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A depreciação do yuan, medidas de fluxo de capital e nova política monetária: Quais são as implicações para as empresas chinesas?

2017/14/03

É muito provável que o Yuan continue com sua depreciação em um ritmo um pouco mais lento, de 3% á 5% até o final de 2017.
Fatores como as altas nas taxas de juros, uma política monetária mais prudente e as medidas de fluxo de capital implementadas pelas autoridades chinesas, poderiam afetar as empresas cujos insumos são importados e dificultar a tão esperada “alavancagem” das empresas no país.

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Barômetro de Risco País e Setoriais - Primeiro Trimestre de 2017

2017/22/03

A confiança empresarial se recupera, apesar da persistência do risco político. No cenário mundial existe uma ligeira aceleração no crescimento do PIB, no comércio e no petróleo. Esta retomada na confiança empresarial das economias avançadas e a recuperação economica dos países emergentes permitem que a Coface aumente a previsão de crescimento global para +2.8% e +2.4% para o comércio mundial, depois de +1% com o qual encerramos 2016.

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O risco político aumenta cada vez mais

2017/21/03

Complementando os elementos macroeconômicos e setoriais que a Coface leva em consideração para as avaliações de risco país, agora adicionamos o novo indicador de Risco Político da Coface, disponível para 159 países;

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Pesquisa sobre Pagamentos das Empresas na China

2017/30/03

A Coface realiza pesquisas de gestão de crédito na China desde 2003. A pesquisa proporciona um melhor entendimento das experiências de pagamento e das práticas de gestão de crédito das empresas situadas neste país. A experiência da Coface demonstra que aproximadamente 80% dos montantes vencidos em longo prazo (acima de 180 dias) jamais serão recuperados. Se 2% das vendas totais de uma empresa se encontram categorizados neste prazo de atraso, a liquidez da empresa pode se tornar um problema e sua capacidade de pagamento pode ser duvidosa.

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