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	<title>Coface do Brasil &#187; PIB</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>América Latina e Caribe: Desempenho Pós-Crise</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png"><img class="size-full wp-image-371 alignright" title="300px-Latin_America_(orthographic_projection).svg" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.</p>
<p>A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.</p>
<p>Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.</p>
<p>Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.</p>
<p>Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.</p>
<p>De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).</p>
<p>Posted by Patricia Krause &#8211; Economia</p>
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&lt;p&gt;Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posted by Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/p&gt;
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		<title>O Saldo de um Ano marcado pela Crise</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BACEN]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Demanda]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeções para 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de 0.2% em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-314" title="PIB" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/PIB.jpg" alt="" width="281" height="238" /></a>De acordo com dados divulgados no último dia 11 pelo IBGE, o PIB brasileiro apresentou uma contração de <strong>0.2% </strong>em 2009. O país não amargava um resultado negativo desde 1992, quando verificou uma retração de 0.5%.  O número pode ser considerado positivo, em virtude da crise econômica mundial desencadeada em setembro de 2008 e de seus desdobramentos durante grande parte do ano 2009.</p>
<p>A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).</p>
<p>Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.</p>
<p>Considerando o <strong>fator demanda</strong>, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.</p>
<p>O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).</p>
<p>Sobre a <strong>ótica da oferta</strong>, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.</p>
<p>As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.</p>
<p>De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá <strong>5.5%</strong>.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. </p>
<p>Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.</p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause – Economia </em></p>
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&lt;p&gt;A expectativa é de que o desempenho da economia brasileira fique em sexto lugar entre os países pertencentes ao G20 (grupo constituído pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes do mundo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado confirma o processo de ganho de credibilidade do Brasil, resultante de políticas macroeconômicas de maior responsabilidade e transparência (meta de inflação e superávit primário), redução da dívida pública e da solidez do sistema bancário. Soma-se a isso, a rápida e eficaz intervenção do governo durante o período de crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o &lt;strong&gt;fator demanda&lt;/strong&gt;, o consumo das famílias cresceu 4.1%, assim como as despesas do governo, que cresceram 3.7% em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Consumo familiar é reflexo do crescimento do crédito à pessoa física e da massa salarial real. No entanto, devido a incerteza do mercado, o investimento contraiu 9.9% no mesmo período, caindo para 16.7% do PIB, menor valor desde 2006.  Em relação ao setor externo houve retração do volume de comércio, representado por contração tanto das exportações (-10.3%) quanto das importações (-11.4%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a &lt;strong&gt;ótica da oferta&lt;/strong&gt;, a crise foi sentida de forma mais intensa na indústria (-5.5%). Os empresários temerosos iniciaram 2009 queimando seus estoques e produzindo muito abaixo da capacidade máxima. Considerando o mesmo período, a atividade agropecuária caiu 5.2% em decorrência da quebra de safra e retração da oferta de crédito. Por fim, o setor de serviços ajudou a amortecer a queda dos demais crescendo de 2.6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As projeções para a economia em 2010 são bem otimistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com as expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus, o PIB crescerá &lt;strong&gt;5.5%&lt;/strong&gt;.  Contudo, analistas frisam que esse ritmo de crescimento não é sustentável a longo prazo. O Brasil já mostra sinais de recuperação, mas como a taxa de investimento é baixa e a poupança insuficiente, os preços tendem a ser elevados. O BACEN por sua vez, pode ser obrigado a elevar os juros no intuito de conter a pressão inflacionária. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, para alcançarmos taxas expressivas de crescimento a longo prazo precisamos invariavelmente elevar nossa capacidade de investimento e poupança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause – Economia &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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