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	<title>Coface do Brasil &#187; Coface</title>
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		<title>Na liderança do mercado, Marcele Lemos assume a presidência da Coface.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 19:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como esse é o meu primeiro post desde que assumi a presidência da Coface no Brasil, dia 05 de dezembro de 2011, apesar de alguns de vocês já me conhecerem, afinal são 11 anos no Grupo Coface (8 anos na SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito e Exportação), gostaria de me apresentar aos leitores do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/ExecutivosCoface030.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-615" title="ExecutivosCoface030" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/ExecutivosCoface030-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Como esse é o meu primeiro post desde que assumi a presidência da Coface no Brasil, dia 05 de dezembro de 2011, apesar de alguns de vocês já me conhecerem, afinal são 11 anos no Grupo Coface (8 anos na SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito e Exportação), gostaria de me apresentar aos leitores do Blog Coface.</p>
<p>Após as conquistas e resultados positivos da Coface nos últimos 18 meses, sinto orgulho de assumir uma administração tão bem sucedida.  É uma grande honra para mim.</p>
<p>Agradeço a todos os colaboradores da Coface do Brasil, cujo espírito de equipe e dedicação tem sido fundamentais à nossa atuação destacada no mercado de seguro de crédito brasileiro.</p>
<p>Fico feliz em assumir a presidência da Coface no momento em que deixamos para trás a ideia de que o Brasil é o país do futuro, e assumimos a condição de país do presente.</p>
<p>Um momento em que temos uma economia estável, vigorosa e uma democracia sólida, nos tornamos mais atraentes aos olhos dos investidores estrangeiros, com seguidos upgrades na classificação das agências internacionais de rating e fomos escolhidos para sediar os dois maiores eventos esportivos Mundiais: a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.</p>
<p>O Brasil é o país da vez!</p>
<p>E é neste país que põe em prática o seu grande potencial, que projetamos um crescimento de 20% no ano de 2012, para a Coface do Brasil. Nosso desafio é difundir a cultura do crédito consciente, tornando o Seguro de Crédito parte integrante da estratégia das empresas brasileiras, proporcionando segurança na gestão de seus portfólios e evitando que sejam afetadas por eventos de inadimplência e insolvência de seus clientes.</p>
<p>Nosso crescimento será amparado pelo fortalecimento da parceira com os nossos clientes, corretores e bancos; pela busca de novos parceiros de negócios; e pela expansão geográfica, que se consolidará com a inauguração em 2012 de uma unidade Coface no Sul do país, região de reconhecido potencial agrícola e industrial.</p>
<p>Cresceremos, mas mantendo o comprometimento de aprimorar e conservar a qualidade dos nossos serviços, para que possamos seguir merecendo a confiança do mercado brasileiro, por meio de todos os nossos clientes, corretores de seguros e parceiros de negócios.</p>
<p>É, portanto com grande esperança no futuro que concluo este post.</p>
<p>Contudo, antes de finalizar, gostaria de agradecer, em nome de todos os colaboradores, ao Joel Paillot, que assumiu o cargo de Diretor de Riscos Globais, na nossa Matriz na França, pela sua grande contribuição à Coface do Brasil durante o período em que esteve conosco.</p>
<p>Desejamos que tenha muito sucesso em seu novo desafio profissional, que certamente trará grandes responsabilidades, mas também algumas recompensas, como a proximidade da família e a beleza da Cidade Luz.</p>
<p>Certamente ele deixará saudades pela sua gestão marcada por conquistas; e pela nobreza com que liderou o seu time brasileiro.</p>
<p>Ao Joel, nosso líder de nacionalidade francesa, disciplina alemã e alma brasileira, o nosso muito obrigado!</p>
<p><strong>Agora, vamos rumo a uma nova fase de ainda mais sucesso!</strong></p>
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&lt;p&gt;Após as conquistas e resultados positivos da Coface nos últimos 18 meses, sinto orgulho de assumir uma administração tão bem sucedida.  É uma grande honra para mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agradeço a todos os colaboradores da Coface do Brasil, cujo espírito de equipe e dedicação tem sido fundamentais à nossa atuação destacada no mercado de seguro de crédito brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico feliz em assumir a presidência da Coface no momento em que deixamos para trás a ideia de que o Brasil é o país do futuro, e assumimos a condição de país do presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um momento em que temos uma economia estável, vigorosa e uma democracia sólida, nos tornamos mais atraentes aos olhos dos investidores estrangeiros, com seguidos upgrades na classificação das agências internacionais de rating e fomos escolhidos para sediar os dois maiores eventos esportivos Mundiais: a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil é o país da vez!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é neste país que põe em prática o seu grande potencial, que projetamos um crescimento de 20% no ano de 2012, para a Coface do Brasil. Nosso desafio é difundir a cultura do crédito consciente, tornando o Seguro de Crédito parte integrante da estratégia das empresas brasileiras, proporcionando segurança na gestão de seus portfólios e evitando que sejam afetadas por eventos de inadimplência e insolvência de seus clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nosso crescimento será amparado pelo fortalecimento da parceira com os nossos clientes, corretores e bancos; pela busca de novos parceiros de negócios; e pela expansão geográfica, que se consolidará com a inauguração em 2012 de uma unidade Coface no Sul do país, região de reconhecido potencial agrícola e industrial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cresceremos, mas mantendo o comprometimento de aprimorar e conservar a qualidade dos nossos serviços, para que possamos seguir merecendo a confiança do mercado brasileiro, por meio de todos os nossos clientes, corretores de seguros e parceiros de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É, portanto com grande esperança no futuro que concluo este post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, antes de finalizar, gostaria de agradecer, em nome de todos os colaboradores, ao Joel Paillot, que assumiu o cargo de Diretor de Riscos Globais, na nossa Matriz na França, pela sua grande contribuição à Coface do Brasil durante o período em que esteve conosco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desejamos que tenha muito sucesso em seu novo desafio profissional, que certamente trará grandes responsabilidades, mas também algumas recompensas, como a proximidade da família e a beleza da Cidade Luz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certamente ele deixará saudades pela sua gestão marcada por conquistas; e pela nobreza com que liderou o seu time brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao Joel, nosso líder de nacionalidade francesa, disciplina alemã e alma brasileira, o nosso muito obrigado!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agora, vamos rumo a uma nova fase de ainda mais sucesso!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>A Crise no Oriente Médio e seus desdobramentos na economia mundial</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/a-crise-no-oriente-medio-e-seus-desdobramentos-na-economia-mundial</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 13:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Paillot]]></category>
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		<description><![CDATA[
Muito tem se falado sobre as consequências políticas e econômicas da crise que se instaurou em alguns países do Oriente Médio e do norte da África.
Essas preocupações se dão porque é nesta parte do globo que pulsa o coração energético da Terra. Sempre que o mundo presencia uma crise em regiões produtoras de petróleo, retomam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/imagesCAX0QYHH.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-493" title="imagesCAX0QYHH" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/imagesCAX0QYHH.jpg" alt="" width="192" height="262" /></a></h3>
<p>Muito tem se falado sobre as consequências políticas e econômicas da crise que se instaurou em alguns países do Oriente Médio e do norte da África.</p>
<p>Essas preocupações se dão porque é nesta parte do globo que pulsa o coração energético da Terra. Sempre que o mundo presencia uma crise em regiões produtoras de petróleo, retomam-se as discussões sobre a necessidade latente de independência energética.</p>
<p>É verdade que o Egito e a Tunísia não possuem uma reserva expressiva de petróleo, mas a Líbia detém uma das mais importantes reservas da África. A Argélia é uma grande fornecedora, assim como o Bahrein, país fronteiriço da Arábia Saudita, maior produtora do petróleo que abastece o mundo.</p>
<p>Vem, com a crise, o aumento do preço do barril de petróleo e do litro da gasolina. A alta dos preços impacta diretamente as economias dos EUA e da Europa, que ainda se recuperam da grande crise.  Trata-se de uma ameaça ao crescimento global e, certamente, esse é um problema digno de roubar as noites de sono dos governantes!</p>
<p>Mas não há razão para pânico. O risco da instabilidade no fornecimento do petróleo existe, mas devemos lembrar que os países do Oriente Médio precisam vender, já que é deste recurso natural que parte sua subsistência.</p>
<p>Mais preocupante que as turbulências é o fato do petróleo ser um recurso esgotável. Após a crise nuclear decorrente do terremoto que atingiu o Japão, muito se discute sobre a utilização desta forma de energia. Questiona-se a segurança dos projetos nucleares de diversos países, fato que atinge amplamente a Europa. Na França, meu país de origem, 80% da energia elétrica é atômica. Enquanto a geração de energia oriunda de fontes limpas ainda não está madura, qualquer instabilidade no Oriente Médio causará insegurança na economia mundial.</p>
<p>O mundo árabe está em transição, ao mesmo tempo em que o Brasil se aproxima cada vez mais dele. Empresas brasileiras que fazem negócios por lá tem se preocupado. De fato, houve saques em alguns dos países, situação que pode desencadear atrasos e até mesmo ausência de pagamento. O risco político também pode ocasionar sinistros, já que, com um banco central fechado, por exemplo, o pagamento deixa de depender só do comprador. Também não se deve esquecer do risco tradicional em transações com estes países, que é o de litígio. Quando uma empresa privada é controlada pela família de um governante, qualquer situação que caminhe para uma cobrança judicial pode ser muito arriscada. Este risco ainda existe nos países do Oriente Médio afetados ou não pela crise.</p>
<p>Nós, como seguradora de crédito, realizamos uma análise com indicadores que classificam o nível de risco de transações realizadas em um determinado país. Estes indicadores medem como os negócios são influenciados pelas perspectivas econômicas, financeiras e políticas externas de um país, em um ambiente corporativo. Estabelecemos um rating global para cada país avaliado, por meio da classificação do risco em sete níveis – partindo de A1 para o risco mais baixo, a D, que é o mais alto. Com as inquietudes nestas regiões, o Bahrein teve seu score reduzido de A3 para A4. O Egito, classificado antes com B, tornou-se B-. A Líbia, antes no nível C, tornou-se agora D. Também diminuímos nossos limites de cobertura para os contratos que envolvem os países confrontados por manifestações, revoltas ou guerras civis.</p>
<p>Claramente, uma empresa que exporta para a Líbia deveria adiar essa venda, já que não há certeza sequer sobre o recebimento da mercadoria pelo comprador. No entanto, as negociações com os outros países afetados podem prosseguir.</p>
<p>É possível se assegurar, por meio de produtos clássicos, como as cartas de crédito emitidas por bancos locais e confirmadas por um banco brasileiro – opção que tem se mostrado bastante cara e muitas vezes burocrática. Outra alternativa é o seguro de crédito, que se mostra mais vantajoso para as empresas, pois avalia os riscos e orienta a carteira de buyers de um cliente, para que seja tomada a decisão correta na hora de fechar negócios. Em caso de atraso no pagamento, responsabiliza-se pela cobrança e, caso haja o sinistro, 90% do valor é reembolsado, protegendo assim a saúde financeira da empresa e, até mesmo, evitando possíveis falências decorrentes da falha de um pagamento.</p>
<p>Tomando estes cuidados, é possível enxergar oportunidades na crise. A instabilidade no mundo árabe fará com que os investidores enxerguem a América Latina como uma zona de segurança para aplicações, abrindo novas oportunidades de negócios na região.</p>
<p><em>Posted by</em> Joel Paillot &#8211; Presidente</p>
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&lt;p&gt;Muito tem se falado sobre as consequências políticas e econômicas da crise que se instaurou em alguns países do Oriente Médio e do norte da África.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas preocupações se dão porque é nesta parte do globo que pulsa o coração energético da Terra. Sempre que o mundo presencia uma crise em regiões produtoras de petróleo, retomam-se as discussões sobre a necessidade latente de independência energética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É verdade que o Egito e a Tunísia não possuem uma reserva expressiva de petróleo, mas a Líbia detém uma das mais importantes reservas da África. A Argélia é uma grande fornecedora, assim como o Bahrein, país fronteiriço da Arábia Saudita, maior produtora do petróleo que abastece o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vem, com a crise, o aumento do preço do barril de petróleo e do litro da gasolina. A alta dos preços impacta diretamente as economias dos EUA e da Europa, que ainda se recuperam da grande crise.  Trata-se de uma ameaça ao crescimento global e, certamente, esse é um problema digno de roubar as noites de sono dos governantes!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não há razão para pânico. O risco da instabilidade no fornecimento do petróleo existe, mas devemos lembrar que os países do Oriente Médio precisam vender, já que é deste recurso natural que parte sua subsistência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais preocupante que as turbulências é o fato do petróleo ser um recurso esgotável. Após a crise nuclear decorrente do terremoto que atingiu o Japão, muito se discute sobre a utilização desta forma de energia. Questiona-se a segurança dos projetos nucleares de diversos países, fato que atinge amplamente a Europa. Na França, meu país de origem, 80% da energia elétrica é atômica. Enquanto a geração de energia oriunda de fontes limpas ainda não está madura, qualquer instabilidade no Oriente Médio causará insegurança na economia mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mundo árabe está em transição, ao mesmo tempo em que o Brasil se aproxima cada vez mais dele. Empresas brasileiras que fazem negócios por lá tem se preocupado. De fato, houve saques em alguns dos países, situação que pode desencadear atrasos e até mesmo ausência de pagamento. O risco político também pode ocasionar sinistros, já que, com um banco central fechado, por exemplo, o pagamento deixa de depender só do comprador. Também não se deve esquecer do risco tradicional em transações com estes países, que é o de litígio. Quando uma empresa privada é controlada pela família de um governante, qualquer situação que caminhe para uma cobrança judicial pode ser muito arriscada. Este risco ainda existe nos países do Oriente Médio afetados ou não pela crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, como seguradora de crédito, realizamos uma análise com indicadores que classificam o nível de risco de transações realizadas em um determinado país. Estes indicadores medem como os negócios são influenciados pelas perspectivas econômicas, financeiras e políticas externas de um país, em um ambiente corporativo. Estabelecemos um rating global para cada país avaliado, por meio da classificação do risco em sete níveis – partindo de A1 para o risco mais baixo, a D, que é o mais alto. Com as inquietudes nestas regiões, o Bahrein teve seu score reduzido de A3 para A4. O Egito, classificado antes com B, tornou-se B-. A Líbia, antes no nível C, tornou-se agora D. Também diminuímos nossos limites de cobertura para os contratos que envolvem os países confrontados por manifestações, revoltas ou guerras civis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claramente, uma empresa que exporta para a Líbia deveria adiar essa venda, já que não há certeza sequer sobre o recebimento da mercadoria pelo comprador. No entanto, as negociações com os outros países afetados podem prosseguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível se assegurar, por meio de produtos clássicos, como as cartas de crédito emitidas por bancos locais e confirmadas por um banco brasileiro – opção que tem se mostrado bastante cara e muitas vezes burocrática. Outra alternativa é o seguro de crédito, que se mostra mais vantajoso para as empresas, pois avalia os riscos e orienta a carteira de buyers de um cliente, para que seja tomada a decisão correta na hora de fechar negócios. Em caso de atraso no pagamento, responsabiliza-se pela cobrança e, caso haja o sinistro, 90% do valor é reembolsado, protegendo assim a saúde financeira da empresa e, até mesmo, evitando possíveis falências decorrentes da falha de um pagamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tomando estes cuidados, é possível enxergar oportunidades na crise. A instabilidade no mundo árabe fará com que os investidores enxerguem a América Latina como uma zona de segurança para aplicações, abrindo novas oportunidades de negócios na região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by&lt;/em&gt; Joel Paillot &amp;#8211; Presidente&lt;/p&gt;
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		<title>Brasil e China: Qual o futuro dessa relação?</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/brasil-e-china-qual-o-futuro-dessa-relacao</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 20:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Coface]]></category>

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		<description><![CDATA[Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.
O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-488" title="brasil-e-china-copy" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.</p>
<p>O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para uma redução na marcha de crescimento econômico chinês.</p>
<p>A pressão inflacionária na China é reflexo de uma combinação de políticas fiscais e monetárias expansionistas, assim como a disparada nos preços de alimentos (este último tem subido no mundo inteiro).  O Brasil como um grande exportador de commodity agro, cerca de 30% da nossa pauta de exportação de 2010, tem se beneficiado de tal cenário, refletindo positivamente na nossa Balança Comercial.</p>
<p>Pela ótica da oferta, diversos setores da indústria têm apontado as importações chinesas como “concorrência desleal”.  A combinação de um Yuan (moeda chinesa) subvalorizado somando-se o investimento público chinês pesado, torna a concorrência muito difícil.</p>
<p>A entrada de montadoras chinesas no Brasil, por exemplo, tem repercutido como um grande desafio a ser enfrentado pela indústria, com possíveis impactos em toda cadeia automobilística brasileira. O grande temor é que tendência de importação de carros prontos seja ampliada.</p>
<p>Por outro lado o investimento chinês não tem se limitado a produtos finais, mas tem atuado também na estrutura de custos através de parcerias com diversos setores fabris. O Brasil foi o principal destino do investimento direto da China em 2010, cerca de 13,7 bilhões USD, e a expectativa é de que tenhamos um volume ainda mais expressivo em 2011.</p>
<p>O futuro dessa relação?</p>
<p>O Brasil deve cultivar a parceria com a China, contudo com foco nos setores estratégicos para o país e com maior valor agregado. No que tange à relação comercial entre as duas nações, as exportações devem ser diversificadas e qualitativamente aprimoradas, reduzindo assim a dependência de exportação de commodities.</p>
<p>Dois grandes países, tendência de crescimento econômico, o ideal e esperado é que a relação entre ambos seja realmente de parceria, e é isso que devemos ver nos próximos anos.</p>
<p><em>Posted By Patrícia Krause &#8211; Economia</em></p>
<div class="pdf24Plugin-cp-box"><form method="post" action="http://doc2pdf.pdf24.org/doc2pdf/wordpress.php" target="pdf24PopWin" onsubmit="window.open('about:blank', 'pdf24PopWin', 'scrollbars=yes,width=400,height=200,top=0,left=0'); return true;"><input type="hidden" name="blogCharset" value="UTF-8" />
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2011-06-16 17:06:59" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-488&quot; title=&quot;brasil-e-china-copy&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy-300x150.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para uma redução na marcha de crescimento econômico chinês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pressão inflacionária na China é reflexo de uma combinação de políticas fiscais e monetárias expansionistas, assim como a disparada nos preços de alimentos (este último tem subido no mundo inteiro).  O Brasil como um grande exportador de commodity agro, cerca de 30% da nossa pauta de exportação de 2010, tem se beneficiado de tal cenário, refletindo positivamente na nossa Balança Comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela ótica da oferta, diversos setores da indústria têm apontado as importações chinesas como “concorrência desleal”.  A combinação de um Yuan (moeda chinesa) subvalorizado somando-se o investimento público chinês pesado, torna a concorrência muito difícil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrada de montadoras chinesas no Brasil, por exemplo, tem repercutido como um grande desafio a ser enfrentado pela indústria, com possíveis impactos em toda cadeia automobilística brasileira. O grande temor é que tendência de importação de carros prontos seja ampliada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado o investimento chinês não tem se limitado a produtos finais, mas tem atuado também na estrutura de custos através de parcerias com diversos setores fabris. O Brasil foi o principal destino do investimento direto da China em 2010, cerca de 13,7 bilhões USD, e a expectativa é de que tenhamos um volume ainda mais expressivo em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro dessa relação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil deve cultivar a parceria com a China, contudo com foco nos setores estratégicos para o país e com maior valor agregado. No que tange à relação comercial entre as duas nações, as exportações devem ser diversificadas e qualitativamente aprimoradas, reduzindo assim a dependência de exportação de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois grandes países, tendência de crescimento econômico, o ideal e esperado é que a relação entre ambos seja realmente de parceria, e é isso que devemos ver nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted By Patrícia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
" />
<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Creator"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Creator" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como driblar o Segurês?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 20:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento ao Cliente]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurês]]></category>
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		<category><![CDATA[Seguros]]></category>

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		<description><![CDATA[Termos técnicos, jargões, siglas&#8230;como fazer para que todos entendam sobre Seguros?

O “segurês” é um dialeto que já começa confundindo.  Em qualquer situação, prêmio é alguma coisa que se ganha, enquanto que para o cliente é aquilo que ele paga. Este é só o começo da confusão.
No mercado de seguros o linguajar técnico ainda é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Termos técnicos, jargões, siglas&#8230;como fazer para que todos entendam sobre Seguros?</h3>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/dicionarios.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-428" title="dicionarios" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/dicionarios-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<p>O “segurês” é um dialeto que já começa confundindo.  Em qualquer situação, prêmio é alguma coisa que se ganha, enquanto que para o cliente é aquilo que ele paga. Este é só o começo da confusão.</p>
<p>No mercado de seguros o linguajar técnico ainda é muito presente, bastam alguns minutos com seguradoras ou corretoras que logo começa uma conversa cifrada que é muito difícil que alguém, que não esteja familizado, entenda.</p>
<p>São siglas, palavras estranhas e expressões que apesar de parecerem óbvias para quem trabalha com seguros, são pior que grego para o público em geral. Exemplos temos aos montes: IPD, IPA, LAP, sinistro, DCL, decessos, malus,VR, LMI, enfim, o tempo passa, novas gerações entram no mercado e todo o palavreado segue como está.</p>
<p>É justamente por isso que é tão difícil abandonar o “segurês”. Seguro não se aprende na escola, na grande maioria dos casos as pessoas aprenderam “amassando barro”, trabalhando e buscando a experiência de outros profissionais, que já absoreveram este &#8220;idioma próprio&#8221;, e que naturalmente tende a passar para os mais novos este estilo de comunicação.</p>
<p>Há que se considerar que o “segurês” efetivamente facilita bastante a vida das seguradoras e corretoras, pois através de algumas poucas siglas e palavras conseguimos definir tudo que queremos dizer e saber sobre uma cotação ou apólice.</p>
<p>O problema está na dificuldade que isso pode gerar do outro lado do balcão, com nossos clientes segurados. Tente explicar em poucas palavras a diferença entre primeiro risco absoluto e primeiro risco relativo, por exemplo. Parece fácil, não?</p>
<p>Este tipo de entrave não acontece só com seguros. Tente acompanhar uma roda de amigos médicos ou engenheiros, é quase impossível!</p>
<p>De qualquer forma, deve partir de cada um de nós um esforço para facilitar a comunicação com nossos clientes, de forma a tornar todo nosso relacionamento comercial o mais claro possível, através de linguagem simples e de uso cotidiano. É assim que a Coface age, todos os profissionais são preparados para traduzir para o cliente segurado toda e qualquer dúvida que possa surgir. Para nós é importante que cada ponto de uma negociação esteja claro para todas as partes.</p>
<p><em>Posted by Ricardo Anbar &#8211; Diretor Comercial</em></p>
<div class="pdf24Plugin-cp-box"><form method="post" action="http://doc2pdf.pdf24.org/doc2pdf/wordpress.php" target="pdf24PopWin" onsubmit="window.open('about:blank', 'pdf24PopWin', 'scrollbars=yes,width=400,height=200,top=0,left=0'); return true;"><input type="hidden" name="blogCharset" value="UTF-8" />
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-12-27 18:12:55" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;h3&gt;Termos técnicos, jargões, siglas&amp;#8230;como fazer para que todos entendam sobre Seguros?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/dicionarios.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-428&quot; title=&quot;dicionarios&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/dicionarios-300x195.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;195&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O “segurês” é um dialeto que já começa confundindo.  Em qualquer situação, prêmio é alguma coisa que se ganha, enquanto que para o cliente é aquilo que ele paga. Este é só o começo da confusão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mercado de seguros o linguajar técnico ainda é muito presente, bastam alguns minutos com seguradoras ou corretoras que logo começa uma conversa cifrada que é muito difícil que alguém, que não esteja familizado, entenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São siglas, palavras estranhas e expressões que apesar de parecerem óbvias para quem trabalha com seguros, são pior que grego para o público em geral. Exemplos temos aos montes: IPD, IPA, LAP, sinistro, DCL, decessos, malus,VR, LMI, enfim, o tempo passa, novas gerações entram no mercado e todo o palavreado segue como está.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É justamente por isso que é tão difícil abandonar o “segurês”. Seguro não se aprende na escola, na grande maioria dos casos as pessoas aprenderam “amassando barro”, trabalhando e buscando a experiência de outros profissionais, que já absoreveram este &amp;#8220;idioma próprio&amp;#8221;, e que naturalmente tende a passar para os mais novos este estilo de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há que se considerar que o “segurês” efetivamente facilita bastante a vida das seguradoras e corretoras, pois através de algumas poucas siglas e palavras conseguimos definir tudo que queremos dizer e saber sobre uma cotação ou apólice.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema está na dificuldade que isso pode gerar do outro lado do balcão, com nossos clientes segurados. Tente explicar em poucas palavras a diferença entre primeiro risco absoluto e primeiro risco relativo, por exemplo. Parece fácil, não?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este tipo de entrave não acontece só com seguros. Tente acompanhar uma roda de amigos médicos ou engenheiros, é quase impossível!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer forma, deve partir de cada um de nós um esforço para facilitar a comunicação com nossos clientes, de forma a tornar todo nosso relacionamento comercial o mais claro possível, através de linguagem simples e de uso cotidiano. É assim que a Coface age, todos os profissionais são preparados para traduzir para o cliente segurado toda e qualquer dúvida que possa surgir. Para nós é importante que cada ponto de uma negociação esteja claro para todas as partes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Ricardo Anbar &amp;#8211; Diretor Comercial&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Creator"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Creator" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Início de uma nova gestão com continuidade ao crescimento</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/inicio-de-uma-nova-gestao-com-continuidade-ao-crescimento</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 13:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
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		<category><![CDATA[Joel Paillot]]></category>
		<category><![CDATA[nova gestão]]></category>
		<category><![CDATA[nova presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.
Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-392" title="sz012" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.</p>
<p>Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. Sou francês, mas nos últimos anos estive à frente da divisão de crédito da Coface Alemanha. Também já tive a oportunidade comandar a operação de países como Espanha, Itália, Portugal, Estados Unidos e Grécia.</p>
<p>Uma das prioridades de minha gestão será estreitar laços com clientes, corretores e bancos, que são nossos maiores aliados nessa trajetória de sucesso. E, certamente, só com o apoio de nosso maior ativo, que são os colaboradores, poderemos alcançar nosso grande objetivo, que é prosseguir liderando o mercado de seguro de crédito no país e reforçando os nossos serviços de gerenciamento de crédito: informações comerciais e gestão de cobrança.</p>
<p>Implementaremos no País uma plataforma única de análise de risco para a América Latina. Esta nova área trará mais autonomia, não só para o Brasil, mas para toda América Latina. Além disso, disponibilizaremos novos serviços para nossos clientes até o inicio de 2011.</p>
<p>Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro das novidades sobre o mercado de crédito, economia e também sobre a Coface.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Joel Paillot</p>
<p>Presidência</p>
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-06-18 10:06:59" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-392&quot; title=&quot;sz012&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/sz012-200x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Assumi recentemente a presidência da Coface no Brasil. E é com grande prazer que venho me apresentar para os leitores do Blog da Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mim, que faço parte desta empresa desde meados dos anos 1970, é uma grande honra estar à frente da operação brasileira. Admiro muito este País, principalmente por sua cultura e música. Sou francês, mas nos últimos anos estive à frente da divisão de crédito da Coface Alemanha. Também já tive a oportunidade comandar a operação de países como Espanha, Itália, Portugal, Estados Unidos e Grécia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das prioridades de minha gestão será estreitar laços com clientes, corretores e bancos, que são nossos maiores aliados nessa trajetória de sucesso. E, certamente, só com o apoio de nosso maior ativo, que são os colaboradores, poderemos alcançar nosso grande objetivo, que é prosseguir liderando o mercado de seguro de crédito no país e reforçando os nossos serviços de gerenciamento de crédito: informações comerciais e gestão de cobrança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Implementaremos no País uma plataforma única de análise de risco para a América Latina. Esta nova área trará mais autonomia, não só para o Brasil, mas para toda América Latina. Além disso, disponibilizaremos novos serviços para nossos clientes até o inicio de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro das novidades sobre o mercado de crédito, economia e também sobre a Coface.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Joel Paillot&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Presidência&lt;/p&gt;
" />
<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As empresas no Brasil precisam despertar para a importância do Seguro de Crédito</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/as-empresas-no-brasil-precisam-despertar-para-a-importancia-do-seguro-de-credito</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 18:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.
Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-342" title="42-16223339" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/StockExchange.jpg"></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/executivos-site.jpg"></a>O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.</p>
<p>Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.</p>
<p>O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.</p>
<p>As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).</p>
<p>O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.</p>
<p>Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:</p>
<ul>
<li>
<address> - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.</address>
</li>
<li>
<address> - Permite agilidade na venda.</address>
</li>
<li>
<address> - Quem contratou tem a certeza que vai receber.</address>
</li>
<li>
<address> - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.</address>
</li>
<li>
<address> - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. </address>
</li>
<li>
<address> - Facilita o acesso ao crédito. </address>
</li>
<li>
<address> - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.</address>
</li>
<li>
<address> - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.</address>
</li>
<li>
<address> - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda</address>
</li>
</ul>
<p>Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:</p>
<p>A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.</p>
<p>No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.</p>
<p>A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. </p>
<p>Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. </p>
<p>Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.</p>
<p>Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!</p>
<p>Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.</p>
<p>Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!</p>
<ul>
<li><em></em></li>
<li><em>Posted by Denise Cortez &#8211; Comercial</em></li>
</ul>
<div class="pdf24Plugin-cp-box"><form method="post" action="http://doc2pdf.pdf24.org/doc2pdf/wordpress.php" target="pdf24PopWin" onsubmit="window.open('about:blank', 'pdf24PopWin', 'scrollbars=yes,width=400,height=200,top=0,left=0'); return true;"><input type="hidden" name="blogCharset" value="UTF-8" />
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-03-22 15:03:43" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-342&quot; title=&quot;42-16223339&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1-300x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/StockExchange.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/executivos-site.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Permite agilidade na venda.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Quem contratou tem a certeza que vai receber.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. &lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Facilita o acesso ao crédito. &lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;address&gt; - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda&lt;/address&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Posted by Denise Cortez &amp;#8211; Comercial&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Creator"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Creator" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Coface Country Risk 2010</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/coface-country-risk-2010#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 10:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, Country Risk 2010, em Paris.
Este evento renomado aborda temas como análise de risco-país e setores, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.


Organizada pela Coface há 14 anos, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, <a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/">Country Risk 2010</a>, em Paris.</p>
<p>Este evento renomado aborda temas como <a href="http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">análise de risco-país e setores</a>, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Umbrella-Map-1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-266" title="untitled" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.</p>
<p>Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Claude_Trichet">Jean-Claude Trichet </a>(Presidente do Banco Central Europeu), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nouriel_Roubini">Nouriel Roubini</a> (Professor de Economia da Universidade de Nova York), <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kenneth_Rogoff">Kenneth Rogoff </a>(Professor de Economia da Harvard) e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Javier_Santiso">Javier Santiso</a> (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.</p>
<p>Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.</p>
<p>As <a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/the-conference/themes#">principais questões </a>a serem abordadas na conferência de 2010 são:</p>
<ul>
<li> - A recuperação da economia é de alto risco?</li>
<li> - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?</li>
</ul>
<p> </p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pascal_Lamy">Pascal Lamy </a>(Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dean_Baker">Dean Baker </a>(Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do <a href="http://www.bnpparibas.com.br/index.asp">BNP Paribas</a>) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.</p>
<p>Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela <a href="http://www.amazon.com/Handbook-Country-Risk-Gmb-Publishing/dp/1846731720/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1265819224&amp;sr=8-4">Amazon</a>, possui os seguintes dados: </p>
<ul>
<li> - Análise de risco e rating pela Coface</li>
<li> - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.</li>
<li> - Indicadores econômicos por país.</li>
<li> - Histórico e tendências de pagamento.</li>
</ul>
<p>É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “<a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">Country Risk and Sector Rating</a>”.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:</p>
<p><a href="http://www.risque-pays.coface.fr/en/">http://www.risque-pays.coface.fr/en/</a></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Posted By Jeane So &#8211; Marketing</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;No próximo dia 18 de janeiro, começa mais uma edição da conferência mundial, &lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&quot;&gt;Country Risk 2010&lt;/a&gt;, em Paris.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este evento renomado aborda temas como &lt;a href=&quot;http://coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;análise de risco-país e setores&lt;/a&gt;, além de estratégias internacionais, examinadas por economistas líderes, especialistas políticos e lideranças empresariais da Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Umbrella-Map-1.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-266&quot; title=&quot;untitled&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizada pela Coface há 14 anos, o Country Risk não se trata de apenas mais um evento institucional da empresa. Devido à sua tradição, o mesmo já atingiu a esfera internacional e se tornou um evento de referência no mercado de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se ter uma idéia, nomes de peso, entre outros, como &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Claude_Trichet&quot;&gt;Jean-Claude Trichet &lt;/a&gt;(Presidente do Banco Central Europeu), &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Nouriel_Roubini&quot;&gt;Nouriel Roubini&lt;/a&gt; (Professor de Economia da Universidade de Nova York), &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Kenneth_Rogoff&quot;&gt;Kenneth Rogoff &lt;/a&gt;(Professor de Economia da Harvard) e &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Javier_Santiso&quot;&gt;Javier Santiso&lt;/a&gt; (OCDE) já tiveram passagem na conferência como palestrantes e debatedores convidados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais de 1.400 participantes, entre executivos, bancos e universidades, junto a jornalistas do mundo inteiro, reúnem-se anualmente para escutar especialistas renomados e internacionais que fazem uma revisão do que passou e analisam as principais tendências da economia mundial e de seus impactos nas empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/the-conference/themes#&quot;&gt;principais questões &lt;/a&gt;a serem abordadas na conferência de 2010 são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; - A recuperação da economia é de alto risco?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Os países emergentes são os grandes vencedores da crise?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Pascal_Lamy&quot;&gt;Pascal Lamy &lt;/a&gt;(Diretor Geral da World Trade Organization) fará abertura oficial da conferência. Além disso, haverá a presença de palestrantes de alto nível como &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Dean_Baker&quot;&gt;Dean Baker &lt;/a&gt;(Diretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política de Washington) e Alexandre Lintz (Economista Chefe do &lt;a href=&quot;http://www.bnpparibas.com.br/index.asp&quot;&gt;BNP Paribas&lt;/a&gt;) são alguns dos palestrantes de alto nível que estarão presentes no dia 18 de janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tradicionalmente no dia do evento, é distribuído aos participantes, o livro “Country Risk”, que traz análise de risco de 155 países. Este material é muito usado como guia de negócios num ambiente econômico complexo e de mudanças constantes. O “Country Risk” que também é comercializado pela &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/Handbook-Country-Risk-Gmb-Publishing/dp/1846731720/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1265819224&amp;amp;sr=8-4&quot;&gt;Amazon&lt;/a&gt;, possui os seguintes dados: &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; - Análise de risco e rating pela Coface&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Perspectivas econômicas por região geográfica e por setor econômico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Indicadores econômicos por país.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; - Histórico e tendências de pagamento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;É possível conhecer mais sobre este assunto em nossa página da internet, na seção “&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;Country Risk and Sector Rating&lt;/a&gt;”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se quiser saber mais sobre o Country Risk 2010, acesse o site:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&quot;&gt;http://www.risque-pays.coface.fr/en/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted By Jeane So &amp;#8211; Marketing&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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