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	<title>Coface do Brasil &#187; Economia</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>Brasil e China: Qual o futuro dessa relação?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 20:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.
O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-488" title="brasil-e-china-copy" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.</p>
<p>O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para uma redução na marcha de crescimento econômico chinês.</p>
<p>A pressão inflacionária na China é reflexo de uma combinação de políticas fiscais e monetárias expansionistas, assim como a disparada nos preços de alimentos (este último tem subido no mundo inteiro).  O Brasil como um grande exportador de commodity agro, cerca de 30% da nossa pauta de exportação de 2010, tem se beneficiado de tal cenário, refletindo positivamente na nossa Balança Comercial.</p>
<p>Pela ótica da oferta, diversos setores da indústria têm apontado as importações chinesas como “concorrência desleal”.  A combinação de um Yuan (moeda chinesa) subvalorizado somando-se o investimento público chinês pesado, torna a concorrência muito difícil.</p>
<p>A entrada de montadoras chinesas no Brasil, por exemplo, tem repercutido como um grande desafio a ser enfrentado pela indústria, com possíveis impactos em toda cadeia automobilística brasileira. O grande temor é que tendência de importação de carros prontos seja ampliada.</p>
<p>Por outro lado o investimento chinês não tem se limitado a produtos finais, mas tem atuado também na estrutura de custos através de parcerias com diversos setores fabris. O Brasil foi o principal destino do investimento direto da China em 2010, cerca de 13,7 bilhões USD, e a expectativa é de que tenhamos um volume ainda mais expressivo em 2011.</p>
<p>O futuro dessa relação?</p>
<p>O Brasil deve cultivar a parceria com a China, contudo com foco nos setores estratégicos para o país e com maior valor agregado. No que tange à relação comercial entre as duas nações, as exportações devem ser diversificadas e qualitativamente aprimoradas, reduzindo assim a dependência de exportação de commodities.</p>
<p>Dois grandes países, tendência de crescimento econômico, o ideal e esperado é que a relação entre ambos seja realmente de parceria, e é isso que devemos ver nos próximos anos.</p>
<p><em>Posted By Patrícia Krause &#8211; Economia</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-488&quot; title=&quot;brasil-e-china-copy&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/brasil-e-china-copy-300x150.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Velha conhecida da população brasileira, a inflação tem afligido outro território emergente: a China.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O índice de preços ao consumidor da China registrou seu pior desempenho nos últimos três anos. O governo tem respondido com ampliação do compulsório bancário e alta dos juros.  A despeito de todo esse cenário, os indicadores de atividade apontam apenas para uma redução na marcha de crescimento econômico chinês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pressão inflacionária na China é reflexo de uma combinação de políticas fiscais e monetárias expansionistas, assim como a disparada nos preços de alimentos (este último tem subido no mundo inteiro).  O Brasil como um grande exportador de commodity agro, cerca de 30% da nossa pauta de exportação de 2010, tem se beneficiado de tal cenário, refletindo positivamente na nossa Balança Comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela ótica da oferta, diversos setores da indústria têm apontado as importações chinesas como “concorrência desleal”.  A combinação de um Yuan (moeda chinesa) subvalorizado somando-se o investimento público chinês pesado, torna a concorrência muito difícil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrada de montadoras chinesas no Brasil, por exemplo, tem repercutido como um grande desafio a ser enfrentado pela indústria, com possíveis impactos em toda cadeia automobilística brasileira. O grande temor é que tendência de importação de carros prontos seja ampliada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado o investimento chinês não tem se limitado a produtos finais, mas tem atuado também na estrutura de custos através de parcerias com diversos setores fabris. O Brasil foi o principal destino do investimento direto da China em 2010, cerca de 13,7 bilhões USD, e a expectativa é de que tenhamos um volume ainda mais expressivo em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro dessa relação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil deve cultivar a parceria com a China, contudo com foco nos setores estratégicos para o país e com maior valor agregado. No que tange à relação comercial entre as duas nações, as exportações devem ser diversificadas e qualitativamente aprimoradas, reduzindo assim a dependência de exportação de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois grandes países, tendência de crescimento econômico, o ideal e esperado é que a relação entre ambos seja realmente de parceria, e é isso que devemos ver nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted By Patrícia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ratings depois da crise</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Ratings]]></category>

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		<description><![CDATA[Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas

Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas</strong><br />
<a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="42-15355877" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><br />
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.</p>
<p>Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).</p>
<p>No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de <em>downgrades</em> de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &#8220;PIGS&#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.</p>
<p>Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.</p>
<p><strong>O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&#8230; </strong></p>
<p>Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:</p>
<ul>
<li><strong>-</strong> A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.</li>
</ul>
<p>O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &#8220;W&#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.</p>
<p>Veja o quadro com os <a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">novos Ratings de risco-país da Coface</a> :</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-360" title="Ratingsdepoisdacrise" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg" alt="" width="631" height="729" /></a></p>
<p>É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.</p>
<p><em>Patricia Krause &#8211; Economia</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-361&quot; title=&quot;42-15355877&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;214&quot; height=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de &lt;em&gt;downgrades&lt;/em&gt; de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &amp;#8220;PIGS&amp;#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&amp;#8230; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &amp;#8220;W&amp;#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja o quadro com os &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;novos Ratings de risco-país da Coface&lt;/a&gt; :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-360&quot; title=&quot;Ratingsdepoisdacrise&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;631&quot; height=&quot;729&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Saldo de um Ano marcado pela Crise</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/o-saldo-de-um-ano-marcado-pela-crise</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/o-saldo-de-um-ano-marcado-pela-crise#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BACEN]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Demanda]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeções para 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de 0.2% em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-314" title="PIB" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg" alt="" width="281" height="238" /></a>De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de <strong>0.2% </strong>em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de seus desdobramentos durante grande parte do ano 2009.</p>
<p>A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).</p>
<p>Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.</p>
<p>Considerando o <strong>fator demanda</strong>, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.</p>
<p>O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).</p>
<p>Sobre a <strong>ótica da oferta</strong>, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.</p>
<p>As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.</p>
<p>De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá <strong>5.5%</strong>.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. </p>
<p>Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.</p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause – Economia </em></p>
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2010-03-15 18:03:53" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-314&quot; title=&quot;PIB&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;281&quot; height=&quot;238&quot; /&gt;&lt;/a&gt;De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de &lt;strong&gt;0.2% &lt;/strong&gt;em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de seus desdobramentos durante grande parte do ano 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o &lt;strong&gt;fator demanda&lt;/strong&gt;, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a &lt;strong&gt;ótica da oferta&lt;/strong&gt;, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá &lt;strong&gt;5.5%&lt;/strong&gt;.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause – Economia &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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		<item>
		<title>Estados Unidos: Expectativa de recuperação para 2010</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/estados-unidos-expectativa-de-recuperacao-para-2010</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 20:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento ao Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Pós-crise]]></category>
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		<description><![CDATA[Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à Zona do Euro.

As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_do_euro">Zona do Euro</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar.jpg"><img class="size-medium wp-image-216 aligncenter" title="TioSamDolar" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.</p>
<p>Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. </p>
<p><strong>Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países?</strong> Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.</p>
<p><strong>Conta de Capital</strong>: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.</p>
<p>Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na <strong>Balança Comercial</strong> de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause &#8211; Economia</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_do_euro&quot;&gt;Zona do Euro&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-216 aligncenter&quot; title=&quot;TioSamDolar&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar-225x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;225&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países?&lt;/strong&gt; Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conta de Capital&lt;/strong&gt;: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na &lt;strong&gt;Balança Comercial&lt;/strong&gt; de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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