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	<title>Coface do Brasil &#187; Pós-crise</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>América Latina e Caribe: Desempenho Pós-Crise</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png"><img class="size-full wp-image-371 alignright" title="300px-Latin_America_(orthographic_projection).svg" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/300px-Latin_America_orthographic_projection.svg_.png" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.</p>
<p>A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.</p>
<p>Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.</p>
<p>Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.</p>
<p>Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.</p>
<p>De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).</p>
<p>Posted by Patricia Krause &#8211; Economia</p>
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&lt;p&gt;Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a América Latina e Caribe foi a região que ficou em segundo lugar no ranking das exportações brasileiras (23,3%). Conseguiu se recuperar da crise global de forma relativamente rápida e, projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento de 4% do PIB na região em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A boa recuperação pode ser atribuída a muitos fatores, tais como políticas do governo que auxiliaram na sustentação da demanda doméstica. Ainda, a manutenção dos preços das commodities em patamares elevados beneficiou os países produtores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do cenário positivo para o ano, as projeções variam consideravelmente de um país para outro. A recuperação tende a ser mais intensa em nações com mercado de capitais desenvolvido e produtores de commodities.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando o estudo do FMI, o Brasil apresentaria o segundo melhor desempenho na região, atrás apenas do Peru.  A estimativa para o produto brasileiro é que aumente 5.5%, resultado de um crescimento do investimento privado e do forte consumo. Vale frisar que mesmo com o mercado favorável para países exportadores de commodities, a Venezuela deverá amargar contração esse ano. A estimativa negativa pode ser atribuída à escassez de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, economias importadoras de commodities localizadas em regiões com grande dependência do turismo enfrentarão dificuldades, devido à fragilidade ainda presente nos países industrializados. Barbados, Bahamas, Antigua e Barbuda são exemplos de nações afetadas por essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De modo geral, o desafio para as economias mais fortes da América Latina e Caribe consiste em encontrar o momento certo para remover os incentivos fiscais e monetários estabelecidos no ápice da crise (evitando pressão inflacionária ou alto endividamento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posted by Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Download"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Download" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Estados Unidos: Expectativa de recuperação para 2010</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/estados-unidos-expectativa-de-recuperacao-para-2010</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/estados-unidos-expectativa-de-recuperacao-para-2010#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 20:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento ao Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-crise]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação do mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à Zona do Euro.

As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_do_euro">Zona do Euro</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar.jpg"><img class="size-medium wp-image-216 aligncenter" title="TioSamDolar" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.</p>
<p>Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. </p>
<p><strong>Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países?</strong> Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.</p>
<p><strong>Conta de Capital</strong>: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.</p>
<p>Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na <strong>Balança Comercial</strong> de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Posted by Patrícia Krause &#8211; Economia</em></p>
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<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;Após um ano marcado por forte recessão, a expectativa para 2010 é de retomada gradual da economia americana.  Apesar da projeção de crescimento mais acelerado para os países emergentes, o ritmo de recuperação da atividade nos Estados Unidos deverá ser superior à &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_do_euro&quot;&gt;Zona do Euro&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-216 aligncenter&quot; title=&quot;TioSamDolar&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/TioSamDolar-225x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;225&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As estimativas de mercado para o PIB de 2010 são bem divergentes. Enquanto o FMI aposta em uma expansão conservadora de 1,5%, os analistas do Credit Suisse acreditam que um incremento de 3,3% seria factível com a atual conjuntura da economia americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela ótica da demanda agregada, o consumo (variável de maior peso na composição de seu produto) deve crescer de forma moderada, em decorrência de um mercado de trabalho ainda debilitado e de uma oferta de crédito contraída. Vale frisar que o governo deve dar continuidade à sua política fiscal expansionista, uma vez que os riscos de uma recaída no processo de retomada da atividade ainda não foram completamente sanados. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual seria o impacto do cenário acima para os demais países?&lt;/strong&gt; Considerando um contexto global de economia aberta sem controles de capitais, existem dois principais canais de “contaminação”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conta de Capital&lt;/strong&gt;: Por exercer um papel de “formador” de taxa de juros, a manutenção de sua taxa em níveis próximos de zero, propiciou um grande fluxo de capitais para países com maior rentabilidade. O Brasil é um bom exemplo desse processo, o alto fluxo de investimento estrangeiro direto em 2009 deve compensar integralmente o déficit em conta corrente. No entanto, se o FED julgar que a economia americana está reagindo bem e decidir por elevar os juros, os investidores estrangeiros poderão realocar seu capital para terras norte-americanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ponto: Por ainda ser a maior potência mundial, a combinação de consumo e investimento desaquecidos nos Estados Unidos reflete negativamente na &lt;strong&gt;Balança Comercial&lt;/strong&gt; de todos seus parceiros comerciais. A saber, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para o período de jan – junho 2009, o mercado americano foi o segundo principal destino de nossas exportações (10,4%).  Ao mesmo tempo o Brasil é um país relativamente pouco aberto ao comércio exterior, fato este que o torna menos vulnerável a reduções na demanda mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by Patrícia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" width="100%"><tr><td align="left">Enviar este post em PDF para <input class="pdf24Plugin-cp-input" type="text" name="sendEmailTo" value="Digite endere�o de e-mail" onmousedown="this.value = '';" /> <input class="pdf24Plugin-cp-submit" type="submit" value="Enviar" /></td><td align="right"><a href="http://pt.pdf24.org" target="_blank" title="PDF Free"><img src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/plugins/pdf24-post-to-pdf/img/sheep_16x16.gif" alt="PDF Free" border="0" /></a></td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como estamos após um ano do início da Crise?</title>
		<link>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/como-estamos-apos-um-ano-do-inicio-da-crise</link>
		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/como-estamos-apos-um-ano-do-inicio-da-crise#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.
Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu 1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.</p>
<p>Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu<strong> </strong>1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 e decresceu 1,2% em relação ao 2º TRI / 08.</p>
<p>Os economistas apontam para um crescimento próximo a zero em 2009 e uma retomada de um crescimento maior que 4% em 2010.</p>
<p>Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.</p>
<p>Analisando o PIB do lado da Demanda, o <strong>Consumo das famílias</strong> e o <strong>Consumo da</strong> <strong>Administração Pública</strong> continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.</p>
<p>As <strong>Exportações</strong>, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p>Os <strong>Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo</strong>), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">VAREJO</span></strong></p>
<p>O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.</p>
<p>O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.</p>
<p>Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.</p>
<p> Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real <strong>Massa salarial</strong>, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do <strong>Saldo de operações de crédito</strong> do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do <strong>Crédito direto ao consumidor</strong>; <strong>Desonerações fiscais</strong> feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; <strong>Estabilidade nos preços</strong> (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de <strong>Confiança do Consumidor</strong>. A única exceção é o varejo de <strong>Materiais de Construção</strong>, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">INDÚSTRIA</span></strong></p>
<p>Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos <em>GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)</em> observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no <em>GRÁFICO 5 (BEBIDAS)</em> e no <em>GRÁFICO 6</em> (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-61" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61"><img class="alignnone size-large wp-image-61" title="Grafico1" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg" alt="Grafico1" width="300" height="291" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-67" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67"><img class="alignnone size-medium wp-image-67" title="Grafico2" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg" alt="Grafico2" width="300" height="280" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-62" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62"><img class="alignnone size-medium wp-image-62" title="Grafico3" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg" alt="Grafico3" width="300" height="286" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-63" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63"><img class="alignnone size-medium wp-image-63" title="Grafico4" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg" alt="Grafico4" width="267" height="300" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)</a></h6>
<p> </p>
<p> <a rel="attachment wp-att-64" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" title="Grafico5" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg" alt="Grafico5" width="300" height="289" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)</a></h6>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-65" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65"><img class="alignnone size-medium wp-image-65" title="Grafico6" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg" alt="Grafico6" width="300" height="289" /></a></p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)</a></h6>
<p>Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).</p>
<p>Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">AGROPECUÁRIA</span></strong></p>
<p>O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO</span></strong></p>
<p>Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.</p>
<p>Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.</p>
<p>A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).</p>
<p><a rel="attachment wp-att-54" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54"></a><a rel="attachment wp-att-66" href="http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66"><img class="alignnone size-medium wp-image-66" title="Grafico7" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg" alt="Grafico7" width="300" height="186" /></a> </p>
<h6><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg">(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)</a></h6>
<p> </p>
<p>Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.</p>
<p>  </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong></p>
<p> Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.</p>
<p> </p>
<p><em>Posted by André Pião &#8211; Infoline</em></p>
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<input type="hidden" name="postDateTime_0" value="2009-11-20 17:11:47" />
<input type="hidden" name="postContent_0" value="&lt;p&gt;Essa é uma pergunta que muitos estamos fazendo ainda&amp;#8230;de forma geral, a atual conjuntura econômica do Brasil está muito melhor do que a maioria dos analistas previa há um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tecnicamente não estamos mais em recessão: o IBGE constatou que o PIB cresceu&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;1,9% em 2º TRI /09 na comparação com o 1º TRI / 09 e decresceu 1,2% em relação ao 2º TRI / 08.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os economistas apontam para um crescimento próximo a zero em 2009 e uma retomada de um crescimento maior que 4% em 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabemos, no entanto, que este desempenho não foi uniforme; há ressalvas importantes a serem feitas com relação aos diferentes setores da economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisando o PIB do lado da Demanda, o &lt;strong&gt;Consumo das famílias&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Consumo da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Administração Pública&lt;/strong&gt; continuaram fortes, com crescimento de 3,2% e 2,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;strong&gt;Exportações&lt;/strong&gt;, embora 11,4% menor na comparação com o 2º TRI /08, apresentaram crescimento de 14,1% na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &lt;strong&gt;Investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo&lt;/strong&gt;), embora 17% menor em relação ao 2º TRI /08, apresentaram estabilidade na comparação com o 1º TRI /09.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;VAREJO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O varejo continua sendo o grande destaque positivo da economia brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O volume de vendas e a receita nominal do comércio varejista aceleram em julho, crescendo 0,5 % em relação a junho / 2009. Já em relação a julho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,9% e 9,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos sete primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,7% e 9,8%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam alta de 5,8 % e 11,4%, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Dentre os fatores que contribuíram para este bom desempenho, destacam-se: aumento real &lt;strong&gt;Massa salarial&lt;/strong&gt;, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009; aumento de 20,3%, em termos nominais, do &lt;strong&gt;Saldo de operações de crédito&lt;/strong&gt; do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas, bem como aumento gradual do &lt;strong&gt;Crédito direto ao consumidor&lt;/strong&gt;; &lt;strong&gt;Desonerações fiscais&lt;/strong&gt; feitas pelo governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no setor automobilístico e na linha branca; &lt;strong&gt;Estabilidade nos preços&lt;/strong&gt; (em alguns setores houve até queda nos preços); satisfatórios índices de &lt;strong&gt;Confiança do Consumidor&lt;/strong&gt;. A única exceção é o varejo de &lt;strong&gt;Materiais de Construção&lt;/strong&gt;, cujas variações foram de -12,5% na relação julho09 / julho08, de -10,3% no acumulado do ano e de -4,9% nos últimos 12 meses (em volume de vendas, mesmo com a redução do IPI).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Indústria apresentou forte queda com relação a 2008 (-7,9%), mas mostrou sinais de recuperação com o crescimento de 2,1% na comparação do 2º TRI /09 com o 1º TRI /09. Interessante notar o desempenho bastante diferente entre alguns setores da indústria; nos &lt;em&gt;GRÁFICO 2 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS), GRÁFICO 3 (VEÍCULOS AUTOMOTORES) e GRÁFICO 4 (METALURGIA BÁSICA)&lt;/em&gt; observam-se alguns casos extremos de queda acentuada no final de 2008 e recuperação gradual em 2009. Por outro lado, observamos no &lt;em&gt;GRÁFICO 5 (BEBIDAS)&lt;/em&gt; e no &lt;em&gt;GRÁFICO 6&lt;/em&gt; (FARMACÉUTICA) que simplesmente estes não registraram queda em 2008 e até cresceram em 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-61&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=61&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-large wp-image-61&quot; title=&quot;Grafico1&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1-300x291.jpg&quot; alt=&quot;Grafico1&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;291&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico1.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 1)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-67&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=67&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-67&quot; title=&quot;Grafico2&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2-300x280.jpg&quot; alt=&quot;Grafico2&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;280&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico2.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 2)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-62&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=62&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-62&quot; title=&quot;Grafico3&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3-300x286.jpg&quot; alt=&quot;Grafico3&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;286&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico3.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 3)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-63&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=63&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-63&quot; title=&quot;Grafico4&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4-267x300.jpg&quot; alt=&quot;Grafico4&quot; width=&quot;267&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico4.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 4)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a rel=&quot;attachment wp-att-64&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=64&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-64&quot; title=&quot;Grafico5&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico5&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico5.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 5)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-65&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=65&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-65&quot; title=&quot;Grafico6&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6-300x289.jpg&quot; alt=&quot;Grafico6&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico6.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 6)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Entre as categorias de uso, ainda na comparação com julho de 2008, o segmento de bens de capital permanece registrando o recuo mais elevado (-23,9%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda na comparação com julho de 2008, recuando em menor ritmo que a média da indústria (-9,9%), bens de consumo duráveis (-6,7%) registrou a menor queda desde outubro do ano passado, impulsionado, sobretudo pelo comportamento positivo da produção de eletrodomésticos (12,5%), que cresce pelo terceiro mês consecutivo, especialmente influenciado pela “linha branca” (38,2%), já que a “linha marrom” recuou 26,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;AGROPECUÁRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado da Agropecuária (queda de 4,2% com relação 2º TRI /08 e queda de 0,10% com relação ao 1º TRI /09) pode ser, em grande parte, explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no trimestre e têm estimativas de queda na produção em 2009, caso da soja, do milho e do café. No último levantamento do IBGE, a estimativa é uma queda de 8,6% na safra de grãos em 2009, na comparação com 2008. Esta redução se deve principalmente a três fatores: (1) Seca ocorrida da região Centro-Sul, (2) Falta de Crédito (Bancos Estrangeiros, Bancos Especializados em Crédito Rural e, principalmente, das Tradings) para financiar as plantações (principalmente Soja, cujo plantio no Centro-Sul ocorre nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro) e Redução de 0,4% na área plantada.  Para a Safra 2009/2010, os produtores deverão enfrentar um cenário mais positivo em função do restabelecimento gradual das linhas de financiamento e da redução nos custos de plantação nos dois principais fatores de custo: fertilizantes e defensivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO SISTEMA FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última divulgação do Banco Central do balanço das operações de crédito de julho, o volume global de crédito do sistema financeiro aumentou 2,6 % em relação a junho, para R$ 1,311 trilhão, ou 45% do Produto Interno Bruto (PIB), comparativamente a 43,9% em junho e a 36,7% em julho de 2008. Em 12 meses, houve crescimento de 20,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Observam-se, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas, entre as quais continuaram em destaque os financiamentos habitacionais. A representatividade dos Bancos Públicos continuou em trajetória ascendente, passando a representar 39,9% do total dos empréstimos, Os financiamentos efetuados pelo BNDES, volume de R$248,2 bilhões, registraram evolução mensal de 12,2% no mês e de 41% em relação a julho de 2008. Os créditos concedidos a pessoas jurídicas alcançaram R$ 461,3 bilhões, com redução de 0,7% no mês (que reflete o ritmo mais lento de retomada dos negócios nesse segmento, bem como o efeito contábil da apreciação cambial sobre os valores relativos às operações referenciadas em recursos externos) e incremento de 12,8% em relação a julho de 2008.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inadimplência dos empréstimos a pessoas físicas permaneceu estável em 8,6%. Os atrasos relativos à carteira de pessoas jurídicas situaram-se em 3,8%, com elevação mensal de 0,4 p.p (ver gráfico 7).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-54&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=54&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a rel=&quot;attachment wp-att-66&quot; href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/?attachment_id=66&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignnone size-medium wp-image-66&quot; title=&quot;Grafico7&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico72-300x186.jpg&quot; alt=&quot;Grafico7&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;186&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Grafico7.jpg&quot;&gt;(clique aqui para uma melhor vizualização do Gráfico 7)&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale ressaltar que houve significativo aperto de crédito para as pequenas e médias empresas, o que explicaria, em parte, o aumento da inadimplência da PJ.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Muito embora o varejo e o consumo das famílias tenham apresentado resultados muito positivos e a indústria tenha apresentado alguma recuperação, setores cujo desempenho é fortemente ligado a investimentos, tais como Bens de Capital e Construção Civil / Matérias de Construção, bem como as empresas de pequeno e médio porte e/ou focadas em produtos de exportação, continuam sofrendo bastante com os efeitos da crise, seja pela diminuição da demanda, seja pelo aperto no crédito. Espera-se, no entanto, uma recuperação gradual destes setores, principalmente em função da gradual recuperação externa, do crescimento do PIB em 2010, do aumento da Confiança da Indústria e dos incentivos governamentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Posted by André Pião &amp;#8211; Infoline&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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