGE, a expansão da atividade econômica no primeiro trimestre de 2010 foi de 9 % em relação a igual período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o Boletim Focus do Banco Central, que aponta as perspectivas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Untitled-1.jpg"><img class="size-full wp-image-410 alignleft" title="Untitled 1" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Untitled-1.jpg" alt="" width="138" height="103" /></a>O cenário atual da economia brasileira pode ser considerado bastante positivo. Segundo dados divulgados no mês passado pelo IBGE, a expansão da atividade econômica no primeiro trimestre de 2010 foi de 9 % em relação a igual período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o Boletim Focus do Banco Central, que aponta as perspectivas do mercado financeiro,  continua elevando as projeções para o PIB de 2010. De acordo com o relatório mais recente, o PIB deve encerrar o ano com variação positiva de 7.2%. Vale frisar que tal previsão representa a 16° alta consecutiva das estimativas.</p>
<p>Pelo fator demanda, o resultado do primeiro trimestre foi impulsionado principalmente pelo desempenho do investimento. Esse foi beneficiado pela confiança do empresariado e pela utilização da capacidade instalada, no entanto, a taxa ainda é considerada baixa. Já o consumo das famílias continua em trajetória ascendente, resultante da combinação de mercado de trabalho e condições de crédito favoráveis. Em contrapartida, o setor externo apresentou variação negativa em igual período. Tal resultado vai de encontro com o ritmo de crescimento mais acentuado da economia brasileira em relação a muitos de seus parceiros comerciais (caso da União Européia e Estados Unidos).</p>
<p>Seguindo a ótica da oferta, a indústria, componente mais afetado durante a crise, foi o segmento que mais avançou no primeiro trimestre. A título de conhecimento, a produção do setor superou em março o patamar pré-crise, com destaque para a categoria de bens de capital. Os números registrados na agropecuária também são superiores aos verificados no ano passado. Condições metereológicas favoráveis contribuíram para o bom desempenho de culturas como soja, milho e café. Por fim, o setor de serviços que apresenta maior peso na composição do PIB, 58.9% em 2009, não divergiu dos demais e avançou 5.9% em igual período de referência.</p>
<p>Se o PIB mantivesse o ritmo de expansão verificado no primeiro trimestre do ano, obteríamos um acumulado de quase 11% no final 2010. Tal resultado é condizente com a atual realidade do país? Com certeza não, pois acarretaria em pressão inflacionária. Na realidade, as estimativas já indicam que a inflação deva encerrar o ano acima da meta de 4.5%. O Banco Central, por sua vez, iniciou uma trajetória de elevação da Selic em abril, no intuito de conter o processo de alta dos preços e não comprometer o crescimento econômico sustentado de longo prazo. Em suma, uma taxa de expansão em torno de 7% parece mais factível com nossa estrutura. Se quisermos crescer como uma China, por exemplo,  precisamos invariavelmente aumentar de forma significativa nossa taxa de investimento.</p>
<p><em>Posted by</em> Patrícia Krause &#8211; Economia</p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Untitled-1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-410 alignleft&quot; title=&quot;Untitled 1&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Untitled-1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;138&quot; height=&quot;103&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O cenário atual da economia brasileira pode ser considerado bastante positivo. Segundo dados divulgados no mês passado pelo IBGE, a expansão da atividade econômica no primeiro trimestre de 2010 foi de 9 % em relação a igual período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o Boletim Focus do Banco Central, que aponta as perspectivas do mercado financeiro,  continua elevando as projeções para o PIB de 2010. De acordo com o relatório mais recente, o PIB deve encerrar o ano com variação positiva de 7.2%. Vale frisar que tal previsão representa a 16° alta consecutiva das estimativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo fator demanda, o resultado do primeiro trimestre foi impulsionado principalmente pelo desempenho do investimento. Esse foi beneficiado pela confiança do empresariado e pela utilização da capacidade instalada, no entanto, a taxa ainda é considerada baixa. Já o consumo das famílias continua em trajetória ascendente, resultante da combinação de mercado de trabalho e condições de crédito favoráveis. Em contrapartida, o setor externo apresentou variação negativa em igual período. Tal resultado vai de encontro com o ritmo de crescimento mais acentuado da economia brasileira em relação a muitos de seus parceiros comerciais (caso da União Européia e Estados Unidos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seguindo a ótica da oferta, a indústria, componente mais afetado durante a crise, foi o segmento que mais avançou no primeiro trimestre. A título de conhecimento, a produção do setor superou em março o patamar pré-crise, com destaque para a categoria de bens de capital. Os números registrados na agropecuária também são superiores aos verificados no ano passado. Condições metereológicas favoráveis contribuíram para o bom desempenho de culturas como soja, milho e café. Por fim, o setor de serviços que apresenta maior peso na composição do PIB, 58.9% em 2009, não divergiu dos demais e avançou 5.9% em igual período de referência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o PIB mantivesse o ritmo de expansão verificado no primeiro trimestre do ano, obteríamos um acumulado de quase 11% no final 2010. Tal resultado é condizente com a atual realidade do país? Com certeza não, pois acarretaria em pressão inflacionária. Na realidade, as estimativas já indicam que a inflação deva encerrar o ano acima da meta de 4.5%. O Banco Central, por sua vez, iniciou uma trajetória de elevação da Selic em abril, no intuito de conter o processo de alta dos preços e não comprometer o crescimento econômico sustentado de longo prazo. Em suma, uma taxa de expansão em torno de 7% parece mais factível com nossa estrutura. Se quisermos crescer como uma China, por exemplo,  precisamos invariavelmente aumentar de forma significativa nossa taxa de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by&lt;/em&gt; Patrícia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Free"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Free" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Investimento em aplicações tecnológicas internas, visando melhorias para a prestação de serviços ao cliente.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 15:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[análise de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente o Grupo Coface lançou uma nova aplicação interna para gestão de suas informações de crédito chamada ATLAS. O principal objetivo desta ferramenta é agilizar ainda mais o processo interno de análise de crédito, além de proporcionar uma melhor distribuição das informações de nossos clientes para as diversas áreas de negócio. Isso traz como reflexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/ATLAS.png"><img class="size-full wp-image-400 alignright" title="ATLAS" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/ATLAS.png" alt="" width="69" height="128" /></a>Recentemente o Grupo Coface lançou uma nova aplicação interna para gestão de suas informações de crédito chamada ATLAS. O principal objetivo desta ferramenta é agilizar ainda mais o processo interno de análise de crédito, além de proporcionar uma melhor distribuição das informações de nossos clientes para as diversas áreas de negócio. Isso traz como reflexo para o cliente, o aumento da qualidade já percebida em nossos serviços e seguros.</p>
<p>O projeto teve a participação direta de aproximadamente 300 colaboradores da Coface e, em seu lançamento, passou a ser utilizado por cerca 3.200 funcionários treinados ao redor do mundo, nas diversas entidades da Coface.</p>
<p>Para construção da ferramenta foi utilizada uma das plataformas de desenvolvimento mais robusta do mercado, baseada em Java e banco de dados Oracle. Além disso, todo o software está distribuído em servidores virtualizados, utilizando VMWare, o que mostra o foco da Coface em tecnologia de ponta.</p>
<p>Um projeto com esta extensão mostra o empenho da empresa em aprimorar ainda mais os seus recursos tecnológicos. Novos produtos e serviços devem surgir com o aprimoramento da tecnologia aplicada atualmente neste segmento. E, a Coface se mantém ativa na pesquisa de novas melhorias que possam ser empregadas através da tecnologia da informação, visando sempre a melhor prestação de serviço ao cliente.</p>
<p><em>Posted by<strong> Hugo Mourão – Tecnologia da Informação</strong></em></p>
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&lt;p&gt;O projeto teve a participação direta de aproximadamente 300 colaboradores da Coface e, em seu lançamento, passou a ser utilizado por cerca 3.200 funcionários treinados ao redor do mundo, nas diversas entidades da Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para construção da ferramenta foi utilizada uma das plataformas de desenvolvimento mais robusta do mercado, baseada em Java e banco de dados Oracle. Além disso, todo o software está distribuído em servidores virtualizados, utilizando VMWare, o que mostra o foco da Coface em tecnologia de ponta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um projeto com esta extensão mostra o empenho da empresa em aprimorar ainda mais os seus recursos tecnológicos. Novos produtos e serviços devem surgir com o aprimoramento da tecnologia aplicada atualmente neste segmento. E, a Coface se mantém ativa na pesquisa de novas melhorias que possam ser empregadas através da tecnologia da informação, visando sempre a melhor prestação de serviço ao cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by&lt;strong&gt; Hugo Mourão – Tecnologia da Informação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Início de uma nova gestão com continuidade ao crescimento</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/inicio-de-uma-nova-gestao-com-continuidade-ao-crescimento</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 13:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Paillot]]></category>
		<category><![CDATA[nova gestão]]></category>
		<category><![CDATA[nova presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.
Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-392" title="sz012" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.</p>
<p>Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. Sou francês, mas nos últimos anos estive à frente da divisão de crédito da Coface Alemanha. Também já tive a oportunidade comandar a operação de países como Espanha, Itália, Portugal, Estados Unidos e Grécia.</p>
<p>Uma das prioridades de minha gestão será estreitar laços com clientes, corretores e bancos, que são nossos maiores aliados nessa trajetória de sucesso. E, certamente, só com o apoio de nosso maior ativo, que são os colaboradores, poderemos alcançar nosso grande objetivo, que é prosseguir liderando o mercado de seguro de crédito no país e reforçando os nossos serviços de gerenciamento de crédito: informações comerciais e gestão de cobrança.</p>
<p>Implementaremos no País uma plataforma única de análise de risco para a América Latina. Esta nova área trará mais autonomia, não só para o Brasil, mas para toda América Latina. Além disso, disponibilizaremos novos serviços para nossos clientes até o inicio de 2011.</p>
<p>Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro das novidades sobre o mercado de crédito, economia e também sobre a Coface.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Joel Paillot</p>
<p>Presidência</p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-392&quot; title=&quot;sz012&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012-200x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. Sou francês, mas nos últimos anos estive à frente da divisão de crédito da Coface Alemanha. Também já tive a oportunidade comandar a operação de países como Espanha, Itália, Portugal, Estados Unidos e Grécia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das prioridades de minha gestão será estreitar laços com clientes, corretores e bancos, que são nossos maiores aliados nessa trajetória de sucesso. E, certamente, só com o apoio de nosso maior ativo, que são os colaboradores, poderemos alcançar nosso grande objetivo, que é prosseguir liderando o mercado de seguro de crédito no país e reforçando os nossos serviços de gerenciamento de crédito: informações comerciais e gestão de cobrança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Implementaremos no País uma plataforma única de análise de risco para a América Latina. Esta nova área trará mais autonomia, não só para o Brasil, mas para toda América Latina. Além disso, disponibilizaremos novos serviços para nossos clientes até o inicio de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro das novidades sobre o mercado de crédito, economia e também sobre a Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Joel Paillot&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Presidência&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Free"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Free" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que está por trás do bom desempenho em uma cobrança nacional ou internacional?</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/o-que-esta-por-tras-do-bom-desempenho-em-uma-cobranca-nacional-ou-internacional</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de ativos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coface.com.br/blog/?p=374</guid>
		<description><![CDATA[A contratação de empresas especializadas na recuperação de ativos, ou mais comumente conhecida como cobrança, é o segredo para a melhoria dos resultados finais da sua empresa.
Os procedimentos de cobrança são complexos e custosos e, por este motivo, devem ser conduzidos por especialistas para evitar ainda maiores prejuízos às empresas envolvidas.
Esses profissionais devem ser conhecedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/financa1.jpg"><img class="size-medium wp-image-384 alignright" title="financa" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/financa1-300x213.jpg" alt="" width="270" height="192" /></a>A contratação de empresas especializadas na recuperação de ativos, ou mais comumente conhecida como cobrança, é o segredo para a melhoria dos resultados finais da sua empresa.</p>
<p>Os procedimentos de cobrança são complexos e custosos e, por este motivo, devem ser conduzidos por especialistas para evitar ainda maiores prejuízos às empresas envolvidas.</p>
<p>Esses profissionais devem ser conhecedores da cultura empresarial e da legislação local, sendo capazes de avaliar fatores econômicos determinantes no momento da negociação, avaliando a melhor forma de receber a dívida em discussão.</p>
<p>Ao contratar um serviço de cobrança, é possível optar por uma cobrança pontual ou fechar um contrato do gerenciamento de toda a carteira de recebíveis vencidos. Naturalmente, há vantagens nos custos de cobranças e procura-se prezar o bom relacionamento com seus clientes, os quais precisam contar com um atendimento altamente qualificado.</p>
<p>A remuneração das empresas de cobrança normalmente é baseada em <em>success fee</em>, ou seja, a empresa pagará somente um percentual sobre o montante recuperado &#8211; previamente definido em contrato entre as partes &#8211; e receberá constantemente um diagnóstico detalhado do processo. Determinadas empresas de cobrança disponibilizam consultas através de um sistema on line.</p>
<p>Para que sua empresa conte com a proteção completa de suas operações de crédito, não basta ter um seguro, mas também poder contar com um serviço de recuperação de seus ativos, sem abrir mão do bom relacionamento com sua carteira de clientes.</p>
<p><em>Posted By Maria Luiza Fontes – Gestão de Cobrança</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/financa1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-384 alignright&quot; title=&quot;financa&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/financa1-300x213.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;270&quot; height=&quot;192&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A contratação de empresas especializadas na recuperação de ativos, ou mais comumente conhecida como cobrança, é o segredo para a melhoria dos resultados finais da sua empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os procedimentos de cobrança são complexos e custosos e, por este motivo, devem ser conduzidos por especialistas para evitar ainda maiores prejuízos às empresas envolvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses profissionais devem ser conhecedores da cultura empresarial e da legislação local, sendo capazes de avaliar fatores econômicos determinantes no momento da negociação, avaliando a melhor forma de receber a dívida em discussão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contratar um serviço de cobrança, é possível optar por uma cobrança pontual ou fechar um contrato do gerenciamento de toda a carteira de recebíveis vencidos. Naturalmente, há vantagens nos custos de cobranças e procura-se prezar o bom relacionamento com seus clientes, os quais precisam contar com um atendimento altamente qualificado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A remuneração das empresas de cobrança normalmente é baseada em &lt;em&gt;success fee&lt;/em&gt;, ou seja, a empresa pagará somente um percentual sobre o montante recuperado &amp;#8211; previamente definido em contrato entre as partes &amp;#8211; e receberá constantemente um diagnóstico detalhado do processo. Determinadas empresas de cobrança disponibilizam consultas através de um sistema on line.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que sua empresa conte com a proteção completa de suas operações de crédito, não basta ter um seguro, mas também poder contar com um serviço de recuperação de seus ativos, sem abrir mão do bom relacionamento com sua carteira de clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted By Maria Luiza Fontes – Gestão de Cobrança&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Free"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Free" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>América Latina e Caribe: Desempenho Pós-Crise</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[
Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png"><img class="size-full wp-image-371 alignright" title="300px-Latin_America_(orthographic_projection).svg" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.</p>
<p>A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.</p>
<p>Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.</p>
<p>Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.</p>
<p>Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.</p>
<p>De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).</p>
<p>Posted by Patricia Krause &#8211; Economia</p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-371 alignright&quot; title=&quot;300px-Latin_America_(orthographic_projection).svg&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posted by Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Creator"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Creator" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ratings depois da crise</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Ratings]]></category>

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		<description><![CDATA[Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas

Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas</strong><br />
<a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="42-15355877" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><br />
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.</p>
<p>Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).</p>
<p>No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de <em>downgrades</em> de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &#8220;PIGS&#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.</p>
<p>Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.</p>
<p><strong>O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&#8230; </strong></p>
<p>Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:</p>
<ul>
<li><strong>-</strong> A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.</li>
</ul>
<p>O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &#8220;W&#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.</p>
<p>Veja o quadro com os <a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">novos Ratings de risco-país da Coface</a> :</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-360" title="Ratingsdepoisdacrise" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg" alt="" width="631" height="729" /></a></p>
<p>É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.</p>
<p><em>Patricia Krause &#8211; Economia</em></p>
<div class="pdf24Plugin-cp-box"><form method="post" action="http://doc2pdf.pdf24.org/doc2pdf/wordpress.php" target="pdf24PopWin" onsubmit="window.open('about:blank', 'pdf24PopWin', 'scrollbars=yes,width=400,height=200,top=0,left=0'); return true;"><input type="hidden" name="blogCharset" value="UTF-8" />
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-361&quot; title=&quot;42-15355877&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;214&quot; height=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de &lt;em&gt;downgrades&lt;/em&gt; de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &amp;#8220;PIGS&amp;#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&amp;#8230; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &amp;#8220;W&amp;#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja o quadro com os &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;novos Ratings de risco-país da Coface&lt;/a&gt; :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-360&quot; title=&quot;Ratingsdepoisdacrise&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;631&quot; height=&quot;729&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Creator"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Creator" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As empresas no Brasil precisam despertar para a importância do Seguro de Crédito</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/as-empresas-no-brasil-precisam-despertar-para-a-importancia-do-seguro-de-credito</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 18:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[falência]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.
Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-342" title="42-16223339" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/StockExchange.jpg"></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/executivos-site.jpg"></a>O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.</p>
<p>Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.</p>
<p>O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.</p>
<p>As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).</p>
<p>O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.</p>
<p>Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:</p>
<ul>
<li>
<address> - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.</address>
</li>
<li>
<address> - Permite agilidade na venda.</address>
</li>
<li>
<address> - Quem contratou tem a certeza que vai receber.</address>
</li>
<li>
<address> - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.</address>
</li>
<li>
<address> - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. </address>
</li>
<li>
<address> - Facilita o acesso ao crédito. </address>
</li>
<li>
<address> - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.</address>
</li>
<li>
<address> - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.</address>
</li>
<li>
<address> - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda</address>
</li>
</ul>
<p>Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:</p>
<p>A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.</p>
<p>No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.</p>
<p>A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. </p>
<p>Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. </p>
<p>Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.</p>
<p>Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!</p>
<p>Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.</p>
<p>Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!</p>
<ul>
<li><em></em></li>
<li><em>Posted by Denise Cortez &#8211; Comercial</em></li>
</ul>
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&lt;p&gt;Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
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&lt;address&gt; - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Permite agilidade na venda.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Quem contratou tem a certeza que vai receber.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. &lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Facilita o acesso ao crédito. &lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!&lt;/p&gt;
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&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Posted by Denise Cortez &amp;#8211; Comercial&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Saldo de um Ano marcado pela Crise</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BACEN]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeções para 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de 0.2% em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-314" title="PIB" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg" alt="" width="281" height="238" /></a>De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de <strong>0.2% </strong>em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de seus desdobramentos durante grande parte do ano 2009.</p>
<p>A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).</p>
<p>Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.</p>
<p>Considerando o <strong>fator demanda</strong>, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.</p>
<p>O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).</p>
<p>Sobre a <strong>ótica da oferta</strong>, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.</p>
<p>As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.</p>
<p>De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá <strong>5.5%</strong>.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. </p>
<p>Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.</p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause – Economia </em></p>
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&lt;p&gt;A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o &lt;strong&gt;fator demanda&lt;/strong&gt;, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a &lt;strong&gt;ótica da oferta&lt;/strong&gt;, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá &lt;strong&gt;5.5%&lt;/strong&gt;.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause – Economia &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Nova Ferramenta de Análise Econômica</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/nova-ferramenta-de-analise-economica</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento ao Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[análise setorial]]></category>
		<category><![CDATA[Country Risk]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[Risco-país]]></category>
		<category><![CDATA[riscos de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Análises econômicas são essenciais para auxiliar o direcionamento de qualquer negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte.

Há mais de 60 anos, a Coface vem disponibilizando formas para que seus clientes possam ter acesso a esses estudos. Como a “veia” do seu negócio é justamente dar proteção a riscos de crédito nas transações comerciais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Análises econômicas são essenciais para auxiliar o direcionamento de qualquer negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte.</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/images_coface_07.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-281" title="Stock chart with calculator and pen" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/images_coface_07-300x225.jpg" alt="" width="217" height="162" /></a></p>
<p>Há mais de 60 anos, a Coface vem disponibilizando formas para que seus clientes possam ter acesso a esses estudos. Como a “veia” do seu negócio é justamente dar proteção a riscos de crédito nas transações comerciais, é bastante lógico que é de seu total interesse disponibilizar o máximo de informações econômicas para que as empresas possam direcionar seus negócios.</p>
<p>Com a realização do <a href="http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010">Country Risk 2010 em Paris</a>, a Coface lançou oficialmente uma nova ferramenta, mais completa e dinâmica, para avaliações de risco de crédito.</p>
<p>Os estudos estão divididos em 3 categorias para facilitar a consulta:</p>
<p><strong>1. <a href="http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/country_risks">Risco-país</a></strong></p>
<p>Analisa evoluções de risco-país (reavaliação a cada trimestre) e realiza previsões que são preparadas pelo departamento de Pesquisa Econômica e Risco País da Coface.</p>
<p>O objetivo desse estudo é de avaliar a média de risco de crédito das empresas em um determinado país. O rating é baseado em dados econômicos, financeiros e políticos.</p>
<p>Por exemplo, se uma empresa pretende abrir novos mercados externos, a mesma poderá consultar quais países possuem os mais altos ratings. Para ir mais fundo, é possível acessar dados como indicadores macro-econômicos, pontos fortes e fracos e avaliação de risco <a href="http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/country_risks"><strong>por país</strong>.</a></p>
<p><strong>2. </strong><a href="http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/sectors"><strong>Setorial</strong></a></p>
<p>Analisa a evolução dos índices de risco de crédito por setor (revisão a cada dois anos).</p>
<p>Esse estudo se baseia em dados macroeconômicos e realiza previsões de histórico de pagamento em um determinado setor.</p>
<p>Vamos pensar em uma empresa que quer comercializar seus produtos, seja interna ou externamente, para um determinado setor. Esse estudo mostrará os índices e fará uma análise de risco de crédito <a href="http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/sectors"><strong>por setor de atividade no continente</strong>.</a></p>
<p><strong>3. </strong><a><strong>Análise do Ambiente de Negócios</strong></a></p>
<p>Avalia a evolução do ambiente de negócios.</p>
<p>Esse estudo se baseia na qualidade da governança corporativa em um determinado país e a transparência financeira num panorama comercial.</p>
<p>Todos esses estudos estão disponíveis para consulta em nosso <a href="http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">site.</a></p>
<p>A navegação é muito fácil e dinâmica, além de possibilitar realizar simulações em qualquer uma das categorias de análise. Isto poderá beneficiar e orientar uma empresa antes de realizar negócios em um determinado país ou setor.</p>
<p>Lembro que além dessa ferramenta, a Coface edita anualmente o livro “Country Risk”, que é vendido na Amazon, conforme citei em um <a href="http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010">post anterior</a>.<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Posted by Jeane So &#8211; Marketing</em></p>
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<input type="hidden" name="postTitle_0" value="Nova Ferramenta de Análise Econômica" />
<input type="hidden" name="postLink_0" value="http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/nova-ferramenta-de-analise-economica" />
<input type="hidden" name="postAuthor_0" value="admin" />
<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-02-09 16:02:04" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;Análises econômicas são essenciais para auxiliar o direcionamento de qualquer negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/images_coface_07.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-281&quot; title=&quot;Stock chart with calculator and pen&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/images_coface_07-300x225.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;217&quot; height=&quot;162&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há mais de 60 anos, a Coface vem disponibilizando formas para que seus clientes possam ter acesso a esses estudos. Como a “veia” do seu negócio é justamente dar proteção a riscos de crédito nas transações comerciais, é bastante lógico que é de seu total interesse disponibilizar o máximo de informações econômicas para que as empresas possam direcionar seus negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a realização do &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010&quot;&gt;Country Risk 2010 em Paris&lt;/a&gt;, a Coface lançou oficialmente uma nova ferramenta, mais completa e dinâmica, para avaliações de risco de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudos estão divididos em 3 categorias para facilitar a consulta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;a href=&quot;http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/country_risks&quot;&gt;Risco-país&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisa evoluções de risco-país (reavaliação a cada trimestre) e realiza previsões que são preparadas pelo departamento de Pesquisa Econômica e Risco País da Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo desse estudo é de avaliar a média de risco de crédito das empresas em um determinado país. O rating é baseado em dados econômicos, financeiros e políticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, se uma empresa pretende abrir novos mercados externos, a mesma poderá consultar quais países possuem os mais altos ratings. Para ir mais fundo, é possível acessar dados como indicadores macro-econômicos, pontos fortes e fracos e avaliação de risco &lt;a href=&quot;http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/country_risks&quot;&gt;&lt;strong&gt;por país&lt;/strong&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/sectors&quot;&gt;&lt;strong&gt;Setorial&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisa a evolução dos índices de risco de crédito por setor (revisão a cada dois anos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse estudo se baseia em dados macroeconômicos e realiza previsões de histórico de pagamento em um determinado setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos pensar em uma empresa que quer comercializar seus produtos, seja interna ou externamente, para um determinado setor. Esse estudo mostrará os índices e fará uma análise de risco de crédito &lt;a href=&quot;http://coface.com/CofacePortal/COM_en_EN/pages/home/risks_home/sectors&quot;&gt;&lt;strong&gt;por setor de atividade no continente&lt;/strong&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;&lt;a&gt;&lt;strong&gt;Análise do Ambiente de Negócios&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Avalia a evolução do ambiente de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse estudo se baseia na qualidade da governança corporativa em um determinado país e a transparência financeira num panorama comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos esses estudos estão disponíveis para consulta em nosso &lt;a href=&quot;http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;site.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A navegação é muito fácil e dinâmica, além de possibilitar realizar simulações em qualquer uma das categorias de análise. Isto poderá beneficiar e orientar uma empresa antes de realizar negócios em um determinado país ou setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembro que além dessa ferramenta, a Coface edita anualmente o livro “Country Risk”, que é vendido na Amazon, conforme citei em um &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010&quot;&gt;post anterior&lt;/a&gt;.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Jeane So &amp;#8211; Marketing&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Coface Country Risk 2010</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 10:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Banco Central Europeu]]></category>
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		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência]]></category>
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		<category><![CDATA[Nouriel Roubini]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco-país]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[World Trade Organization]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, Country Risk 2010, em Paris.
Este evento renomado aborda temas como análise de risco-país e setores, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.


Organizada pela Coface há 14 anos, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, <a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/">Country Risk 2010</a>, em Paris.</p>
<p>Este evento renomado aborda temas como <a href="http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">análise de risco-país e setores</a>, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Umbrella-Map-1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-266" title="untitled" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.</p>
<p>Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Claude_Trichet">Jean-Claude Trichet </a>(Presidente do Banco Central Europeu), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nouriel_Roubini">Nouriel Roubini</a> (Professor de Economia da Universidade de Nova York), <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kenneth_Rogoff">Kenneth Rogoff </a>(Professor de Economia da Harvard) e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Javier_Santiso">Javier Santiso</a> (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.</p>
<p>Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.</p>
<p>As <a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/the-conference/themes#">principais questões </a>a serem abordadas na conferência de 2010 são:</p>
<ul>
<li> - A recuperação da economia é de alto risco?</li>
<li> - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?</li>
</ul>
<p> </p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pascal_Lamy">Pascal Lamy </a>(Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dean_Baker">Dean Baker </a>(Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do <a href="http://www.bnpparibas.com.br/index.asp">BNP Paribas</a>) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.</p>
<p>Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela <a href="http://www.amazon.com/Handbook-Country-Risk-Gmb-Publishing/dp/1846731720/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1265819224&amp;sr=8-4">Amazon</a>, possui os seguintes dados: </p>
<ul>
<li> - Análise de risco e rating pela Coface</li>
<li> - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.</li>
<li> - Indicadores econômicos por país.</li>
<li> - Histórico e tendências de pagamento.</li>
</ul>
<p>É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “<a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">Country Risk and Sector Rating</a>”.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:</p>
<p><a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/">http://www.risque-pays.coface.fr/en/</a></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Posted By Jeane So &#8211; Marketing</em></p>
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-01-15 08:01:02" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, &lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&quot;&gt;Country Risk 2010&lt;/a&gt;, em Paris.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este evento renomado aborda temas como &lt;a href=&quot;http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;análise de risco-país e setores&lt;/a&gt;, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Umbrella-Map-1.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-266&quot; title=&quot;untitled&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Claude_Trichet&quot;&gt;Jean-Claude Trichet &lt;/a&gt;(Presidente do Banco Central Europeu), &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Nouriel_Roubini&quot;&gt;Nouriel Roubini&lt;/a&gt; (Professor de Economia da Universidade de Nova York), &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Kenneth_Rogoff&quot;&gt;Kenneth Rogoff &lt;/a&gt;(Professor de Economia da Harvard) e &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Javier_Santiso&quot;&gt;Javier Santiso&lt;/a&gt; (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/the-conference/themes#&quot;&gt;principais questões &lt;/a&gt;a serem abordadas na conferência de 2010 são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; - A recuperação da economia é de alto risco?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Pascal_Lamy&quot;&gt;Pascal Lamy &lt;/a&gt;(Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Dean_Baker&quot;&gt;Dean Baker &lt;/a&gt;(Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do &lt;a href=&quot;http://www.bnpparibas.com.br/index.asp&quot;&gt;BNP Paribas&lt;/a&gt;) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/Handbook-Country-Risk-Gmb-Publishing/dp/1846731720/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1265819224&amp;amp;sr=8-4&quot;&gt;Amazon&lt;/a&gt;, possui os seguintes dados: &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; - Análise de risco e rating pela Coface&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Indicadores econômicos por país.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Histórico e tendências de pagamento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;Country Risk and Sector Rating&lt;/a&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&quot;&gt;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted By Jeane So &amp;#8211; Marketing&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
" />
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