Tchequia (República Tcheca)

Europa

PIB per capita (US$)
$31630.3
População (em 2021)
10,9 milhões

Avaliação

Risco País
A3
Ambiente Empresarial
A2
Anteriormente
A3
Anteriormente
A2
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Resumo (conteúdo disponível apenas em inglês)

Pontos fortes

  • Localização geográfica central, no coração da Europa industrial
  • Forte integração na cadeia de produção internacional e, mais especificamente, na cadeia alemã
  • A Europa Central é um destino preferencial para o Investimento Estrangeiro Direto (IED) e possui uma das rendas per capita mais altas da região
  • Elevado nível de reservas cambiais e grande superávit comercial
  • Sistema bancário robusto
  • Baixa taxa de desemprego (2,6% em 2024)
  • Contas públicas saudáveis e baixa dívida pública em comparação com a média da UE

Pontos fracos

  • Economia pequena e aberta: as exportações representam 73% do PIB
  • Dependência da demanda europeia, especialmente da Alemanha (um terço das exportações)
  • Participação significativa de insumos intermediários estrangeiros nas exportações e baixa contribuição dos serviços para o valor agregado local nas exportações
  • O setor automotivo é uma parte importante da economia (representando 10% do PIB, 25% das exportações e 8% da força de trabalho, principalmente para a Alemanha, França e Polônia). A transição para veículos elétricos é um desafio, com a concorrência dos países vizinhos (Hungria, Eslováquia e Polônia)
  • Falta de conexões de transporte rápido com o resto da Europa
  • População em envelhecimento e escassez de mão de obra qualificada, com baixos ganhos de produtividade
  • Dependência do carvão (que representa um terço do mix energético do país)
  • Ainda não é membro da zona do euro, o que leva a taxas de juros relativamente altas

Trocas comerciais

Exportaçãode bens como % do total
Alemanha
32%
Polônia
7%
Eslováquia
7%
França
5%
Reino Unido
4%

Importaçãode bens como % do total

Alemanha 26 %
26%
China 12 %
12%
Polônia 9 %
9%
Eslováquia 6 %
6%
Países Baixos 6 %
6%

Avaliações de Risco Setorial

Perspectiva

A perspectiva econômica destaca as oportunidades e riscos futuros, ajudando a antecipar mudanças importantes. Essa análise é essencial para qualquer empresa que busca se adaptar às transformações no ambiente de negócios.

Economia tcheca se recupera apesar do ambiente externo desafiador

Após vários anos apresentando desempenho inferior ao de seus pares regionais, a economia tcheca entrou em uma fase de expansão. A recuperação está ocorrendo apesar da estagnação contínua na Alemanha (um importante parceiro comercial) e da consolidação fiscal. O principal fator por trás dessa aceleração tem sido a recuperação do consumo privado. As famílias reduziram sua taxa de poupança — que, no entanto, permanece acima dos níveis pré-pandêmicos —, ao mesmo tempo em que se beneficiam do aumento dos salários reais. Além disso, o início precoce do ciclo de flexibilização monetária impulsionou significativamente a capacidade de gasto dos consumidores. A formação bruta de capital fixo também está se recuperando gradualmente, com os trimestres mais recentes registrando uma contribuição positiva para o crescimento do PIB. Essa recuperação é sustentada principalmente por um forte aumento na produção da construção civil, particularmente na engenharia civil. Embora a República Tcheca tenha recebido um dos montantes mais baixos da região da Europa Central e Oriental (CEE) no âmbito do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (RRF), representando aproximadamente 9% do PIB, o país tem se mostrado altamente eficiente na absorção desses recursos, o que tem sustentado a recente recuperação dos investimentos. Dada a elevada participação das exportações na economia tcheca, a estagnação prolongada da Alemanha e as crescentes tensões no comércio global continuam a pesar sobre o crescimento e a exercer pressão sobre o setor industrial.

Olhando para 2026, espera-se que o crescimento econômico acelere ainda mais, apoiado por um consumo privado robusto e por uma contribuição crescente do investimento. As famílias continuam a manter uma taxa de poupança relativamente elevada, sugerindo margem adicional para aumento dos gastos. Outro fator favorável pode vir do lado do investimento. Embora a Tchequia tenha sido eficaz na absorção de fundos da UE (aproximadamente 11 bilhões de euros de um total de 30 bilhões de euros alocados pela Política de Coesão e pelo RRF já foram desembolsados até o momento), uma parcela substancial ainda precisa ser utilizada antes do prazo final de 2026. Combinado com os aumentos planejados na despesa pública, isso deve tornar o investimento um dos principais motores do crescimento no próximo ano. No entanto, um desenvolvimento preocupante é o recente aumento do desemprego, que pode ser atribuído em grande parte à fraqueza do setor manufatureiro. A menos que essa tendência se estabilize, ela corre o risco de minar a confiança do consumidor.

Após a conclusão de seu ciclo de flexibilização monetária, o Banco Nacional da República Tcheca (CNB) absteve-se de realizar novos cortes nas taxas de juros e mantém sua taxa básica de recompra de duas semanas em 3,50%. O vice-governador do CNB, Jan Frait, afirmou que a atual postura da política monetária é, neste momento, amplamente neutra para a atividade econômica. A inflação do IPC geral tem se mantido estável, próxima da meta de 2% do CNB. No entanto, espera-se que as reduções recentemente anunciadas nos preços regulados da energia e nas tarifas de gás no varejo, juntamente com a valorização contínua da coroa tcheca, levem a inflação para abaixo de 2% em 2026. Esse impulso desinflacionário poderia abrir espaço para uma nova flexibilização da política monetária. Um risco importante de alta para as perspectivas de inflação continua sendo o grau de expansão fiscal. Vários membros do Comitê de Política Monetária destacaram explicitamente a possibilidade de que uma postura fiscal mais flexível possa sustentar uma inflação subjacente mais elevada e, assim, complicar ou adiar futuros cortes nas taxas de juros. É provável, portanto, que o CNB mantenha uma abordagem cautelosa e dependente dos dados no período que se segue.

Abandono da consolidação fiscal anterior

A República Tcheca vem passando por um processo de consolidação fiscal desde 2023, o que levou a uma redução do déficit público de 3,7% em 2023 para menos de 2% em 2025, com base em estimativas. A consolidação ocorreu apesar de um aumento nos gastos militares. No próximo ano, o orçamento será uma interação entre as aspirações do novo governo e fatores institucionais. O atual acordo de coalizão prevê a redução do imposto sobre as pessoas jurídicas para 19% (revertendo o aumento para 21% em 2024), a introdução de subsídios hipotecários e o restabelecimento de certas isenções fiscais. Ao mesmo tempo, o acordo visa manter o déficit abaixo de 3%. Como resultado, a postura fiscal passará de restritiva para levemente expansionista. Outro fator no lado das receitas será a eliminação gradual do imposto sobre lucros extraordinários das empresas de energia. Em teoria, as regras nacionais deveriam reduzir o déficit para menos de 1,75% em 2026, mas, dadas as aspirações políticas do governo, elas provavelmente serão flexibilizadas.

A estagnação em curso na economia alemã continua a pesar sobre as exportações tchecas, dada a forte integração do país nas cadeias de abastecimento alemãs. No entanto, os exportadores tchecos diversificaram com sucesso parte de suas atividades para mercados alternativos, notadamente o Reino Unido, a França e a Polônia. No início de 2025, as exportações receberam um impulso significativo como resultado da acumulação de estoques por parte de empresas americanas antes da imposição de tarifas. Após os três primeiros trimestres de 2025, o saldo da conta corrente se normalizou, apresentando apenas um crescimento mínimo em comparação com o ano anterior. Olhando para o futuro, espera-se que a recuperação em curso — apoiada pela melhora na atividade de investimento e pela expansão fiscal moderada — impulsione o crescimento das importações no próximo ano, o que provavelmente reduzirá parte do superávit em conta corrente. Além disso, com base nos esforços contínuos de remilitarização da União Europeia, a indústria de defesa está prestes a desempenhar um papel cada vez mais importante na definição do perfil de exportação da República Tcheca.

O partido ANO, liderado por Babiš, retorna ao poder, sinalizando uma mudança na direção política

Conforme previsto, as eleições parlamentares de outubro de 2025 na República Tcheca resultaram em uma vitória esmagadora para o movimento ANO, de direita e eurocético, que obteve 34,5% dos votos sob a liderança do ex-primeiro-ministro Andrej Babiš, encerrando assim o mandato da coalizão de centro-direita e pró-europeia Spolu, liderada pelo primeiro-ministro cessante Petr Fiala. A campanha do ANO centrou-se na rejeição à continuidade das medidas de consolidação fiscal e na adoção de uma postura mais assertiva em relação à União Europeia e à política para a Ucrânia. Não tendo alcançado a maioria absoluta, o ANO formou uma coalizão de governo com o partido de extrema direita e eurocético Liberdade e Democracia Direta (SPD) e o partido populista dos Motoristas, conferindo ao novo governo uma maioria de 108 das 200 cadeiras na Câmara dos Deputados.

A coalizão recém-formada chegou a um consenso sobre diretrizes políticas gerais que visam reformular o panorama econômico, social e ambiental do país. No centro de sua agenda está a oposição firme a determinadas iniciativas da União Europeia, incluindo o Acordo Verde, a proposta de proibição dos motores de combustão e o pacto de migração, o que aponta para uma tendência eurocética mais ampla. No âmbito econômico, a coalizão se compromete a encerrar os esforços de consolidação fiscal em andamento, abster-se de adotar o euro e revogar os recentes aumentos de impostos para aliviar a pressão sobre as empresas e as famílias. Em termos de reformas sociais, a coalizão pretende limitar a idade de aposentadoria a 65 anos, revertendo assim as reformas do governo anterior que teriam permitido aumentos graduais nas próximas décadas. Para garantir a acessibilidade energética – um ponto-chave da campanha –, o governo buscará reduções nas tarifas de distribuição e transmissão e introduzirá subsídios para fontes renováveis.

A formação de um novo governo de coalizão também deve trazer mudanças notáveis na política externa e nas relações internacionais da República Tcheca. Andrej Babiš é, há muito tempo, um grande entusiasta do Grupo de Visegrád – o grupo de cooperação regional que reúne a República Tcheca, a Polônia, a Hungria e a Eslováquia. Com o retorno de Babiš ao poder ao lado de Viktor Orbán, na Hungria, e de Robert Fico, na Eslováquia, os três países poderão coordenar cada vez mais suas posições, caracterizadas pelo ceticismo em relação a uma maior centralização da autoridade da UE e por uma abordagem mais restritiva em questões como a política migratória e o apoio militar e financeiro à Ucrânia. No entanto, Babiš demonstrou considerável pragmatismo durante seu mandato anterior como primeiro-ministro (2017–2021), o que sugere que ele é capaz de moderar a retórica populista com considerações práticas.

Práticas de Pagamento e Cobrança

Esta seção é uma ferramenta valiosa para diretores financeiros corporativos e gestores de crédito. Ela fornece informações sobre as práticas de pagamento e cobrança de dívidas utilizadas no país.

Pagamento

A legislação tcheca limita os pagamentos em dinheiro a um valor máximo de 270.000 CZK (aproximadamente 10.000 EUR). Os compradores que desejarem efetuar pagamentos que excedam esse limite devem pagar o valor total por meio de transferência bancária. As transferências bancárias são, de longe, o meio de pagamento mais utilizado. O sistema SWIFT está plenamente operacional na República Tcheca e oferece um método mais fácil, rápido e econômico para a realização de pagamentos internacionais. A República Tcheca faz parte do sistema SEPA, o que simplifica as transferências bancárias dentro da região europeia

Cheques para transações domésticas não são amplamente utilizados. Letras de câmbio e notas promissórias são comumente utilizadas como instrumentos de garantia, o que oferece ao comprador a opção de acessar um procedimento acelerado para solicitar o pagamento por via judicial (sob determinadas condições legais). Faturas eletrônicas são amplamente aceitas.

Cobrança de dívidas

Para garantir a recuperação de uma dívida em caso de inadimplência, os credores devem manter toda a documentação relacionada à transação. Isso inclui o contrato original (escrito), quaisquer documentos relacionados à transação (por exemplo, faturas e notas de entrega confirmadas), pedidos individuais e qualquer outra documentação e/ou correspondência relevante. Os principais fatores que influenciam a eficácia na cobrança de dívidas são a antiguidade da dívida (quanto mais cedo for iniciado o processo de cobrança, maior será a chance de recuperação bem-sucedida) e o motivo do não pagamento.

Fase amigável

Recomenda-se a cobrança amigável de dívidas, pois ela continua sendo mais econômica para o credor em comparação com os processos judiciais. Os acordos amigáveis também são executáveis judicialmente.

Ação judicial

Procedimento acelerado / Ordem de pagamento

A “Platební rozkaz” é um procedimento prático e relativamente curto, descrito nos artigos 172 a 175 do Código de Processo Civil (ob?anský soudní ?ád, CCP). O juiz, convencido da fundamentação do pedido e sem realizar audiência, emite uma ordem de pagamento que é notificada ao réu, o qual pode aceitá-la ou apresentar uma contestação no prazo de quinze dias a partir da notificação. Se o devedor contestar a dívida, o processo segue como um processo judicial padrão.

Se a ação judicial descrever e fundamentar devidamente o pedido do credor, o tribunal pode emitir uma ordem de pagamento, mesmo que o credor não tenha solicitado tal ordem. A prolação da decisão leva, em média, três meses, variando de um mínimo de dois meses a um máximo de seis meses.

Processo ordinário

O processo ordinário tem início após o réu ter contestado a reivindicação durante o “platební rozkaz” ou por meio da apresentação de contestação diretamente aos tribunais. O processo ordinário é parcialmente escrito (as partes apresentam alegações acompanhadas de todos os documentos comprovativos do caso) e parcialmente oral (tanto credores quanto devedores apresentam seus argumentos durante a audiência principal). Na prática, o processo ordinário geralmente dura de um a três anos até que o tribunal profira uma sentença definitiva e executória.

Em 1º de julho de 2009 (Lei nº 7/2009 Coll.), o Código de Processo Civil (CCP) foi alterado para introduzir mais opções digitais no processo judicial, a fim de diminuir a carga de trabalho dos juízes e garantir a prevenção de atrasos nos processos. Desde essa alteração, toda a correspondência das autoridades tchecas às pessoas jurídicas é entregue eletronicamente por meio de caixas de dados registradas, sujeitas a regulamentações legais específicas (Lei nº 300/2008 Coll., em vigor desde 1º de julho de 2009).

0

Execução de uma decisão judicial

A execução judicial é reservada apenas para questões especificamente enumeradas na lei. As reivindicações monetárias decorrentes de relações comerciais são executadas por um executor judicial (soudní executor) nos termos da Lei nº 120/2001 Coll. (exeku?ní ?ád, a Lei de Execução). A execução por meio de executor judicial é considerada mais eficaz, pois o executor é uma entidade do setor privado cujos honorários dependem do sucesso da execução. Aplica-se uma tabela específica de honorários com base no valor objeto da execução.

Como parte da UE, a execução de sentenças estrangeiras proferidas por um Estado-Membro da UE se beneficiará de condições vantajosas de execução, tais como a Ordem de Pagamento da UE ou o Procedimento Europeu para Pequenas Causas. Sentenças estrangeiras proferidas por países não pertencentes à UE podem ser reconhecidas e executadas, desde que tenham passado pelo procedimento de exequatur nos termos da Lei Tcheca de Direito Internacional Privado e Processo Civil.

Processos de Insolvência

Um pedido de insolvência pode ser apresentado tanto pelos próprios devedores quanto por seus credores, mas o credor deve fornecer provas inequívocas para fundamentar sua reivindicação, por meio de um dos seguintes documentos:

um reconhecimento de dívida (com a assinatura autenticada do devedor ou de seu representante);

uma sentença executória;

um ato notarial executável;

um ato executivo de um executor;

Além disso, o credor deve comprovar a existência de outros credores. Os credores são responsáveis por danos causados pela apresentação de um pedido de falência quando as condições de insolvência não forem atendidas.

Todos os pedidos de insolvência são registrados em um registro de insolvência (insolven?ní rejst?ík) mantido pelo Ministério da Justiça, onde são publicadas todas as informações importantes sobre os processos de insolvência. Isso também permite que os processos de insolvência permaneçam transparentes.

A lei de insolvência introduz novos métodos e um processo mais ágil, com um único processo no qual o tribunal decide sobre três soluções específicas:

REORGANIZAÇÃO

A reorganização é um método de resolução da insolvência que visa preservar a atividade empresarial do devedor, ao mesmo tempo em que garante a satisfação dos credores. Os devedores insolventes podem iniciar o processo, mas as propostas de reestruturação da dívida devem ser aprovadas pelo tribunal, com fiscalização periódica de seu cumprimento pelos credores. A administração mantém o direito de gerenciar a empresa.

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FALÊNCIA

A falência é um método de resolução de insolvência determinado pelo tribunal, cujo objetivo é monetizar todos os ativos do devedor e, com o rendimento assim obtido, distribuí-lo entre os credores que apresentaram seus créditos no processo. A autorização para dispor dos ativos do devedor e vendê-los é concedida a um administrador da falência, nomeado pelo tribunal. A partir desse momento, a empresa declarada falida não tem mais permissão para conduzir operações comerciais de forma independente.

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LIQUIDAÇÃO DE DÍVIDAS

Utilizado principalmente por pessoas físicas (não empresários), trata-se de um método de resolução de insolvência que representa uma alternativa à declaração de falência. O devedor insolvente liquida a dívida, mas, sob controle judicial, é obrigado a pagar apenas uma porcentagem reduzida do total das dívidas.

LIQUIDAÇÃO

O processo de liquidação tem início assim que for decidido que uma empresa deve ser dissolvida. A administração ou o tribunal nomeia um liquidatário encarregado de liquidar os ativos da empresa e cobrar os créditos. Os credores devem registrar seus créditos no prazo de 90 dias a partir da publicação da decisão do tribunal, a fim de obterem satisfação durante o processo de liquidação. Todos os créditos dos credores devem ser integralmente satisfeitos no processo de liquidação. É importante observar que o processo de liquidação não é considerado um método de insolvência na legislação tcheca: caso o liquidatário constate que não há ativos suficientes para satisfazer todas as reivindicações durante a liquidação, ele é obrigado a entrar com um pedido de insolvência. Nesse momento, a liquidação se transforma em insolvência, um processo separado.

Última atualização: dezembro de 2025