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	<title>Coface do Brasil &#187; Ratings</title>
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	<description>SEUS RISCOS COMERCIAIS SOB CONTROLE</description>
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		<title>Ratings depois da crise</title>
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		<comments>http://www.coface.com.br/blog/index.php/geral/ratings-depois-da-crise#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Ratings]]></category>

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		<description><![CDATA[Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas

Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coface vê fim da crise global e divulga novos ratings de alguns países, mas continua a monitorar ameaças de bolhas</strong><br />
<a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="42-15355877" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><br />
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.</p>
<p>Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).</p>
<p>No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de <em>downgrades</em> de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &#8220;PIGS&#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.</p>
<p>Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.</p>
<p><strong>O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&#8230; </strong></p>
<p>Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:</p>
<ul>
<li><strong>-</strong> A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>-</strong> Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.</li>
</ul>
<p>O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &#8220;W&#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.</p>
<p>Veja o quadro com os <a href="http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;sa=country">novos Ratings de risco-país da Coface</a> :</p>
<p><a href="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-360" title="Ratingsdepoisdacrise" src="http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg" alt="" width="631" height="729" /></a></p>
<p>É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.</p>
<p><em>Patricia Krause &#8211; Economia</em></p>
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&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-full wp-image-361&quot; title=&quot;42-15355877&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/os-ratings-e-a-crise-na-economia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;214&quot; height=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Com o fim da crise global, a Coface anunciou a elevação do rating de cerca de 20 países. Desde o segundo semestre de 2009, a Coface tem registrado uma redução na inadimplência. No primeiro semestre de 2009, o nível ainda estava acima de 19%, mas no 2º semestre, o índice diminuiu 40%. Para 2010, a Coface prevê uma leve recuperação nos países desenvolvidos, que ainda estão frágeis devido à ameaça de novas bolhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa crise de crédito foi considerada a mais violenta dos últimos 60 anos: a diferença do crescimento mundial entre o início e o fim da crise foi de 6,1 pontos, com fortes disparidades geográficas, sendo que as regiões mais afetadas foram a Europa Oriental e a Rússia (10,2 e 16,2 pontos respectivamente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a queda atual na inadimplência indica que a crise de crédito já está superada. Isso está relacionado com o fim da recessão na maioria dos principais países industrializados no final do terceiro trimestre de 2009. Por conta disto, depois de um período significativo de &lt;em&gt;downgrades&lt;/em&gt; de ratings durante a crise, a Coface está retomando as perspectivas de boa classificação para todos os países desenvolvidos. As exceções são para o Reino Unido, Itália e os &amp;#8220;PIGS&amp;#8221; (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que continuam com avaliação A3 e, alguns ainda com uma tendência negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já os países emergentes foram menos afetados pela crise e contribuíram para o reequilíbrio do crescimento mundial. Os mesmos finalmente passaram a ser vistos como importantes players da economia mundial e muitos conseguiram ainda administrar a crise de forma independente. Por fim, demonstraram capacidade de aprender com as lições das crises antecedentes e confiaram nas estruturas sólidas de suas economias, o que lhes permitiram implementar políticas de recuperação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O mundo está se recuperando após a crise, mas devemos estar atentos às bolhas que podem se formar&amp;#8230; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o fim da crise está confirmado, a recuperação de 2010 nos países industrializados é de alto risco devido a ameaças de bolhas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A bolha da dívida pública é especialmente perigosa: não exatamente pelo risco de uma moratória, mas sim, pela necessidade de implementar o quanto antes políticas de restrição orçamentárias, que podem inibir o crescimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; A “sobrecapacidade” da China precisa ser monitorada: depois do forte crescimento do crédito para as empresas chinesas, as autoridades decidiram restringir a oferta de crédito em setores operando acima da capacidade. Essa política de “vai-e-vem” do governo chinês pode desestabilizar empresas frágeis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Uma bolha nos preços dos ativos também pode afetar a economia. Alta volatilidade do mercado acionário pode ser esperada nos países industrializados, devido ao otimismo dos mercados financeiros, que está fora de sincronia com a recuperação da economia real.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O estouro dessas bolhas muito provavelmente pode gerar novos choques negativos para as empresas (o cenário &amp;#8220;W&amp;#8221;). Uma recaída afetaria as empresas, muitas das quais estão agora muito enfraquecidas após dois anos de sub-atividade. No entanto, a análise da Coface pende para um suave cenário “L” de recuperação e, portanto, sem uma recaída na atividade econômica. Para 2010, prevemos um crescimento mundial de 2,7%, sendo que 1,4% nos países industrializados e 5,3% nos países emergentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja o quadro com os &lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/default.asp?a=sobreacoface&amp;amp;sa=country&quot;&gt;novos Ratings de risco-país da Coface&lt;/a&gt; :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-360&quot; title=&quot;Ratingsdepoisdacrise&quot; src=&quot;http://www.coface.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Ratingsdepoisdacrise1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;631&quot; height=&quot;729&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante lembrar que a classificação de rating da Coface não está relacionada a títulos de dívida pública, e sim a níveis médios de risco nas transações comerciais de uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Patricia Krause &amp;#8211; Economia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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