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	<title>Coface do Brasil &#187; Inadimplência</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>As empresas no Brasil precisam despertar para a importância do Seguro de Crédito</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/as-empresas-no-brasil-precisam-despertar-para-a-importancia-do-seguro-de-credito</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/as-empresas-no-brasil-precisam-despertar-para-a-importancia-do-seguro-de-credito#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 18:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.
Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-342" title="42-16223339" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/saudacoes_i1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/StockExchange.jpg"></a><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/executivos-site.jpg"></a>O Seguro de Crédito, no Brasil, ainda não é conhecido pela maioria das pessoas. Este seguro vem sendo mais difundido nos últimos anos, apesar de ser uma prática muito usual na Europa, onde existe desde o início do século XIX.</p>
<p>Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.</p>
<p>O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.</p>
<p>As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).</p>
<p>O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.</p>
<p>Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:</p>
<ul>
<li>
<address> - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.</address>
</li>
<li>
<address> - Permite agilidade na venda.</address>
</li>
<li>
<address> - Quem contratou tem a certeza que vai receber.</address>
</li>
<li>
<address> - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.</address>
</li>
<li>
<address> - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. </address>
</li>
<li>
<address> - Facilita o acesso ao crédito. </address>
</li>
<li>
<address> - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.</address>
</li>
<li>
<address> - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.</address>
</li>
<li>
<address> - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda</address>
</li>
</ul>
<p>Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:</p>
<p>A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.</p>
<p>No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.</p>
<p>A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. </p>
<p>Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. </p>
<p>Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.</p>
<p>Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!</p>
<p>Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.</p>
<p>Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!</p>
<ul>
<li><em></em></li>
<li><em>Posted by Denise Cortez &#8211; Comercial</em></li>
</ul>
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&lt;p&gt;Em 1927, o governo Francês criou um órgão estatal que funcionava garantindo os riscos de crédito até depois da Segunda Guerra Mundial. Após a Grande Guerra, mudanças estruturais ocorreram no Estado Francês, sendo então criada em 1946, a “Compagnie Française d’Assurance pour Le Commerce Extéreur” – atual COFACE, Companhia Francesa de Seguro para o Comércio Exterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito é uma apólice de seguro como todas as outras, porém nesse caso, contratada somente por empresas, com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As seguradoras de crédito cobrem Riscos Comerciais (mora ou insolvência), Políticos (conflitos civis, militares ou golpes de Estado) e Extraordinários (desastres naturais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seguro de Crédito pode ser contratado para vendas domésticas (operações realizadas dentro do país) ou exportações. Neste último, o contrato poderá ser de curto prazo, ou seja, são aqueles pagamentos com um prazo menor que 24 meses;  ou pode ser de médio e longo prazo, ou seja, pagamentos acima de 2 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poucas empresas sabem disso, mas o seguro de crédito possui um leque enorme de vantagens para quem contrata:&lt;/p&gt;
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&lt;address&gt; - Reduz a chance de fazer negócio com compradores duvidosos.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Permite agilidade na venda.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Quem contratou tem a certeza que vai receber.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Por ter mais segurança para realizar as operações, a empresa pode aumentar o volume de suas vendas.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - O processo de cobrança é conduzido pela seguradora, evitando possíveis conflitos com clientes/ importadores. &lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Facilita o acesso ao crédito. &lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - A apólice poder ser utilizada como garantia para operações de financiamento bancário, Pré-Pagamento e Forfait.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - Redução dos custos com a atividade de crédito e cobrança.&lt;/address&gt;
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&lt;address&gt; - O custo do seguro pode ser contabilizado como uma despesa operacional e deduzido na base para calculo do imposto de renda&lt;/address&gt;
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&lt;p&gt;Muitos devem se pergurtar como este tipo de seguro funciona. Posso dizer que é bem descomplicado, apesar de ter que seguir algumas etapas. O seguro de crédito funciona da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa apresenta à Seguradora, as informações da sua carteira de clientes. A Seguradora, por sua vez, avalia os riscos e poderá cotar o Seguro de Crédito para os dois contratos simultaneamente, ou seja, para o mercado doméstico e exportação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso da Coface, ao avaliar o risco de crédito, levamos em consideração, fatores importantes como, risco do setor de atividade, histórico de perdas, concentração de risco, rating dos clientes, prazo de pagamento, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apólice de seguro é um contrato anual. O Segurado pode incluir novos clientes/importadores durante a vigência, além de aumentar negócios com os seus principais compradores. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, o Seguro de Crédito, além de cobrir os riscos das negociações que a empresa já faz normalmente, encoraja a buscar mais negócios, pois a Seguradora se torna um verdadeiro parceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, é praticamente inconcebível e arriscado para uma empresa não possuir um Seguro de Crédito. É o mesmo que não fazer um seguro de automóvel para quem mora em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está na hora das empresas brasileiras também se conscientizarem da importância deste seguro, pois afinal o mesmo protegerá o seu maior patrimônio: o faturamento!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da crise de crédito mundial iniciada em 2008, muitas empresas acabaram despertando para a necessidade deste seguro, mesmo que aqui no Brasil, a crise tenha sido apenas “uma marolinha” como declarou nosso Presidente Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sorte nossa que a crise não atingiu proporções catastróficas como foi na América do Norte e na Europa, mas ninguém está imune a futuras crises. Isto não é mau agouro, é apenas um alerta para que as empresas aqui no Brasil despertem para este tipo de proteção!&lt;/p&gt;
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&lt;li&gt;&lt;em&gt;Posted by Denise Cortez &amp;#8211; Comercial&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
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		<title>Como estamos após um ano do início da Crise?</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/como-estamos-apos-um-ano-do-inicio-da-crise</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/como-estamos-apos-um-ano-do-inicio-da-crise#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pós-crise]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.
Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu 1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.</p>
<p>Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu<strong> </strong>1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 e decresceu 1,2% em relação ao 2º TRI / 08.</p>
<p>Os economistas apontam para um crescimento próximo a zero em 2009 e uma retomada de um crescimento maior que 4% em 2010.</p>
<p>Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.</p>
<p>Analisando o PIB do lado da Demanda, o <strong>Consumo das famílias</strong> e o <strong>Consumo da</strong> <strong>Administração Pública</strong> continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.</p>
<p>As <strong>Exportações</strong>, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p>Os <strong>Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo</strong>), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">VAREJO</span></strong></p>
<p>O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.</p>
<p>O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.</p>
<p>Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.</p>
<p> Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real <strong>Massa salarial</strong>, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do <strong>Saldo de operações de crédito</strong> do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do <strong>Crédito direto ao consumidor</strong>; <strong>Desonerações fiscais</strong> feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; <strong>Estabilidade nos preços</strong> (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de <strong>Confiança do Consumidor</strong>. A única exceção é o varejo de <strong>Materiais de Construção</strong>, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">INDÚSTRIA</span></strong></p>
<p>Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos <em>GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)</em> observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no <em>GRÁFICO 5 (BEBIDAS)</em> e no <em>GRÁFICO 6</em> (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-61" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61"><img class="alignnone size-large wp-image-61" title="Grafico1" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg" alt="Grafico1" width="300" height="291" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-67" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67"><img class="alignnone size-medium wp-image-67" title="Grafico2" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg" alt="Grafico2" width="300" height="280" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-62" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62"><img class="alignnone size-medium wp-image-62" title="Grafico3" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg" alt="Grafico3" width="300" height="286" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-63" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63"><img class="alignnone size-medium wp-image-63" title="Grafico4" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg" alt="Grafico4" width="267" height="300" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-64" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" title="Grafico5" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg" alt="Grafico5" width="300" height="289" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-65" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65"><img class="alignnone size-medium wp-image-65" title="Grafico6" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg" alt="Grafico6" width="300" height="289" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)</a></h6>
<p>Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).</p>
<p>Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">AGROPECUÁRIA</span></strong></p>
<p>O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO</span></strong></p>
<p>Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.</p>
<p>Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.</p>
<p>A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).</p>
<p><a rel="attachment wp-att-54" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54"></a><a rel="attachment wp-att-66" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66"><img class="alignnone size-medium wp-image-66" title="Grafico7" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg" alt="Grafico7" width="300" height="186" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)</a></h6>
<p> </p>
<p>Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.</p>
<p>  </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong></p>
<p> Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.</p>
<p> </p>
<p><em>Posted by André Pião &#8211; Infoline</em></p>
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2009-11-20 17:11:47" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&amp;#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 e decresceu 1,2% em relação ao 2º TRI / 08.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os economistas apontam para um crescimento próximo a zero em 2009 e uma retomada de um crescimento maior que 4% em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisando o PIB do lado da Demanda, o &lt;strong&gt;Consumo das famílias&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Consumo da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Administração Pública&lt;/strong&gt; continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;strong&gt;Exportações&lt;/strong&gt;, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &lt;strong&gt;Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo&lt;/strong&gt;), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;VAREJO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real &lt;strong&gt;Massa salarial&lt;/strong&gt;, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do &lt;strong&gt;Saldo de operações de crédito&lt;/strong&gt; do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do &lt;strong&gt;Crédito direto ao consumidor&lt;/strong&gt;; &lt;strong&gt;Desonerações fiscais&lt;/strong&gt; feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; &lt;strong&gt;Estabilidade nos preços&lt;/strong&gt; (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de &lt;strong&gt;Confiança do Consumidor&lt;/strong&gt;. A única exceção é o varejo de &lt;strong&gt;Materiais de Construção&lt;/strong&gt;, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos &lt;em&gt;GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)&lt;/em&gt; observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no &lt;em&gt;GRÁFICO 5 (BEBIDAS)&lt;/em&gt; e no &lt;em&gt;GRÁFICO 6&lt;/em&gt; (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-61&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-large wp-image-61&quot; title=&quot;Grafico1&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg&quot; alt=&quot;Grafico1&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;291&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-67&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-67&quot; title=&quot;Grafico2&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg&quot; alt=&quot;Grafico2&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;280&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-62&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-62&quot; title=&quot;Grafico3&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg&quot; alt=&quot;Grafico3&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;286&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-63&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-63&quot; title=&quot;Grafico4&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg&quot; alt=&quot;Grafico4&quot; width=&quot;267&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-64&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-64&quot; title=&quot;Grafico5&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico5&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-65&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-65&quot; title=&quot;Grafico6&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico6&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;AGROPECUÁRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-54&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-66&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-66&quot; title=&quot;Grafico7&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg&quot; alt=&quot;Grafico7&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;186&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by André Pião &amp;#8211; Infoline&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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