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Na liderança do mercado, Marcele Lemos assume a presidência da Coface.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Como esse é o meu primeiro post desde que assumi a presidência da Coface no Brasil, dia 05 de dezembro de 2011, apesar de alguns de vocês já me conhecerem, afinal são 11 anos no Grupo Coface (8 anos na SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito e Exportação), gostaria de me apresentar aos leitores do Blog Coface.

Após as conquistas e resultados positivos da Coface nos últimos 18 meses, sinto orgulho de assumir uma administração tão bem sucedida.  É uma grande honra para mim.

Agradeço a todos os colaboradores da Coface do Brasil, cujo espírito de equipe e dedicação tem sido fundamentais à nossa atuação destacada no mercado de seguro de crédito brasileiro.

Fico feliz em assumir a presidência da Coface no momento em que deixamos para trás a ideia de que o Brasil é o país do futuro, e assumimos a condição de país do presente.

Um momento em que temos uma economia estável, vigorosa e uma democracia sólida, nos tornamos mais atraentes aos olhos dos investidores estrangeiros, com seguidos upgrades na classificação das agências internacionais de rating e fomos escolhidos para sediar os dois maiores eventos esportivos Mundiais: a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

O Brasil é o país da vez!

E é neste país que põe em prática o seu grande potencial, que projetamos um crescimento de 20% no ano de 2012, para a Coface do Brasil. Nosso desafio é difundir a cultura do crédito consciente, tornando o Seguro de Crédito parte integrante da estratégia das empresas brasileiras, proporcionando segurança na gestão de seus portfólios e evitando que sejam afetadas por eventos de inadimplência e insolvência de seus clientes.

Nosso crescimento será amparado pelo fortalecimento da parceira com os nossos clientes, corretores e bancos; pela busca de novos parceiros de negócios; e pela expansão geográfica, que se consolidará com a inauguração em 2012 de uma unidade Coface no Sul do país, região de reconhecido potencial agrícola e industrial.

Cresceremos, mas mantendo o comprometimento de aprimorar e conservar a qualidade dos nossos serviços, para que possamos seguir merecendo a confiança do mercado brasileiro, por meio de todos os nossos clientes, corretores de seguros e parceiros de negócios.

É, portanto com grande esperança no futuro que concluo este post.

Contudo, antes de finalizar, gostaria de agradecer, em nome de todos os colaboradores, ao Joel Paillot, que assumiu o cargo de Diretor de Riscos Globais, na nossa Matriz na França, pela sua grande contribuição à Coface do Brasil durante o período em que esteve conosco.

Desejamos que tenha muito sucesso em seu novo desafio profissional, que certamente trará grandes responsabilidades, mas também algumas recompensas, como a proximidade da família e a beleza da Cidade Luz.

Certamente ele deixará saudades pela sua gestão marcada por conquistas; e pela nobreza com que liderou o seu time brasileiro.

Ao Joel, nosso líder de nacionalidade francesa, disciplina alemã e alma brasileira, o nosso muito obrigado!

Agora, vamos rumo a uma nova fase de ainda mais sucesso!

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Programa Focus

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O cliente como centro dos negócios da Coface no mundo inteiro.

Na segunda apuração das três previstas para 2011, a operação brasileira da Coface permanece em primeiro lugar do ranking global do Programa Focus.

No Focus, programa mundial de qualidade na prestação de serviços da Coface, os clientes em todos os países onde a seguradora atua avaliam seu grau de satisfação. Os resultados permitem a melhoria constante na qualidade dos serviços.

A pontuação do Programa Focus leva em conta três critérios:

•    Monitoramento de dashboards (índices técnicos) – 30 pontos
•    Plano de ação para melhorias nos pontos deficientes – 40 pontos
•    Plano de comunicação (interno e externo) – 30 pontos

Um bom resultado no ranking reflete a excelência no trabalho de todas as áreas da empresa, direta ou indiretamente envolvidas na prestação de serviço ao cliente e corretores. O cumprimento das metas traçadas no Plano de Ação anual é essencial neste processo. Para 2011, o plano de ação se baseia em quatro atividades:

•    Índice de aceitação dos limites de crédito
•    Explicações dadas ao cliente sobre os limites de crédito
•    Tratamento no processo de sinistros
•    Profissionalismo da área de sinistros

O 1º. lugar do Brasil no ranking mundial nesta apuração parcial demonstra o grande comprometimento de todas as áreas em atingir a excelência nos serviços prestados. A cada ano, desde o início do Programa Focus, em 2007, o Brasil vem melhorando seus índices de performance. Isto é resultado do plano de ação que a subsidiária vem implementando anualmente, trabalhando nos índices avaliados como deficientes pelos clientes e corretores. Esses índices são destacados e discutidos internamente com as áreas envolvidas para encontrar soluções aos problemas apresentados, através de ações pontuais e que geram resultados.

A Coface tem feito uma grande campanha de comunicação interna para conscientizar os funcionários da importância em prestar um atendimento de qualidade aos clientes e corretores. A forma como a operação brasileira comunica com as equipes foi um dos fatores que levou o Brasil ao 1º. Lugar no ranking mundial.

Posted By Jeane So – Marketing

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CCO – Customized Credit Opinion

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A opinião de um especialista pode ser o grande diferencial para o sucesso de suas negociações.

A Coface trouxe para o Brasil um produto que já é muito difundido entre as empresas européias, o CCO – Customized Credit Opinion. Sem similar no mercado nacional, o CCO é a mais nova solução de crédito no nosso portfólio.

É um produto desenvolvido principalmente para aquelas empresas que não tem um departamento de crédito estruturado, ou que por tratarem de operações específicas optam por não contratar o Seguro de Crédito.

Trata-se de uma opinião de crédito dada pelos analistas de risco da Coface, seguindo o mesmo padrão de qualidade e metodologia adotado para os limites do seguro de crédito.

Com o CCO, estes clientes podem usar todo o know-how de underwriting (análise de risco) dos especialistas da Coface e ter mais segurança nas suas operações comerciais.

Empresas de diversos ramos e portes podem ter acesso ao CCO e se beneficiar dessa opinião da Coface, resultando em uma gestão mais segura do portfólio de clientes, redução dos riscos de inadimplência e monitoramento de especialistas durante o período contratado, além de receber e compartilhar as mesmas informações que somente os clientes que possuem o seguro de crédito tem acesso.

O grande diferencial da Coface, que além da liderança de mercado no seguro de crédito e com presença direta em 66 países, possui um banco de dados de mais de 56 milhões de empresas em todo o mundo e com isto, os nossos underwriters podem avaliar e monitorar permanentemente essas informações.

Contar com a opinião de um especialista em análise de risco certamente colabora para uma gestão de crédito mais eficiente e diminui o risco de inadimplências, além de alavancar a performance comercial da empresa.

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Entenda mais sobre o Seguro de Crédito

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O assunto crédito, por si só, gera muitas dúvidas. E nos dias de hoje para garantir competitividade, é necessário concedê-lo com grandes prazos ao cliente. A necessidade de um controle responsável que  garanta a saúde financeira de uma empresa  muitas vezes é interceptada por fatores como as oscilações da economia e a falta de pagamento por parte de clientes.

Para se proteger desse tipo de problema, o seguro de crédito é uma opção que deveria estar entre as prioridades de toda empresa. O seguro de crédito é uma modalidade que protege o negócio do contratante do risco de inadimplência e de atrasos nas vendas de produtos e serviços realizados a prazo. A falta de pagamento de dívidas pode ser causada por insolvências, falências, ou até mesmo por descompromisso da parte desses devedores, embora esta última situação seja a mais incomum. Esse tipo de seguro pode ser aplicado tanto ao mercado interno quanto para exportações e importações.

A opção de seguro voltada para o mercado doméstico oferece cobertura para qualquer mora eventual e protege a empresa no caso de insolvência por parte de algum cliente, em território nacional. O seguro à exportação, por outro lado, envolve fatores mais complexos em sua cobertura. Por se tratar de um serviço que engloba dois ou mais países nas negociações, a proteção que oferece, além de cobrir as corporações contra os riscos econômicos, também oferece garantias contra riscos políticos e extraordinários, que são particularmente difíceis de se prever.

Um bom motivo para pensar em uma apólice dessa natureza pode ser encontrada na seguinte situação: a margem de lucros de uma empresa é de 5% e um de seus clientes deixa de pagar um montante no valor de R$ 30.000. A referida corporação teria que realizar um volume de vendas adicional no valor de R$ 600.000 para compensar o lucro perdido.

Além dos benefícios já mencionados, existe um fator em especial que é bastante atrativo para o setor financeiro das empresas, no que diz respeito à tributação. O valor do prêmio pago nessa modalidade de seguro é dedutível do imposto de renda. Dessa forma, as companhias que optaram pelo regime de tributação pelo lucro real incluem como despesa o pagamento dos prêmios referentes ao seguro de crédito.

Além da tranquilidade que a contratação do seguro de crédito proporciona no gerenciamento de recebíveis, este também oferece uma maior segurança na hora de fazer vendas a prazo, isso sem acrescentar à transação um risco excessivo para a empresa. Esse fato torna a corporação muito mais competitiva em um mercado altamente concorrido como o de hoje.

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A Crise no Oriente Médio e seus desdobramentos na economia mundial

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Muito tem se falado sobre as consequências políticas e econômicas da crise que se instaurou em alguns países do Oriente Médio e do norte da África.

Essas preocupações se dão porque é nesta parte do globo que pulsa o coração energético da Terra. Sempre que o mundo presencia uma crise em regiões produtoras de petróleo, retomam-se as discussões sobre a necessidade latente de independência energética.

É verdade que o Egito e a Tunísia não possuem uma reserva expressiva de petróleo, mas a Líbia detém uma das mais importantes reservas da África. A Argélia é uma grande fornecedora, assim como o Bahrein, país fronteiriço da Arábia Saudita, maior produtora do petróleo que abastece o mundo.

Vem, com a crise, o aumento do preço do barril de petróleo e do litro da gasolina. A alta dos preços impacta diretamente as economias dos EUA e da Europa, que ainda se recuperam da grande crise.  Trata-se de uma ameaça ao crescimento global e, certamente, esse é um problema digno de roubar as noites de sono dos governantes!

Mas não há razão para pânico. O risco da instabilidade no fornecimento do petróleo existe, mas devemos lembrar que os países do Oriente Médio precisam vender, já que é deste recurso natural que parte sua subsistência.

Mais preocupante que as turbulências é o fato do petróleo ser um recurso esgotável. Após a crise nuclear decorrente do terremoto que atingiu o Japão, muito se discute sobre a utilização desta forma de energia. Questiona-se a segurança dos projetos nucleares de diversos países, fato que atinge amplamente a Europa. Na França, meu país de origem, 80% da energia elétrica é atômica. Enquanto a geração de energia oriunda de fontes limpas ainda não está madura, qualquer instabilidade no Oriente Médio causará insegurança na economia mundial.

O mundo árabe está em transição, ao mesmo tempo em que o Brasil se aproxima cada vez mais dele. Empresas brasileiras que fazem negócios por lá tem se preocupado. De fato, houve saques em alguns dos países, situação que pode desencadear atrasos e até mesmo ausência de pagamento. O risco político também pode ocasionar sinistros, já que, com um banco central fechado, por exemplo, o pagamento deixa de depender só do comprador. Também não se deve esquecer do risco tradicional em transações com estes países, que é o de litígio. Quando uma empresa privada é controlada pela família de um governante, qualquer situação que caminhe para uma cobrança judicial pode ser muito arriscada. Este risco ainda existe nos países do Oriente Médio afetados ou não pela crise.

Nós, como seguradora de crédito, realizamos uma análise com indicadores que classificam o nível de risco de transações realizadas em um determinado país. Estes indicadores medem como os negócios são influenciados pelas perspectivas econômicas, financeiras e políticas externas de um país, em um ambiente corporativo. Estabelecemos um rating global para cada país avaliado, por meio da classificação do risco em sete níveis – partindo de A1 para o risco mais baixo, a D, que é o mais alto. Com as inquietudes nestas regiões, o Bahrein teve seu score reduzido de A3 para A4. O Egito, classificado antes com B, tornou-se B-. A Líbia, antes no nível C, tornou-se agora D. Também diminuímos nossos limites de cobertura para os contratos que envolvem os países confrontados por manifestações, revoltas ou guerras civis.

Claramente, uma empresa que exporta para a Líbia deveria adiar essa venda, já que não há certeza sequer sobre o recebimento da mercadoria pelo comprador. No entanto, as negociações com os outros países afetados podem prosseguir.

É possível se assegurar, por meio de produtos clássicos, como as cartas de crédito emitidas por bancos locais e confirmadas por um banco brasileiro – opção que tem se mostrado bastante cara e muitas vezes burocrática. Outra alternativa é o seguro de crédito, que se mostra mais vantajoso para as empresas, pois avalia os riscos e orienta a carteira de buyers de um cliente, para que seja tomada a decisão correta na hora de fechar negócios. Em caso de atraso no pagamento, responsabiliza-se pela cobrança e, caso haja o sinistro, 90% do valor é reembolsado, protegendo assim a saúde financeira da empresa e, até mesmo, evitando possíveis falências decorrentes da falha de um pagamento.

Tomando estes cuidados, é possível enxergar oportunidades na crise. A instabilidade no mundo árabe fará com que os investidores enxerguem a América Latina como uma zona de segurança para aplicações, abrindo novas oportunidades de negócios na região.

Posted by Joel Paillot – Presidente

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Brasil e China: Qual o futuro dessa relação?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.

O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para uma redução na marcha de crescimento econômico chinês.

A pressão inflacionária na China é reflexo de uma combinação de políticas fiscais e monetárias expansionistas, assim como a disparada nos preços de alimentos (este último tem subido no mundo inteiro).  O Brasil como um grande exportador de commodity agro, cerca de 30% da nossa pauta de exportação de 2010, tem se beneficiado de tal cenário, refletindo positivamente na nossa Balança Comercial.

Pela ótica da oferta, diversos setores da indústria têm apontado as importações chinesas como “concorrência desleal”.  A combinação de um Yuan (moeda chinesa) subvalorizado somando-se o investimento público chinês pesado, torna a concorrência muito difícil.

A entrada de montadoras chinesas no Brasil, por exemplo, tem repercutido como um grande desafio a ser enfrentado pela indústria, com possíveis impactos em toda cadeia automobilística brasileira. O grande temor é que tendência de importação de carros prontos seja ampliada.

Por outro lado o investimento chinês não tem se limitado a produtos finais, mas tem atuado também na estrutura de custos através de parcerias com diversos setores fabris. O Brasil foi o principal destino do investimento direto da China em 2010, cerca de 13,7 bilhões USD, e a expectativa é de que tenhamos um volume ainda mais expressivo em 2011.

O futuro dessa relação?

O Brasil deve cultivar a parceria com a China, contudo com foco nos setores estratégicos para o país e com maior valor agregado. No que tange à relação comercial entre as duas nações, as exportações devem ser diversificadas e qualitativamente aprimoradas, reduzindo assim a dependência de exportação de commodities.

Dois grandes países, tendência de crescimento econômico, o ideal e esperado é que a relação entre ambos seja realmente de parceria, e é isso que devemos ver nos próximos anos.

Posted By Patrícia Krause – Economia

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Como driblar o Segurês?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Termos técnicos, jargões, siglas…como fazer para que todos entendam sobre Seguros?

O “segurês” é um dialeto que já começa confundindo.  Em qualquer situação, prêmio é alguma coisa que se ganha, enquanto que para o cliente é aquilo que ele paga. Este é só o começo da confusão.

No mercado de seguros o linguajar técnico ainda é muito presente, bastam alguns minutos com seguradoras ou corretoras que logo começa uma conversa cifrada que é muito difícil que alguém, que não esteja familizado, entenda.

São siglas, palavras estranhas e expressões que apesar de parecerem óbvias para quem trabalha com seguros, são pior que grego para o público em geral. Exemplos temos aos montes: IPD, IPA, LAP, sinistro, DCL, decessos, malus,VR, LMI, enfim, o tempo passa, novas gerações entram no mercado e todo o palavreado segue como está.

É justamente por isso que é tão difícil abandonar o “segurês”. Seguro não se aprende na escola, na grande maioria dos casos as pessoas aprenderam “amassando barro”, trabalhando e buscando a experiência de outros profissionais, que já absoreveram este “idioma próprio”, e que naturalmente tende a passar para os mais novos este estilo de comunicação.

Há que se considerar que o “segurês” efetivamente facilita bastante a vida das seguradoras e corretoras, pois através de algumas poucas siglas e palavras conseguimos definir tudo que queremos dizer e saber sobre uma cotação ou apólice.

O problema está na dificuldade que isso pode gerar do outro lado do balcão, com nossos clientes segurados. Tente explicar em poucas palavras a diferença entre primeiro risco absoluto e primeiro risco relativo, por exemplo. Parece fácil, não?

Este tipo de entrave não acontece só com seguros. Tente acompanhar uma roda de amigos médicos ou engenheiros, é quase impossível!

De qualquer forma, deve partir de cada um de nós um esforço para facilitar a comunicação com nossos clientes, de forma a tornar todo nosso relacionamento comercial o mais claro possível, através de linguagem simples e de uso cotidiano. É assim que a Coface age, todos os profissionais são preparados para traduzir para o cliente segurado toda e qualquer dúvida que possa surgir. Para nós é importante que cada ponto de uma negociação esteja claro para todas as partes.

Posted by Ricardo Anbar – Diretor Comercial

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Coface lança plataforma de CRM

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Customer Relationship Management vai centralizar e direcionar dúvidas de segurados

A Coface, líder do segmento de Seguro de Crédito no Brasil, anuncia o lançamento de uma nova plataforma de Customer Relationship Management (CRM).

Em uma plataforma adaptada às suas necessidades, o segurado poderá centralizar e direcionar suas dúvidas em relação a cada apólice de seguros.

Complementando o trabalho do corretor, que é o consultor das apólices, o CRM dará apoio total ao relacionamento com os clientes.

Voltado para corporações de qualquer tamanho, o CRM da Coface conta com uma equipe altamente especializada e dedicada às demandas específicas de cada empresa.

O Foco da estratégia da Coface, é sempre valorizar o relacionamento com o cliente.

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Coface ainda mais forte depois da crise

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Os anos de 2008 e 2009 vão ficar marcados na história como a mais grave crise desde a Segunda Guerra Mundial. O crescimento mundial foi de 4,2% em 2007 para 2,1% em 2008 e, em seguida, para -1,9% em 2009. Nunca antes havia acontecido algo parecido, queda de 6 pontos no crescimento da economia.

Apesar deste “cataclisma financeiro” mundial, ainda assim, a Coface teve números positivos em 2009. Houve um aumento no volume de negócios global de 3,8%.

E, ainda recebemos a boa notícia que o Conselho de Administração do Natixis, grupo controlador da Coface, decidiu aumentar, já no primeiro trimestre de 2010, o capital da Coface para € 175M. Em julho de 2009, o Grupo já havia recebido um primeiro aumento.

Com o forte apoio dos acionistas, através de dois aumentos de capital, a solidez financeira da Coface ficou ainda mais reforçada e, o melhor, muito mais que antes da crise.
• Um primeiro aumento, de € 50 milhões foi realizado em Julho de 2009. Esta ação, refletiu o compromisso da Coface com seus clientes, corretores e resseguradores de manter durante toda a crise, um excedente em margem de solvência perto do nível antes da crise, ou seja, cerca de € 400 milhões.

• Um segundo aumento, de € 175 milhões, foi decidido pelo conselho do Natixis em dezembro e foi realizado em Março de 2010. Somando-se ao primeiro aumento, o mesmo compensa totalmente o impacto direto sobre o balanço da Coface de 2009 (- € 223 milhões). O excesso de solvência no final de 2009, com base neste aumento, atingiu € 575 milhões, ou seja, 27% a mais que em 31 de dezembro de 2007.
Em 2010 deveremos ver uma recuperação da economia mundial. A Coface estima um crescimento global de 2.7%, contra -1.9% em 2009, incluindo 5.3% nos países emergentes, 1.8% nos EUA e apenas 0.9% na Europa.

Isso sinaliza o fim da crise de crédito global, em que não teremos mais todo aquele número de empresas abrindo falências, muito além do nível normal. No entanto, ainda haverá zonas de fraqueza em termos geográficos ou setoriais. Alguns países (Espanha, Portugal, Irlanda, Hungria, países bálticos, etc.) devem ter, mais uma vez uma experiência de crescimento negativo e, portanto, mais falências em 2010 do que em 2009.

Dentro deste contexto, a Coface pretende imprimir melhorias no âmbito operacional. Além disso, como parte de seu plano estratégico, a Coface tem como meta, atingir um lucro de €250 milhões em 2012, consolidando seus negócios.

Esta crise histórica deve levar todos os players do mercado a reverem alguns modelos de administração e é nisso que a Coface pretende colaborar, através do seguro de crédito, e na larga experiência de rating.

Posted by Hércules Pascarelli – Financeiro

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Conjuntura Econômica vs. Perspectivas para 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O cenário atual da economia brasileira pode ser considerado bastante positivo. Segundo dados divulgados no mês passado pelo IBGE, a expansão da atividade econômica no primeiro trimestre de 2010 foi de 9 % em relação a igual período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o Boletim Focus do Banco Central, que aponta as perspectivas do mercado financeiro,  continua elevando as projeções para o PIB de 2010. De acordo com o relatório mais recente, o PIB deve encerrar o ano com variação positiva de 7.2%. Vale frisar que tal previsão representa a 16° alta consecutiva das estimativas.

Pelo fator demanda, o resultado do primeiro trimestre foi impulsionado principalmente pelo desempenho do investimento. Esse foi beneficiado pela confiança do empresariado e pela utilização da capacidade instalada, no entanto, a taxa ainda é considerada baixa. Já o consumo das famílias continua em trajetória ascendente, resultante da combinação de mercado de trabalho e condições de crédito favoráveis. Em contrapartida, o setor externo apresentou variação negativa em igual período. Tal resultado vai de encontro com o ritmo de crescimento mais acentuado da economia brasileira em relação a muitos de seus parceiros comerciais (caso da União Européia e Estados Unidos).

Seguindo a ótica da oferta, a indústria, componente mais afetado durante a crise, foi o segmento que mais avançou no primeiro trimestre. A título de conhecimento, a produção do setor superou em março o patamar pré-crise, com destaque para a categoria de bens de capital. Os números registrados na agropecuária também são superiores aos verificados no ano passado. Condições metereológicas favoráveis contribuíram para o bom desempenho de culturas como soja, milho e café. Por fim, o setor de serviços que apresenta maior peso na composição do PIB, 58.9% em 2009, não divergiu dos demais e avançou 5.9% em igual período de referência.

Se o PIB mantivesse o ritmo de expansão verificado no primeiro trimestre do ano, obteríamos um acumulado de quase 11% no final 2010. Tal resultado é condizente com a atual realidade do país? Com certeza não, pois acarretaria em pressão inflacionária. Na realidade, as estimativas já indicam que a inflação deva encerrar o ano acima da meta de 4.5%. O Banco Central, por sua vez, iniciou uma trajetória de elevação da Selic em abril, no intuito de conter o processo de alta dos preços e não comprometer o crescimento econômico sustentado de longo prazo. Em suma, uma taxa de expansão em torno de 7% parece mais factível com nossa estrutura. Se quisermos crescer como uma China, por exemplo,  precisamos invariavelmente aumentar de forma significativa nossa taxa de investimento.

Posted by Patrícia Krause – Economia

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