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	<title>Coface do Brasil &#187; Crise</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>Coface ainda mais forte depois da crise</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 18:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os anos de 2008 e 2009 vão ficar marcados na história como a mais grave crise desde a Segunda Guerra Mundial. O crescimento mundial foi de 4,2% em 2007 para 2,1% em 2008 e, em seguida, para -1,9% em 2009. Nunca antes havia acontecido algo parecido, queda de 6 pontos no crescimento da economia.
Apesar deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/cifrao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-356" title="cifrao" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/cifrao-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a>Os anos de 2008 e 2009 vão ficar marcados na história como a mais grave crise desde a Segunda Guerra Mundial. O crescimento mundial foi de 4,2% em 2007 para 2,1% em 2008 e, em seguida, para -1,9% em 2009. Nunca antes havia acontecido algo parecido, queda de 6 pontos no crescimento da economia.</p>
<p>Apesar deste “cataclisma financeiro” mundial, ainda assim, a Coface teve números positivos em 2009. Houve um aumento no volume de negócios global de 3,8%.</p>
<p>E, ainda recebemos a boa notícia que o Conselho de Administração do Natixis, grupo controlador da Coface, decidiu aumentar, já no primeiro trimestre de 2010, o capital da Coface para € 175M. Em julho de 2009, o Grupo já havia recebido um primeiro aumento.</p>
<p>Com o forte apoio dos acionistas, através de dois aumentos de capital, a solidez financeira da Coface ficou ainda mais reforçada e, o melhor, muito mais que antes da crise.<br />
• Um primeiro aumento, de € 50 milhões foi realizado em Julho de 2009. Esta ação, refletiu o compromisso da Coface com seus clientes, corretores e resseguradores de manter durante toda a crise, um excedente em margem de solvência perto do nível antes da crise, ou seja, cerca de € 400 milhões.</p>
<p>• Um segundo aumento, de € 175 milhões, foi decidido pelo conselho do Natixis em dezembro e foi realizado em Março de 2010. Somando-se ao primeiro aumento, o mesmo compensa totalmente o impacto direto sobre o balanço da Coface de 2009 (- € 223 milhões). O excesso de solvência no final de 2009, com base neste aumento, atingiu € 575 milhões, ou seja, 27% a mais que em 31 de dezembro de 2007.<br />
Em 2010 deveremos ver uma recuperação da economia mundial. A Coface estima um crescimento global de 2.7%, contra -1.9% em 2009, incluindo 5.3% nos países emergentes, 1.8% nos EUA e apenas 0.9% na Europa.</p>
<p>Isso sinaliza o fim da crise de crédito global, em que não teremos mais todo aquele número de empresas abrindo falências, muito além do nível normal. No entanto, ainda haverá zonas de fraqueza em termos geográficos ou setoriais. Alguns países (Espanha, Portugal, Irlanda, Hungria, países bálticos, etc.) devem ter, mais uma vez uma experiência de crescimento negativo e, portanto, mais falências em 2010 do que em 2009.</p>
<p>Dentro deste contexto, a Coface pretende imprimir melhorias no âmbito operacional. Além disso, como parte de seu plano estratégico, a Coface tem como meta, atingir um lucro de €250 milhões em 2012, consolidando seus negócios.</p>
<p>Esta crise histórica deve levar todos os players do mercado a reverem alguns modelos de administração e é nisso que a Coface pretende colaborar, através do seguro de crédito, e na larga experiência de rating.</p>
<p><em>Posted by Hércules Pascarelli &#8211; Financeiro</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/cifrao.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-medium wp-image-356&quot; title=&quot;cifrao&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/cifrao-300x217.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;217&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Os anos de 2008 e 2009 vão ficar marcados na história como a mais grave crise desde a Segunda Guerra Mundial. O crescimento mundial foi de 4,2% em 2007 para 2,1% em 2008 e, em seguida, para -1,9% em 2009. Nunca antes havia acontecido algo parecido, queda de 6 pontos no crescimento da economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar deste “cataclisma financeiro” mundial, ainda assim, a Coface teve números positivos em 2009. Houve um aumento no volume de negócios global de 3,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, ainda recebemos a boa notícia que o Conselho de Administração do Natixis, grupo controlador da Coface, decidiu aumentar, já no primeiro trimestre de 2010, o capital da Coface para € 175M. Em julho de 2009, o Grupo já havia recebido um primeiro aumento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o forte apoio dos acionistas, através de dois aumentos de capital, a solidez financeira da Coface ficou ainda mais reforçada e, o melhor, muito mais que antes da crise.&lt;br /&gt;
• Um primeiro aumento, de € 50 milhões foi realizado em Julho de 2009. Esta ação, refletiu o compromisso da Coface com seus clientes, corretores e resseguradores de manter durante toda a crise, um excedente em margem de solvência perto do nível antes da crise, ou seja, cerca de € 400 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• Um segundo aumento, de € 175 milhões, foi decidido pelo conselho do Natixis em dezembro e foi realizado em Março de 2010. Somando-se ao primeiro aumento, o mesmo compensa totalmente o impacto direto sobre o balanço da Coface de 2009 (- € 223 milhões). O excesso de solvência no final de 2009, com base neste aumento, atingiu € 575 milhões, ou seja, 27% a mais que em 31 de dezembro de 2007.&lt;br /&gt;
Em 2010 deveremos ver uma recuperação da economia mundial. A Coface estima um crescimento global de 2.7%, contra -1.9% em 2009, incluindo 5.3% nos países emergentes, 1.8% nos EUA e apenas 0.9% na Europa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso sinaliza o fim da crise de crédito global, em que não teremos mais todo aquele número de empresas abrindo falências, muito além do nível normal. No entanto, ainda haverá zonas de fraqueza em termos geográficos ou setoriais. Alguns países (Espanha, Portugal, Irlanda, Hungria, países bálticos, etc.) devem ter, mais uma vez uma experiência de crescimento negativo e, portanto, mais falências em 2010 do que em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentro deste contexto, a Coface pretende imprimir melhorias no âmbito operacional. Além disso, como parte de seu plano estratégico, a Coface tem como meta, atingir um lucro de €250 milhões em 2012, consolidando seus negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta crise histórica deve levar todos os players do mercado a reverem alguns modelos de administração e é nisso que a Coface pretende colaborar, através do seguro de crédito, e na larga experiência de rating.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Hércules Pascarelli &amp;#8211; Financeiro&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>América Latina e Caribe: Desempenho Pós-Crise</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png"><img class="size-full wp-image-371 alignright" title="300px-Latin_America_(orthographic_projection).svg" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.</p>
<p>A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.</p>
<p>Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.</p>
<p>Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.</p>
<p>Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.</p>
<p>De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).</p>
<p>Posted by Patricia Krause &#8211; Economia</p>
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&lt;p&gt;Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posted by Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ratings depois da crise</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[bolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Ratings]]></category>

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		<description><![CDATA[Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas

Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas</strong><br />
<a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="42-15355877" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><br />
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.</p>
<p>Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).</p>
<p>No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de <em>downgrades</em> de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &#8220;PIGS&#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.</p>
<p>Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.</p>
<p><strong>O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&#8230; </strong></p>
<p>Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:</p>
<ul>
<li><strong>-</strong> A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.</li>
</ul>
<p>O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &#8220;W&#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.</p>
<p>Veja o quadro com os <a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">novos Ratings de risco-país da Coface</a> :</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-360" title="Ratingsdepoisdacrise" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg" alt="" width="631" height="729" /></a></p>
<p>É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.</p>
<p><em>Patricia Krause &#8211; Economia</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-361&quot; title=&quot;42-15355877&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;214&quot; height=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de &lt;em&gt;downgrades&lt;/em&gt; de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &amp;#8220;PIGS&amp;#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&amp;#8230; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &amp;#8220;W&amp;#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja o quadro com os &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;novos Ratings de risco-país da Coface&lt;/a&gt; :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-360&quot; title=&quot;Ratingsdepoisdacrise&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;631&quot; height=&quot;729&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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