Alemanha

Europa

PIB per capita (US$)
$53565.0
População (em 2021)
84,5 milhões

Avaliação

Risco País
A3
Ambiente Empresarial
A1
Anteriormente
A3
Anteriormente
A1
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Resumo (conteúdo disponível apenas em inglês)

Pontos fortes

  • Sólida base industrial (20% do valor agregado bruto, 23% do emprego total em 2024)
  • Foco em Pesquisa e Desenvolvimento, por exemplo, em biotecnologia e maquinário
  • Baixo desemprego estrutural, sistema de aprendizagem bem desenvolvido
  • Grande número de PMEs exportadoras de propriedade familiar (Mittelstand)
  • Dívida pública moderada e contas públicas sólidas no passado, o que proporciona margem financeira para medidas públicas
  • Política orientada para o consenso, federalismo que promove a representatividade
  • Base industrial sólida (20% do valor agregado bruto, 23% do emprego total em 2024)

Pontos fracos

  • Dependência forte, mas em declínio, das importações de energia (as importações líquidas representaram 61% do consumo de energia primária em 2023), resultando em preços de eletricidade muito elevados. A Alemanha tem os preços de eletricidade para residências mais altos da Europa (no segundo semestre de 2024) e os terceiros preços de eletricidade para a indústria mais altos
  • Forte dependência do comércio exterior, especialmente das exportações
  • Destaque e grande ênfase no setor industrial, especialmente nas indústrias automotiva, mecânica e farmacêutica, particularmente nas exportações (40% do total das exportações em 2024)
  • Atualmente, o investimento insuficiente em infraestrutura e digitalização, bem como o alto nível de burocracia e regulamentação, representam obstáculos à ação econômica flexível
  • Declínio demográfico, com escassez de mão de obra qualificada e um sistema de aposentadoria cada vez mais saturado

Trocas comerciais

Exportaçãode bens como % do total
Estados Unidos da América
10%
França
8%
Países Baixos
7%
Polônia
6%
China
6%

Importaçãode bens como % do total

Países Baixos 14 %
14%
China 7 %
7%
Polônia 7 %
7%
Bélgica 6 %
6%
Chéquia (República Tcheca) 6 %
6%

Avaliações de Risco Setorial

Perspectiva

A perspectiva econômica destaca as oportunidades e riscos futuros, ajudando a antecipar mudanças importantes. Essa análise é essencial para qualquer empresa que busca se adaptar às transformações no ambiente de negócios.

Sinais cautelosos de recuperação devido ao investimento público

A grande mudança ocorreu em 2025. Após as eleições federais em fevereiro, o Bundestag revisou o freio constitucional à dívida, permitindo que despesas com defesa e segurança superiores a 1% do PIB fossem isentas de suas regras. Além disso, foi criado um fundo especial de investimento de 500 bilhões de euros para apoiar a infraestrutura e a proteção climática. Desse montante, 100 bilhões de euros estão destinados aos estados federais (Bundesländer). O fundo está previsto para ter duração de 12 anos. Essas medidas representam um afastamento significativo da abordagem fiscal tradicionalmente rigorosa e disciplinada da Alemanha. Para apoiar ainda mais as empresas, o Bundestag introduziu o chamado “Estímulo ao Investimento”. Isso permite que as empresas apliquem uma taxa de depreciação de 30% ao ano durante três anos para investimentos em máquinas e equipamentos, em vez do método linear padrão. Veículos elétricos utilizados para fins comerciais também se beneficiarão da depreciação acelerada. A partir de 2028, as alíquotas do imposto sobre as pessoas jurídicas deverão diminuir um ponto percentual por ano a partir dos atuais 15%, atingindo uma alíquota permanente de 10% até 2032. Além disso, a partir de janeiro de 2026, o novo governo planeja reduzir permanentemente os impostos sobre a eletricidade para empresas industriais e agrícolas e diminuir as tarifas de rede. Embora essas medidas já tenham melhorado significativamente o clima de negócios desde fevereiro de 2025 — ainda que partindo de um nível muito baixo —, isso ainda não se traduziu em uma recuperação econômica mais ampla, mesmo já passada a metade de 2025. Não se espera que uma recuperação genuína, que supere a recessão moderada dos últimos anos, se concretize até 2026. No setor de defesa, as empresas existentes já estão operando em plena capacidade, o que significa que novas aquisições levarão tempo. Há também escassez de pessoal para gerenciar a expansão. Em termos de infraestrutura, novos projetos de construção normalmente exigem vários trimestres ou até anos de planejamento antes de poderem causar um impacto tangível. Portanto, a recuperação econômica de curto prazo deve derivar principalmente de maiores investimentos das empresas, que estavam em suspenso nos últimos trimestres devido à elevada incerteza no planejamento e que provavelmente serão apoiados por deduções fiscais e pelas perspectivas de investimentos estatais.

O consumo privado (52% do PIB) deve se recuperar cautelosamente no segundo semestre de 2025, mas a recuperação deve ocorrer principalmente em 2026. Os salários reais vêm subindo desde o terceiro trimestre de 2023 e têm ajudado a recuperar as perdas de poder de compra decorrentes da crise dos preços da energia ocorrida entre 2021 e 2023. Em 2025, a taxa de crescimento dos salários reais voltou a níveis normais, situando-se em torno de 1,5% no primeiro semestre do ano, o que é muito semelhante às taxas do período pré-pandêmico, refletindo que a inflação e as tendências salariais estão desacelerando em sincronia. Além disso, a taxa de poupança caiu visivelmente de um pico de 11,8% da renda disponível no terceiro trimestre de 2024 para 10,4% no primeiro trimestre de 2025, o que, mais uma vez, está em linha com o nível pré-pandêmico. A modesta retomada do consumo privado deve ser acompanhada por uma recuperação tímida no setor da construção, impulsionada por uma situação financeira mais favorável do que nos últimos anos. Até meados de 2025, o BCE havia reduzido sua taxa de depósito em 25 pontos-base em todas as reuniões realizadas desde junho de 2024, levando a taxa de 4,0% para 2,0% em junho de 2025, o que é considerado o nível neutro. Dado o baixo nível de crescimento econômico na zona do euro, aliado ao fato de que a inflação está próxima da meta de 2%, esperam-se mais dois cortes de 25 pontos-base para 2025. Mais adiante, o BCE deve manter a taxa inalterada, mas com a possibilidade de mais dois cortes em 2026. O investimento corporativo também deve se beneficiar do nível mais baixo das taxas de juros, além das deduções fiscais e dos custos mais baixos de energia, especialmente em 2026. O comércio exterior, no entanto, continuará sendo, por enquanto, a grande incógnita para 2025-2026. Embora haja um primeiro acordo entre os EUA e a UE sobre tarifas futuras de 15% para produtos da UE nos EUA, ainda há muitas incertezas em torno dos detalhes e da implementação. Os EUA são o maior parceiro de exportação da Alemanha, representando 10% de todas as exportações de bens, e isso poderia ter um impacto negativo significativo, especialmente se outros importantes parceiros comerciais da Alemanha, como a China, a Holanda e a França, também forem afetados negativamente e apresentarem menor demanda por produtos alemães.

A política fiscal dá uma guinada

Após anos de austeridade fiscal, surgiu um novo consenso na sociedade alemã: o endividamento é agora considerado aceitável, desde que seja direcionado a investimentos voltados para o futuro. Assim, o orçamento federal de 2025 prevê investimentos recordes no valor de 115 bilhões de euros, o que representa um aumento de 55% em relação a 2024. Esses recursos estão destinados principalmente à infraestrutura ferroviária, instituições de educação e cuidados infantis, projetos habitacionais, digitalização e — sob o novo marco estratégico — proteção climática e defesa. Espera-se que a maior parte do aumento nos gastos comece a se concretizar durante o último trimestre de 2025. Em 2026, projeta-se que os níveis de investimento aumentem ainda mais, com as despesas relacionadas à infraestrutura e ao clima previstas para crescer 56% em relação ao ano anterior. Espera-se também que as Forças Armadas alemãs ampliem seus gastos. Estes aumentaram de 1,9% do PIB em 2024 para 2,4% em 2025 (incluindo aposentadorias) e devem crescer gradualmente até 3,5% até 2029. Embora o governo tenha anunciado medidas de redução de custos (direcionadas principalmente à administração pública), estas estão longe de ser suficientes para compensar o aumento das necessidades financeiras. Como resultado, espera-se que o déficit orçamentário federal ultrapasse o limite de 3% até 2026, e os níveis da dívida pública voltarão a subir. No entanto, não se prevê a abertura de um procedimento de déficit da UE. Espera-se que a União Europeia conceda exceções, particularmente para despesas relacionadas à defesa.

O superávit em conta corrente da Alemanha é impulsionado em grande parte por seu comércio de bens. A trajetória futura desse saldo permanece incerta e dependerá fortemente da reação dos importadores norte-americanos às novas tarifas dos EUA sobre produtos da UE, bem como de possíveis efeitos de concorrência com outros países no que diz respeito ao comércio com os EUA. Em geral, o superávit da balança comercial de bens deve se estabilizar em um nível um pouco inferior ao dos anos anteriores.

Pequena Grande Coalizão x forte oposição

Eleições antecipadas foram realizadas na Alemanha em fevereiro de 2025, após o colapso da antiga coalizão “semáforo” — composta pelo Partido Social-Democrata (SPD), pelos Verdes ambientalistas e pelo Partido Liberal (FDP) — na sequência da disputa sobre o orçamento federal de 2025. Com 28,5% dos votos, a CDU-CSU, de orientação cristã-democrata, emergiu como o partido mais forte, após ganhar 4,4 pontos percentuais em relação às eleições de 2021. A Alternativa para a Alemanha (AfD), de extrema direita, tornou-se a segunda maior força na Câmara dos Deputados com 20,8%, alcançando o melhor resultado de sua história. Esses ganhos ocorreram em grande parte às custas dos antigos partidos de governo: o SPD obteve 16,4% (queda de 9,3 pp), o pior resultado em seus 162 anos de história; os Verdes, 11,6% (-3,1 pp), e o FDP apenas 4,3% (-7,1 pp.). Este último não conseguiu ultrapassar o limite de 5% exigido para entrar no Parlamento e, consequentemente, perdeu seus assentos. Um destino semelhante se abateu sobre o BSW, de centro-esquerda, que também não conseguiu garantir representação. Em contrapartida, o Partido de Esquerda ganhou apoio, alcançando 8,8%. Antes da dissolução do Bundestag cessante e da convocação do novo, o líder da CDU e futuro chanceler Friedrich Merz conseguiu persuadir o SPD e os Verdes a se unirem à CDU/CSU na emenda da Constituição alemã. Tendo como pano de fundo a guerra em curso na Ucrânia, o “freio à dívida” foi modificado para permitir que as despesas com defesa e segurança fossem excluídas, com um limite máximo de 1% do PIB. Além disso, foi criado um fundo especial para infraestrutura e proteção climática. A emenda à Constituição requer uma maioria parlamentar de dois terços, o que ainda era viável no Bundestag cessante. No Parlamento recém-eleito, porém, a cooperação entre os partidos tornou-se mais difícil. O novo governo marca um retorno à “Grande Coalizão” entre a CDU/CSU e o SPD, embora detenha apenas uma maioria relativamente estreita de 52% dos assentos. A oposição é liderada pela AfD, que detém 24% dos assentos, pelos Verdes, com 13%, e pelo Partido de Esquerda, com 10%, o que lhes confere influência suficiente para bloquear novas iniciativas de grande porte. A CDU/CSU se comprometeu a não cooperar nem com a AfD nem com o Partido de Esquerda, tornando improváveis novas reformas constitucionais. Da forma como as coisas estão, o novo governo parece relativamente estável, e a próxima eleição federal só está prevista para 2029.

Práticas de Pagamento e Cobrança

Esta seção é uma ferramenta valiosa para diretores financeiros corporativos e gestores de crédito. Ela fornece informações sobre as práticas de pagamento e cobrança de dívidas utilizadas no país.

Pagamento

A transferência bancária (Überweisung) continua sendo a forma de pagamento mais comum. Todos os principais bancos alemães estão conectados à rede SWIFT, o que lhes permite oferecer um serviço de transferência de fundos rápido e eficiente. O SEPA Direct Debit Core Scheme e o SEPA Direct Debit B2B são as formas mais recentes de débito direto.

Letras de câmbio e cheques não são muito utilizados na Alemanha como instrumentos de pagamento. Para os alemães, uma letra de câmbio implica uma situação financeira crítica ou desconfiança em relação ao fornecedor. Os cheques não são considerados um pagamento propriamente dito, mas sim uma “tentativa de pagamento”: como a legislação alemã não reconhece o princípio dos cheques certificados, o emitente pode cancelar o pagamento a qualquer momento e por qualquer motivo. Além disso, os bancos podem rejeitar pagamentos quando a conta de origem não possui fundos suficientes. Cheques sem fundos são bastante comuns. Como regra geral, letras de câmbio e cheques não são considerados instrumentos de pagamento eficazes, embora deem aos credores o direito de recorrer a um procedimento “acelerado” para cobrança de dívidas em caso de inadimplência.

Cobrança de dívidas

Fase amigável

A cobrança amigável é uma etapa essencial para o sucesso da gestão de cobranças. O processo de cobrança geralmente começa com o envio ao devedor de uma última notificação de pagamento, por correio comum ou registrado, lembrando-o de suas obrigações de pagamento.

De acordo com a lei para a aceleração de pagamentos vencidos (Gesetz zur Beschleunigung fälliger Zahlungen), considera-se que um devedor está em mora se a dívida permanecer não paga no prazo de 30 dias a partir da data de vencimento e após o recebimento de uma fatura ou solicitação de pagamento equivalente, a menos que as partes tenham acordado um prazo de pagamento diferente no contrato de compra. Além disso, o devedor é responsável pelo pagamento de juros de mora e taxas de cobrança após o término desse prazo.

A cobrança de dívidas é recomendável e uma prática comum na Alemanha.

Ações judiciais

Processo acelerado

Desde que a dívida não seja contestada, o credor pode solicitar uma ordem de pagamento (Mahnbescheid) por meio de um procedimento simplificado e econômico. O credor descreve os detalhes de sua reivindicação e, posteriormente, pode obter um mandado de execução com relativa rapidez por meio do Serviço de Cobrança Online (Mahnportal), interfaces diretas ou (apenas para pessoas físicas) formulários pré-impressos. Tais procedimentos automatizados e centralizados (para cada Bundesland, estado federal) estão disponíveis em toda a Alemanha.

Esse tipo de ação é de competência do tribunal local (Amtsgericht) da região em que o requerente tem residência ou sede da empresa. Para credores estrangeiros, o tribunal competente é o Amtsgericht Wedding (em Berlim). A representação jurídica não é obrigatória.

O devedor dispõe de duas semanas após a notificação para saldar suas dívidas ou contestar a ordem de pagamento (Widerspruch). Se o devedor não apresentar objeção dentro desse prazo, o credor pode solicitar um mandado de execução (Vollstreckungsbescheid).

Processo ordinário

Durante o processo ordinário, o tribunal pode instruir as partes ou seus advogados a fundamentar sua alegação, que somente o tribunal está então autorizado a avaliar. Cada litigante também deve apresentar uma petição inicial expondo suas alegações, dentro do prazo especificado.

Uma vez que a alegação tenha sido devidamente examinada, realiza-se uma audiência pública na qual o tribunal profere uma sentença fundamentada (begründetes Urteil).

A parte vencida arcará, habitualmente, com todas as custas judiciais, incluindo os honorários advocatícios da parte vencedora, na medida em que esses honorários estejam em conformidade com a Tabela Oficial de Honorários (Rechtanwaltsvergütungsgesetz, RVG). Em caso de sucesso parcial, os honorários e despesas são suportados por cada parte proporcionalmente. Os processos ordinários podem levar de três meses a um ano, enquanto as ações movidas perante o Supremo Tribunal Federal podem se estender por até seis anos.

Pode ser interposto recurso (Berufung) contra a decisão do Tribunal de Primeira Instância se o valor da causa for superior a €600. O recurso também será admitido pelo Tribunal de Primeira Instância se o caso envolver uma questão de princípio ou exigir a revisão da lei para garantir uma “jurisprudência coerente”.

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Execução de uma decisão judicial

A execução pode ter início assim que for proferida uma sentença definitiva. Se os devedores não cumprirem a sentença, suas contas bancárias poderão ser encerradas e/ou um oficial de justiça local poderá proceder à apreensão e venda de seus bens.

Para sentenças estrangeiras, a fim de obter um exequatur, o credor precisa de uma tradução para o alemão autenticada em cartório da decisão — que também deve ser reconhecida —, de um mandado de execução dessa sentença e de uma cláusula executória. As sentenças dos tribunais dos Estados-Membros da UE são reconhecidas sem necessidade de procedimento adicional — a menos que sejam aplicáveis certas restrições decorrentes do direito europeu.

Processos de Insolvência

PROCESSOS EXTRAJUDICIAIS

Os devedores podem tentar renegociar suas dívidas com seus credores, o que ajuda a protegê-los contra pedidos de pagamento antecipado. No entanto, o procedimento é do interesse dos credores, pois pode ser mais rápido e tende a ser menos oneroso do que a insolvência formal.

REESTRUTURAÇÃO

Na sequência de um pedido apresentado ao tribunal de insolvência com base em iliquidez ou sobreendividamento, o tribunal pode abrir um processo preliminar de insolvência, no qual nomeia uma administração preliminar com o objetivo de explorar as possibilidades de reestruturação da empresa. Se a administração autorizar essa reestruturação, ela então inicia o processo formal e nomeia um administrador encarregado de dar continuidade às atividades do devedor, preservando seus ativos.

LIQUIDAÇÃO

A liquidação pode ser iniciada a pedido do devedor ou do credor, desde que o devedor não tenha condições de saldar suas dívidas à medida que elas vencem. Uma vez reconhecida por meio de uma decisão de liquidação e após a empresa ter sido excluída do registro, os credores devem apresentar seus créditos ao administrador da liquidação no prazo de três meses a partir da publicação.

RESERVA DE PROPRIEDADE

Trata-se de uma cláusula escrita no contrato pela qual o fornecedor manterá a propriedade sobre as mercadorias entregues até que o comprador tenha efetuado o pagamento integral do preço. Existem três versões dessa retenção:

retenção simples: o fornecedor manterá a propriedade das mercadorias fornecidas até que o comprador efetue o pagamento integral;

retenção ampliada: a retenção é estendida à revenda das mercadorias subsequentes; o comprador cederá ao fornecedor inicial os créditos decorrentes da revenda a terceiros;

retenção estendida: a retenção é estendida às mercadorias transformadas em um novo produto, e o fornecedor inicial permanece como proprietário ou coproprietário até o valor de sua entrega.

Última atualização: julho de 2025