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	<title>Coface do Brasil &#187; Consumo</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>O Saldo de um Ano marcado pela Crise</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de 0.2% em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-314" title="PIB" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg" alt="" width="281" height="238" /></a>De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de <strong>0.2% </strong>em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de seus desdobramentos durante grande parte do ano 2009.</p>
<p>A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).</p>
<p>Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.</p>
<p>Considerando o <strong>fator demanda</strong>, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.</p>
<p>O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).</p>
<p>Sobre a <strong>ótica da oferta</strong>, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.</p>
<p>As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.</p>
<p>De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá <strong>5.5%</strong>.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. </p>
<p>Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.</p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause – Economia </em></p>
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&lt;p&gt;A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o &lt;strong&gt;fator demanda&lt;/strong&gt;, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a &lt;strong&gt;ótica da oferta&lt;/strong&gt;, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá &lt;strong&gt;5.5%&lt;/strong&gt;.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause – Economia &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>Como estamos após um ano do início da Crise?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.
Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu 1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.</p>
<p>Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu<strong> </strong>1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 e decresceu 1,2% em relação ao 2º TRI / 08.</p>
<p>Os economistas apontam para um crescimento próximo a zero em 2009 e uma retomada de um crescimento maior que 4% em 2010.</p>
<p>Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.</p>
<p>Analisando o PIB do lado da Demanda, o <strong>Consumo das famílias</strong> e o <strong>Consumo da</strong> <strong>Administração Pública</strong> continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.</p>
<p>As <strong>Exportações</strong>, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p>Os <strong>Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo</strong>), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">VAREJO</span></strong></p>
<p>O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.</p>
<p>O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.</p>
<p>Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.</p>
<p> Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real <strong>Massa salarial</strong>, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do <strong>Saldo de operações de crédito</strong> do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do <strong>Crédito direto ao consumidor</strong>; <strong>Desonerações fiscais</strong> feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; <strong>Estabilidade nos preços</strong> (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de <strong>Confiança do Consumidor</strong>. A única exceção é o varejo de <strong>Materiais de Construção</strong>, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">INDÚSTRIA</span></strong></p>
<p>Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos <em>GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)</em> observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no <em>GRÁFICO 5 (BEBIDAS)</em> e no <em>GRÁFICO 6</em> (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-61" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61"><img class="alignnone size-large wp-image-61" title="Grafico1" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg" alt="Grafico1" width="300" height="291" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-67" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67"><img class="alignnone size-medium wp-image-67" title="Grafico2" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg" alt="Grafico2" width="300" height="280" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-62" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62"><img class="alignnone size-medium wp-image-62" title="Grafico3" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg" alt="Grafico3" width="300" height="286" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-63" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63"><img class="alignnone size-medium wp-image-63" title="Grafico4" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg" alt="Grafico4" width="267" height="300" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-64" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" title="Grafico5" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg" alt="Grafico5" width="300" height="289" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-65" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65"><img class="alignnone size-medium wp-image-65" title="Grafico6" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg" alt="Grafico6" width="300" height="289" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)</a></h6>
<p>Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).</p>
<p>Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">AGROPECUÁRIA</span></strong></p>
<p>O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO</span></strong></p>
<p>Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.</p>
<p>Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.</p>
<p>A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).</p>
<p><a rel="attachment wp-att-54" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54"></a><a rel="attachment wp-att-66" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66"><img class="alignnone size-medium wp-image-66" title="Grafico7" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg" alt="Grafico7" width="300" height="186" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)</a></h6>
<p> </p>
<p>Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.</p>
<p>  </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong></p>
<p> Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.</p>
<p> </p>
<p><em>Posted by André Pião &#8211; Infoline</em></p>
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&lt;p&gt;Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisando o PIB do lado da Demanda, o &lt;strong&gt;Consumo das famílias&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Consumo da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Administração Pública&lt;/strong&gt; continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;strong&gt;Exportações&lt;/strong&gt;, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &lt;strong&gt;Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo&lt;/strong&gt;), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;VAREJO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real &lt;strong&gt;Massa salarial&lt;/strong&gt;, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do &lt;strong&gt;Saldo de operações de crédito&lt;/strong&gt; do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do &lt;strong&gt;Crédito direto ao consumidor&lt;/strong&gt;; &lt;strong&gt;Desonerações fiscais&lt;/strong&gt; feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; &lt;strong&gt;Estabilidade nos preços&lt;/strong&gt; (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de &lt;strong&gt;Confiança do Consumidor&lt;/strong&gt;. A única exceção é o varejo de &lt;strong&gt;Materiais de Construção&lt;/strong&gt;, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos &lt;em&gt;GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)&lt;/em&gt; observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no &lt;em&gt;GRÁFICO 5 (BEBIDAS)&lt;/em&gt; e no &lt;em&gt;GRÁFICO 6&lt;/em&gt; (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-61&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-large wp-image-61&quot; title=&quot;Grafico1&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg&quot; alt=&quot;Grafico1&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;291&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-67&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-67&quot; title=&quot;Grafico2&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg&quot; alt=&quot;Grafico2&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;280&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-62&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-62&quot; title=&quot;Grafico3&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg&quot; alt=&quot;Grafico3&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;286&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-63&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-63&quot; title=&quot;Grafico4&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg&quot; alt=&quot;Grafico4&quot; width=&quot;267&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-64&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-64&quot; title=&quot;Grafico5&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico5&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-65&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-65&quot; title=&quot;Grafico6&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico6&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;AGROPECUÁRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-54&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-66&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-66&quot; title=&quot;Grafico7&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg&quot; alt=&quot;Grafico7&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;186&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by André Pião &amp;#8211; Infoline&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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