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Início de uma nova gestão com continuidade ao crescimento

sexta-feira, 18 de junho de 2010

 

Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.

Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. Sou francês, mas nos últimos anos estive à frente da divisão de crédito da Coface Alemanha. Também já tive a oportunidade comandar a operação de países como Espanha, Itália, Portugal, Estados Unidos e Grécia.

Uma das prioridades de minha gestão será estreitar laços com clientes, corretores e bancos, que são nossos maiores aliados nessa trajetória de sucesso. E, certamente, só com o apoio de nosso maior ativo, que são os colaboradores, poderemos alcançar nosso grande objetivo, que é prosseguir liderando o mercado de seguro de crédito no país e reforçando os nossos serviços de gerenciamento de crédito: informações comerciais e gestão de cobrança.

Implementaremos no País uma plataforma única de análise de risco para a América Latina. Esta nova área trará mais autonomia, não só para o Brasil, mas para toda América Latina. Além disso, disponibilizaremos novos serviços para nossos clientes até o inicio de 2011.

Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro das novidades sobre o mercado de crédito, economia e também sobre a Coface.

Abraços,

Joel Paillot

Presidência

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As empresas no Brasil precisam despertar para a importância do Seguro de Crédito

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.

Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.

O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.

As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).

O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.

Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:

  •  - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.
  •  - Permite agilidade na venda.
  •  - Quem contratou tem a certeza que vai receber.
  •  - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.
  •  - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores.
  •  - Facilita o acesso ao crédito.
  •  - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.
  •  - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.
  •  - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda

Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:

A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.

No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.

A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. 

Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. 

Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.

Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!

Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.

Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!

  • Posted by Denise Cortez – Comercial
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Coface Country Risk 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, Country Risk 2010, em Paris.

Este evento renomado aborda temas como análise de risco-país e setores, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.

Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.

Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como Jean-Claude Trichet (Presidente do Banco Central Europeu), Nouriel Roubini (Professor de Economia da Universidade de Nova York), Kenneth Rogoff (Professor de Economia da Harvard) e Javier Santiso (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.

Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.

As principais questões a serem abordadas na conferência de 2010 são:

  •  - A recuperação da economia é de alto risco?
  •  - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?

 

Pascal Lamy (Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como Dean Baker (Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do BNP Paribas) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.

Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela Amazon, possui os seguintes dados: 

  •  - Análise de risco e rating pela Coface
  •  - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.
  •  - Indicadores econômicos por país.
  •  - Histórico e tendências de pagamento.

É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “Country Risk and Sector Rating”.

Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:

http://www.risque-pays.coface.fr/en/

 

 

Posted By Jeane So – Marketing

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